sábado, 12 de setembro de 2020

Endometriose tem cura

Aqui estou eu, grávida do João, em 2014. Louvado seja o Senhor, meu Deus.

Hoje, neste sábado, 12 de setembro de 2020, eu desejo louvar o Senhor, meu Deus, pela vida.

Há 12 anos, eu estava adoecida, enfraquecida, com dores insuportáveis, infértil. Um quadro de endometriose profunda e infiltrativa. Mas ao mudar meu estilo de vida e buscar forças em Deus para persistir nesse novo caminho, reconquistei a saúde, venci a dor, engravidei naturalmente do João. 

Meu nome é Henrianne Barbosa. Sou doutora em Comunicação e pós-doutora em Ciência, Tecnologia e Sociedade (UFSCar). Sou mãe do João e esposa do Guilherme. Eu amo a Deus. 

Eu quero dizer que há um Deus no Céu que escuta você, ouve seu clamor e pode ajudá-la, assim como fez comigo. Eu quero dizer que Jesus Cristo morreu para me salvar e para salvar você. Seu amor é tão grande que Ele escuta nossas orações e transforma a nossa vida. Ore a Ele, como se conversa com um amigo querido. Sinta-se amada por Cristo. Seu evangelho é de graça. Ele é o Médico dos médicos.

"Com amor eterno te amei, com benignidade te atraí" (Jeremias 31:3).

Eu desejo a todas leitoras deste blog um Feliz Sábado, uma nova vida.  




PS.: Eu fiz uma página no Instagram faz algum tempo, mas por algum motivo a conta foi deletada pelo sistema. Aqui está uma nova página: https://www.instagram.com/endometriose_tem_cura/
Sejam bem-vindas!

sábado, 25 de julho de 2020

Endometriose e depressão: Qual o tamanho da sua tristeza?

25 de julho de 2020


Eu passei por tristezas em minha vida. Apesar das dores físicas e sociais atrozes, eu não entrei em depressão. Por quê? Eu não uso remédios de farmácia. Mas o que os medicamentos têm a ver com depressão? Tudo.

Para vencer a endometriose, mantenha-se longe dos remédios. Além de os hormônios sintéticos estarem relacionados com o surgimento da endometriose e da sua transformação em câncer, as drogas farmacêuticas interferem negativamente nas emoções e atrapalham sua decisão de mudar o estilo de vida.

Uma importante pesquisa publicada no The New York Times associa a depressão e até mesmo o suicídio a mais de 200 medicamentos comuns vendidos em farmácia. Analgésico, relaxante muscular, remédios hormonais (anticoncepcionais, para reposição hormonal...), antiácidos (bombas de inibidores de prótons para refluxo), remédio para controlar a pressão, convulsão, corticoide, medicamentos para doenças cardíacas e o próprio remédio para depressão causam depressão.

“Foi surpreendente e preocupante ver quantos medicamentos têm a depressão e o suicídio como um efeito colateral, pois temos uma alta prevalência de depressão e suicídio no país”, afirmou a farmacêutica Dima Mazen Qato, docente na Universidade de Illinois, Chicago, que foi a principal autora da pesquisa. A pesquisa analisou 25 mil norte-americanos de 2005 a 2014. Essa pesquisa diz respeito a eles, a mim e a você.

“Muitos podem se surpreender ao saber que seus medicamentos, apesar de não terem nada a ver com humor ou ansiedade ou qualquer outra condição normalmente associada à depressão, podem aumentar o risco de apresentar sintomas depressivos e levar a um diagnóstico de depressão”, afirmou Qato, no ScienceDaily. 

Remédio é uma cultura. Vive-se numa sociedade viciada em drogas lícitas com terríveis implicações nos relacionamentos dentro e fora de casa. O mal do século – a depressão – está ligado à indústria farmacêutica, com o consentimento de quase todos. Para se ter uma ideia dos perigos dos remédios amplamente utilizados, uma única dose de antidepressivo provoca mudanças dramáticas na arquitetura funcional do cérebro. “Não estávamos esperando que [...] tivesse um efeito tão proeminente em curto espaço de tempo ou que afetasse todo o cérebro”, disse Julia Sacher, do Instituto Max Planck de Ciências do Cérebro e Cognição Humana. 

Está gripado? Está com dores musculares? Está triste? Tem endometriose? Basta uma consulta, uma receita e uma solução mágica, vendida em pílulas. Parece uma sequência tão natural que o natural de verdade deixou de existir. Existe uma opção? Sim, existe. Mas para seguir por outro caminho é conscientização, esforço, vontade. Quem está disponível? Quem deseja salvar sua própria mente?

Quando me casei, eu escondi a “farmacinha” do meu marido e disse que havia jogado fora os remédios. Ele ficou nervoso, mas para economizar decidiu não refazer sua caixa de remédios que o afetava negativamente com apenas 24 anos. Não tinha antidepressivo ainda, mas tinha remédio para tudo. Na primeira gripe que ele teve, eu lhe dei limão. Ele sarou rapidamente. É muito simples ter uma vida plena. Mas quantos sabem disso? Aprendemos, desde crianças, a depender da farmácia e a criar dependentes. 

A situação se agrava com o uso de mais medicamentos ao mesmo tempo, a chamada polifarmácia. “As pessoas não estão apenas usando cada vez mais esses medicamentos, mas estão cada vez mais usando-os simultaneamente. Porém, pouquíssimos remédios têm rótulos de advertência. Então, até termos soluções públicas ou de sistema, cabe aos pacientes e profissionais de saúde estarem cientes dos riscos”, disse Qato. Cabe a você tomar uma decisão.

Você toma antibiótico? Uma importante pesquisa conduzida na Universidade de Tel Aviv, em Israel, constatou que apenas um tratamento com qualquer tipo de antibiótico aumenta as chances de depressão e ansiedade. As drogas de farmácia transtornam a saúde de diferentes maneiras. Depois do uso do antibiótico, a flora intestinal leva dois anos para se recompor (Veja aqui). Isso é muito grave porque as bactérias benéficas do intestino, a microbiota, estão relacionadas à imunidade e são consideradas um “segundo cérebro” devido a sua importância para o corpo e a para a mente. Mexer com microbiota causa alterações psiquiátricas por meio de vias neurológicas, imunológicas e metabólicas. Eu não uso antibióticos. 

“As drogas ministradas aos doentes não restauram, mas destroem. As drogas não curam nunca. Em vez disso, colocam no organismo sementes que trazem colheita muito amarga. [...] Nosso Salvador é o restaurador da imagem moral de Deus no homem. Ele supriu, no mundo natural, remédios para os males humanos, para que Seus seguidores tenham vida, e a tenham com abundância”, afirma Ellen White. Você acha que quando Ellen White está falando que não devemos usar drogas farmacêuticas, ela está se referindo às terríveis drogas do passado? Não apenas. Ela está falando das drogas da farmácia que fica na esquina ou dentro de sua casa.

Não há como fugir das doenças e das tristezas. Há, sim, como preveni-las por meio dos oito remédios apontados por Ellen White: 1. Atividade física, 2: Ar puro; 3. Água pura; 4. Exposição ao sol; 5. Alimentação saudável; 6. Temperança; 7. Cuidado com as emoções e 8. Confiança em Deus. O adoecimento físico e mental é próprio de um mundo que pecou. Contudo, quando a doença chega, não estamos sós. Há meios naturais de cura. Cristo ouve nossa oração.

A dor deprime. “Por que não morri ao nascer? Por que não expirei ao sair do ventre da minha mãe?”, clamou Jó, inocentemente, em sua dor atroz que ninguém entendia, mas que ele não ousou esconder (Jó 3:11). São muitas as tristezas neste mundo, eu sei. Mas as drogas farmacêuticas suprimem a dor com um riso falso. É a casa da alegria, com seu banquete de pílulas anestesiantes e venenosas. “O coração dos sábios está na casa do luto, mas dos insensatos na casa da alegria”, diz Salomão (Eclesiastes 7: 4).

A droga embaralha o caminho e desvia o usuário da cura. Suprime a palavra, o pensamento, a razão. Sem a capacidade de pensar, sentindo tristeza e os efeitos do adoecimento, como falar com Deus e ouvi-lo? “Melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete, pois naquela se vê o fim de todas as pessoas; e que os vivos o tomem em consideração. Melhor é a mágoa do que o riso, porque com a tristeza do rosto se melhora o coração” (Eclesiastes 7: 2,3).

A droga cria uma falsa alegria, a sociedade eufórica de surdos conduz à morte de muita coisa importante em nossa vida, impede-nos de tomar consciência e fazer as mudanças necessárias, amortece a essência do ser humano – seu pensamento, seu livre-arbítrio, sua vontade de mudar e ser livre. A droga priva a mulher de uma vida plena e saudável. Liberte-se.




Leia meu texto: Eu venci a endometriose

Conheça meu blog Beith Lehem, sobre nutrição e plantas medicinais.

Conheça a história de Francielle e Samuel aqui: Um bebê da esperança.  




Depois de ver tanto dano causado pela ministração de drogas, não as posso usar, nem posso testificar em seu favor. Tenho de ser fiel à luz que me foi proporcionada pelo Senhor. O tratamento que ministrávamos quando se fundou a clínica, exigia trabalho sério para combater a doença. Não usávamos preparados de drogas; seguíamos métodos naturais. Essa obra foi abençoada por Deus. Foi um trabalho em que o instrumento humano pôde cooperar com Deus na salvação de vidas. Não deve ser introduzida no organismo humano coisa alguma que deixe atrás de si um efeito danoso. E seguir os esclarecimentos dados sobre este assunto, praticar o tratamento natural, e educar em rumos completamente diversos quanto ao tratamento dos doentes - esta foi a razão que me foi dada, pela qual devíamos fundar hospitais em várias localidades. Era-me penoso ver que muitos estudantes eram animados a ir para instruir-se no uso de drogas.

Mensagens Escolhidas. Ellen White.



 Devem, pois, os médicos continuar a recorrer às drogas, que deixam um mortífero mal no organismo, destruindo a vida que Cristo veio restaurar? Os remédios de Cristo limpam o organismo. Satanás, porém, tentou o homem a introduzir no organismo aquilo que enfraquece a máquina humana, obstruindo e destruindo as delicadas e formosas disposições de Deus. As drogas ministradas aos doentes não restauram, mas destroem. As drogas não curam nunca. Em vez disso, colocam no organismo sementes que trazem colheita muito amarga. ... Nosso Salvador é o restaurador da imagem moral de Deus no homem. Ele supriu, no mundo natural, remédios para os males humanos, para que Seus seguidores tenham vida, e a tenham com abundância.

segunda-feira, 27 de abril de 2020

Qual é o melhor remédio para endometriose?

27 de abril de 2020

Qual é o melhor remédio para endometriose? Antes de responder a essa pergunta, vou falar um pouco sobre o melhor remédio para coronavírus (2019-nCoV/SARS-CoV-2).

Desde que um médico norte-americano usou a hidroxicloroquina para tratar seus pacientes com coronavírus, Trump sugeriu ao mundo que todos fizessem o mesmo. Mas os resultados foram frustrantes. Além dos terríveis efeitos colaterais a curto e longo prazo, o índice de mortes entre os pacientes que receberam a droga foi maior do que entre aqueles que não foram medicados com ela, apontou uma importante pesquisa norte-americana (Veja aqui).

Cada país tem desenvolvido ou usado diferentes medicamentos para tratar pacientes com coronavírus. Em Israel, inventaram uma vacina que funciona como um spray bucal para ativar o sistema imunológico. Também desenvolveram um medicamento à base de placenta humana. Na Itália, médicos utilizam um medicamente para Aids. No Brasil, além da cloroquina, há quem tenha sugerido o uso de vermífugos (se mata o vírus eu não sei, mas acaba com a flora bacteriana intestinal, responsável pela nossa imunidade). Em Cuba, criaram um medicamento fitoterápico com resultados promissores que atua nas células T, ativando o sistema imunológico. Uma imunoterapia à base de plantas. Diariamente, a mídia noticia o nome de um medicamento ou a tentativa de se produzir uma vacina. Por enquanto, não há nenhuma solução efetiva. A injeção de desinfetante proposta por Trump dispensa comentários.

Mas se ainda não há um remédio capaz de remediar, os remédios que existem podem ajudar? A notícia mais alarmante é sobre uma pesquisa feita na França e publicada na revista The Lancet. Ela mostrou que os usuários de remédios para pressão alta e/ou diabetes tipo 1 e 2 e pessoas medicadas com o anti-inflamatório ibuprofeno (droga usada para febre e dor), além de outros anti-inflamatórios, têm mais chance de morrer por causa do coronavírus. Segundo a pesquisa, essas drogas favoreceriam a duplicação do coronavírus no organismo. Veja o que diz a pesquisa:


Os coronavírus patogênicos humanos (coronavírus da síndrome respiratória aguda grave [SARS-CoV] e SARS-CoV-2) se ligam às células-alvo através da enzima conversora de angiotensina 2 (ACE2), que é expressa pelas células epiteliais do pulmão, intestino, rim, e vasos sanguíneos.4 A expressão de ACE2 é substancialmente aumentada em pacientes com diabetes tipo 1 ou tipo 2, que são tratados com inibidores da ECA e bloqueadores dos receptores da angiotensina II tipo I (BRA).4 A hipertensão também é tratada com inibidores da ECA e BRA, o que resulta em uma regulação positiva da ECA2.5A ACE2 também pode ser aumentada por tiazolidinedionas e ibuprofeno. Esses dados sugerem que a expressão da ACE2 é aumentada no diabetes e o tratamento com inibidores da ECA e BRA aumenta a expressão da ACE2. Consequentemente, o aumento da expressão de ACE2 facilitaria a infecção por COVID-19. Portanto, supomos que o tratamento de diabetes e hipertensão com medicamentos estimulantes da ECA2 aumente o risco de desenvolver COVID-19 grave e fatal.


A Organização Mundial da Saúde (OMS) chegou a desaconselhar o uso de ibuprofeno. Mas voltou atrás. Um estudo norte-americano não desmentiu a pesquisa francesa, mas fez questão de ressaltar que não há provas convincentes de que esses remédios não só não ajudam como aumentam as chances de morte.

Quer dizer que se eu for para o hospital e me derem ibuprofeno ou outro antiinflamatório, vai aumentar o risco de “Covid-19 grave e fatal”? Essa pesquisa francesa é de deixar qualquer um preocupado. Nesse cenário, quanto mais medicado, pior?

Qual é o melhor remédio para quem tem coronavírus? Uma pesquisa descobriu que os raios do sol destroem “rapidamente” o vírus (Veja aqui). “Nossa observação mais impressionante até o momento é o poderoso efeito que a luz solar parece ter sobre a morte do vírus, tanto na superfície quanto no ar.”

Pessoas que tomam sol e tem níveis de vitamina D adequados também estão mais bem protegidas (Veja aqui). Lugares com ar puro diminuem as chances de morte, pois cientistas detectaram que o coronavírus se liga a partículas do ar poluído, por isso os índices de morte foram mais altos em Bérgamo, uma região industrial da Itália (Veja aqui).

Portanto, o melhor a se fazer, no momento, é buscar um estilo de vida saudável, além de seguir as recomendações relativas à quarentena. Quem diria que os raios solares matariam um vírus tão poderoso? 

Um artigo publicado na Nature descreve diferentes drogas farmacêuticas no combate ao coronavírus. Eles concluem que o melhor seria a elaboração de uma droga que atuasse no RNA polimerase do coronavírus.  Que tal pensarmos em um remédio natural que atue no RNA polimerase do vírus sem os terríveis efeitos das drogas farmacêuticas? Um remédio tão simples e acessível como os raios solares?

Essa pergunta conduziu uma importante pesquisa publicada no International Journal of Research in Pharmaceutical Sciences, com o título Efficacyof Garlic and Onion against vírus (Eficácia do alho e cebola contra vírus). Sim, vamos falar novamente no alho e na cebola. Nunca é demais repetir. A morte bate à nossa porta. A pesquisa, publicada em novembro do ano passado, afirma: 


“No cenário atual, a indústria farmacêutica depende de medicamentos de base química para tratar a infecção viral. No entanto, essas drogas são conhecidas por induzir muitos efeitos colaterais no corpo humano. Existe uma necessidade premente de promover uma alternativa segura aos medicamentos antivirais baseados em produtos químicos. Cebola e alho são fontes naturais que possuem propriedades antivirais [...]. Este composto também tem capacidade para inibir a RNA polimerase que é necessária para a replicação viral [...]. Considerando vários estudos que corroboram o efeito antiviral da cebola e do alho, este artigo recomenda o consumo dessas plantas como uma alternativa segura para prevenir a infecção pelo vírus.”


No artigo Antimicrobialproperties of allicin from garlicpesquisadores afirmam que o alho ataca o RNA polimerase do micróbio. Por que é tão importante atacar o RNA polimerase do vírus? Porque impede que ele se multiplique no organismo.

Mas um dos aspectos que eu considero mais importante sobre a alicina e a quercetina, presentes no alho e na cebola, respectivamente, é que esses compostos impedem a ligação do vírus à célula hospedeira. Em outras palavras, o vírus da influenza ou enterovírus, entre outros, não se liga a nossa célula. Eu acredito que o mesmo aconteça em relação ao coronavírus, apesar de sua sequência incomum (um vírus da gripe com sequência do HIV). Vampiro não suporta alho!

Pense por um momento: certas drogas aumentam o casamento do vírus com as nossas células. Mas a cebola e o alho repelem o vírus! Além disso, a cebola e o alho combatem bactérias, fungos e parasitas. Coquetel da longevidade. Eles têm ação seletiva: matam o micróbio sem matar a gente. Dão saúde para o corpo porque combatem mil e uma doenças ao mesmo tempo.  

Isso é simples, mas cura. Alho e cebola crus são tão simples quanto a luz solar, mas são potentes. Aqui em casa, além de um estilo de vida saudável, nosso remédio em tempos de peste é o velho alho e a repelente cebola. Nenhum vírus aguenta. Também fazemos exercícios físicos e abrimos as janelas de casa, deixando entrar o ar. Tomamos sol diariamente, temos uma alimentação natural e vegetariana sem açúcar nem álcool, usamos plantas medicinais (não se esqueça da babosa), bebemos água pura, buscamos cuidar das emoções e, sobretudo, confiar em Deus.

Vamos voltar à pergunta inicial: Qual é o melhor remédio para a endometriose? Talvez, muitas das drogas utilizadas em mulheres com endometriose não sejam assim tão diferentes da solução estapafúrdia do Trump. Mais cedo ou mais tarde, além do aumento do peso e de toda indisposição decorrente do uso de determinadas drogas hormonais, a mulher pode descobrir que o seu coração não está mais batendo como antes (sinal de doença cardíaca), que os seus ossos estão quebradiços (sinal de osteoporose), que o seu sangue está grosso e ela está sujeita à trombose. Tudo isso porque ela se “tratou” da endometriose! Há, inclusive, estudos científicos que associam a transformação da endometriose em câncer após o uso de drogas hormonais para “tratar” a paciente com endometriose.

Mas há uma solução melhor e mais simples. Com alho, cebola, limão e uma vida saudável, eu venci a endometriose. Estou há doze anos sem dores, sem drogas farmacêuticas, sem cirurgias, com grande redução dos focos (no último exame não foi sequer detectado o cisto no ovário), sem efeitos colaterais de medicamentos químicos e sintéticos acompanhados com suas bulas quilométricas – ninguém pode dizer que não foi avisado!

 E o melhor de tudo: esse estilo de vida saudável economiza meu dinheiro e meu corpo. Tive um filho naturalmente sem pagar um centavo para fazer FIV, método ao qual fui encaminhada após uma sentença de infertilidade relacionada à endometriose profunda, grau IV, infiltrativa. Tenho qualidade de vida aos 43 anos de idade, sem nenhuma outra comorbidade. Não só superei a endometriose como não desenvolvi outras doenças nesses últimos 12 anos.

Têm cheiro forte, deixam o hálito carregado, não são doces como açúcar, não vêm em pílula, exigem esforço e mudança, mas curam de verdade. Alho e cebola, inventados por Cristo, são produtos de feira. A banca da feira tem ciência. Ciência avançada. Você acredita?


Leia também:



Nossa pequena plantação de alho orgânico.

Nossa plantação de cebolas orgânicas.

Entre plantações, pássaros. Este é o pica-pau-do-campo.
A natureza é uma dádiva de Jesus Cristo.


Esperei 30 minutos com a máquina suspensa para fotografar este beija-flor beijando o néctar da
flor de abacaxi. Eu não sabia que abacaxi tem flor e que elas são belas. Jamais podia imaginar 
que os doces abacaxis que saboreio são antes beijados por aves. São descobertas recentes.
Quantos sabores, aromas e curas, eu desconhecia antes de me voltar para a natureza e 
reconhecê-la como obra-prima de Cristo. A gente desconhece a fonte de cura, e perde tanto.
 A ciência avançada está próxima de nós como dádiva de Cristo.
  Ele quer dar o néctar, mas estou disposta a aceitá-lo?
A ave se nutre da flor, mas quanto tempo é necessário para que eu redirecione meu olhar? 

Endometriose tem cura!

terça-feira, 14 de abril de 2020

E se eu tiver que ir para o hospital em tempos de coronavírus?


14/04/2020

Sei que este é um blog sobre endometriose, mas também é um espaço de superação em saúde. Aqui já escrevi sobre tratamentos naturais efetivos relacionados à gravidez de risco, cistite aguda, endometriose profunda, entre outras doenças. A medicina natural não deve ser apenas medicina preventiva, mas, sobretudo, medicina curativa. Precisamos ter respostas fitoterápicas e de estilo de vida específicas para os sofrimentos humanos. É um desafio, mas também é um privilégio não ter medo de confiar no Médico dos médicos e agir corajosamente para encontrar tratamentos que aliviem a dor e levem à cura, sem os terríveis efeitos colaterais das drogas farmacêuticas.

Com a pandemia do coronavírus, o acesso aos serviços de saúde não está fácil. Aqui em casa, acabamos de viver o nosso drama com uma questão aparentemente menos grave. Na sexta-feira, ao passar a mão na cabeça do João, notei um inchaço. Havia um orifício de onde saía água e um pouco de pus. Logo pensamos que poderia ser berne. Apesar de morar na área rural há mais de seis anos, nunca havíamos tido berne. Então, ficamos em dúvida quanto ao diagnóstico.

Há algum tempo, a vizinha de sítio havia me contado sobre o uso do látex da taiúva (Maclura tinctoria) para matar bernes. Na sabedoria popular, a árvore é uma moreira cujo leite colocado no orifício do berne e tampado com esparadrapo resolve o problema. No sábado de manhã, lembrada dos ensinamentos de minha sábia vizinha, fizemos isso. No meio do dia, tiramos o curativo e eu tive a impressão de que o verme apareceu. Peguei a pinça, mas o João saiu correndo... Eu fiquei na dúvida e não insisti. Mas comecei a ficar nervosa com a situação. E se o berne entrasse mais profundamente na cabeça do João? E se ele tivesse alguma infecção? E se fosse um furúnculo, um cisto sebáceo ou outra doença mais preocupante?

Na segunda, decidimos procurar um médico. Liguei para quase todos os consultórios que conhecia, procurando uma solução com médicos de diferentes especialidades, desde clínico geral até cirurgião de cabeça, pois tinha lido sobre uma solução cirúrgica simples para a retirada do berne (infiltrar lidocaína no orifício, esperar o berne sair e puxar com a pinça). Embora simples, é um procedimento que envolve anestesia. Ao ligar para os consultórios, ouvi repetidamente uma gravação dizendo que, por conta do coronavírus, a marcação de consultas está cancelada! Liguei para uma médica recém-formada conhecida da família, mas ela nem sequer me atendeu.

Até que ao falar com a secretária de um médico cirurgião de cabeça e explicar a situação, ela conseguiu que o médico me atendesse por telefone. Ele não recomendou o procedimento de infiltração pelo risco de ter que fazer uma incisão e depois não encontrar nada. Ele disse que, às vezes, o berne está tão pequeno que não adianta fazer nada, apenas esperar que ele cresça para forçar a saída (Sim, ele tem razão. O verme tem um ciclo e, às vezes, precisa estar maior para ser possível um procedimento). Então, sugeriu que usássemos um pedaço de toucinho defumado “de boa procedência” para colocar no orifício. Segundo o médico, o berne se alimentaria da carne, cresceria e sairia da cabeça. Mas não existe toucinho de boa procedência. A carne de porco é imunda e poderia causar outras doenças. Jamais faríamos isso (Há a indicação de vaselina. Pode funcionar, sim. Mas é um derivado de petróleo. Outra indicação, é o esmalte. Mas é um produto químico que também tem sua toxidade).

De qualquer maneira, o médico disse que eu deveria ir para o pronto-atendimento do plano de saúde e definir presencialmente o diagnóstico. “Como posso ir ao pronto atendimento com uma criança em um momento desses? O senhor poderia nos receber em seu consultório?”, eu lhe disse. A resposta foi enfática: “Não. Só estou atendendo pacientes antigos.”

Continuei insistindo até que encontrei um consultório onde um único médico estava atendendo. Ele bondosamente aceitou nos atender além do expediente. Eu marquei a consulta para aquele mesmo dia, mas resolvi desmarcá-la. Não dá para controlar uma criança dentro de um consultório médico. Liguei novamente para a secretária que foi muito atenciosa. Expliquei minha preocupação e me dispus a pagar pela consulta já que estava desmarcando meio em cima da hora, embora a consulta fosse pela Unimed. O médico não só não aceitou receber como se dispôs nos atender por uma consulta on-line sem cobrar nada. Que médico maravilhoso! Que coragem em atender pacientes que estão precisando e coração bondoso em fazer o que fez por minha família. Um médico cristão (Muitas vezes, as pessoas nem conhecem a Cristo, mas agem movidas pelo Seu amor. Essas pessoas estarão no Céu, diz Ellen White). Ele está em nossas orações. Ore por ele também. Seu nome é Vinicius. Neste momento, precisamos nos unir em oração uns pelos outros. Orem pelos médicos e pelos profissionais de saúde que estão na linha de frente. Estamos vivendo uma guerra dramática.

Não foi possível usar o recurso da telemedicina por causa da conexão aqui do sítio, mas fizemos a consulta por WhatsApp mesmo. Foi um alívio, um presente de Deus. Um médico jovem, bem qualificado, professor de dermatologia em universidade pública. Uma referência em sua área e, ao mesmo tempo, um profissional humano.

Ele nos explicou que um método eficiente era matar o berne por asfixia. Caso isso não funcionasse, teríamos que levar o João para o consultório (se o João fosse colaborativo) ou para o hospital (se precisasse anestesiar) a fim de retirar o verme em um procedimento cirúrgico. Apesar de sabermos que o João estaria em ótimas mãos, não queríamos que um menino de seis anos tivesse que ir para um hospital nesse momento.

Oramos. Clamamos a Deus. Seguindo o raciocínio da asfixia, decidimos continuar usando o látex da taiuva com uma inovação sugerida pelo meu marido: colocar um pedaço de babosa (aloe saponaria, uma espécie mais carnuda, espessa do que a aloe arborescens que uso para fazer o composto no tratamento da endometriose) em cima do orifício, fixada por um pano enrolado na cabeça... Depois de um dia com o “curativo fitoterápico” na cabeça, ao retirar o pedaço de babosa, o verme saiu para respirar (É preciso ter paciência e ficar olhando até o verme aparecer. Às vezes, ele não aparece imediatamente. E se for pequeno, vai surgir apenas uma pontinha...). Nessa hora, o Guilherme saiu correndo atrás de uma pinça e deu tempo de eu retirar aquele berne. Na hora, eu só pedia silenciosamente que Cristo guiasse minha mão. Eu quase não conseguia ver aquele pequeno verme. Não podia apertá-lo para não o quebrar ali dentro, nem deixar que escapasse. Mas graças a Deus, consegui retirá-lo inteiro.

Faço questão de descrever os detalhes, a fim de compartilhar uma experiência para auxiliar alguém que esteja vivendo esse drama. Tirar um berne na cabeça é muito complicado porque não dá para espremer. Aliás, não se deve nunca espremer para retirar um berne, ainda mais se for uma criança. A dor é insuportável e esse procedimento pode levar a uma infecção.

Para evitar infecções, também demos água de alho para o João. O melhor antibiótico que conheço, pois tem grande efetividade (uma excelente pesquisa realizada na Unicamp trouxe conhecimento prático e científico sobre o uso do alho como antibiótico), sem os terríveis efeitos colaterais do antibiótico de farmácia. Nessa hora, precisamos fortalecer o sistema imunológico. O antibiótico destrói a microbiota intestinal diretamente relacionada a nossa imunidade. À noite, também colocamos no orifício um pouco de óleo de rícino deixado no alho para evitar infecções.  

E pensar que um berne quase nos levou para um centro cirúrgico! E se fosse necessário, teríamos de ir. E se tivéssemos que ir, Deus nos ajudaria em tudo. Eu sei.

Eu não sei o que você está passando agora. Pode ser uma urgência em endometriose, pode ser uma cirurgia que não tem como ser adiada ou um atendimento médico indispensável em um hospital. Eu sei o que é viver esse momento. É desesperador. Clame a Deus por ajuda. Deus é real. Ele existe. Ele nos ouve. Ele deseja nos ajudar. Mas precisamos estar dispostos a ouvi-Lo.

Apesar de eu já ter vivenciado um grande acontecimento em minha saúde (a impressionante redução dos focos de endometriose sem cirurgia ou drogas hormonais, apenas com mudança de estilo de vida e tratamento fitoterápico), eu senti medo. A fé não é automática. É um grande aprendizado. Mas antes que eu desse espaço para o desespero, eu voltei e decidi confiar. Juntos, em família, oramos a Deus. Misericordiosamente, Ele nos ouviu e agiu poderosamente em nossa vida, cuidando do João.

Talvez, exista para você agora uma solução melhor do que procurar o hospital, como foi o nosso caso. Converse com Jesus. Peça por um milagre. Ele lhe mostrará o melhor caminho, a melhor decisão. Mas se for realmente inevitável que você tenha de ir para uma consulta de urgência ou para o hospital em meio à crise do coronavírus, ore e siga em frente, com coragem. Deus estará ao seu lado. Ele cuidará da sua vida e da vida das pessoas que você ama. Ore e confie.


PS.: 1. As mortes por coronavírus estão acelerando no Brasil. A menos que esse vírus sofra uma mutação que atenue seus efeitos, teremos dias difíceis pela frente. Aqui em casa, seguimos firmes com o limão, o alho e a cebola, além de uma alimentação natural e um estilo de vida saudável. Se você tiver um estilo de vida saudável, isso diminui as chances de precisar do atendimento médico neste momento.

 2. Se você sentir os sinais da gripe, intensifique o uso desses remédios naturais. Além da água com alho, você pode picar o alho ou moê-lo, colocá-lo numa colher com mel e tomar com água. Pode tomar até três ou mais dentes por dia. Aumente a quantidade de limões (tome uns seis, se for necessário). E se ainda sentir que precisa, tome um suco de cebola com alguma fruta mais doce como o melão (uma cebola). Faça isso todos os dias. Mas lembre-se: o alho afina o sangue. Se você for passar por uma cirurgia, interrompa o uso maciço de alho. Leia o meu texto Coronavírus, sistema imunológico e endometriose.

3. Moisés, o homem que Deus escolheu para nos dar os Dez Mandamentos, passou por  uma longa e perigosa quarentena no deserto. Agora, estamos passando por isso. Mas as promessas de Deus para Moisés são também para mim e para você: "Pois o Senhor teu Deus te abençoou em toda a obra das tuas mãos; ele sabe que andas por este grande deserto; estes quarenta anos o Senhor teu Deus esteve contigo, coisa nenhuma te faltou." Deuteronômio 2:7. Deus está ao nosso lado.

Nossa babosa (Aloe saponaria). Uma dádiva de Deus! 

O tronco da valente Taiuva (maclura tinctoria). Deus coloca remédios na natureza. 





O fruto da Taiuva.




quarta-feira, 8 de abril de 2020

Endometriose e cistite: tratamento natural





Morando no sítio, longe de assistência médica, eu precisei ter respostas rápidas para urgências em saúde. Esses anos foram de muito aprendizado. 

Certo dia, o vizinho de sítio, um senhor que estava com 78 anos, adoeceu. Consultas, exames, remédios: 700 reais. O comprimido não teve efeito, a doença não passou. Depois de tomar sete doses de antibiótico na veia, melhorou. Pouco tempo depois, a cistite voltou. Não é um poema, é uma dor.

Ele sabia das curas aqui em casa. Sabe que lemos os escritos de saúde de Ellen White e procuramos colocá-los em prática. Papai teve hemorroida brava e se curou com chá de casca de jatobá, evitando uma cirurgia inevitável. Meu filho teve um problema de saúde e se curou com babosa, água de alho, rubim (uma planta medicinal) e leite materno, evitando 20 dias de internação. Mamãe teve endometriose profunda e infertilidade e se curou com mudança de estilo de vida e remédio caseiro fitoterápico. Nasceu o menino! Há tanto para dizer. Obrigada, Senhor!

O vizinho pediu ajuda. Prescrição: suco de maçãs com cebola; suco de pepino com cebola; peras; água de alho, com gengibre e cúrcuma. Nada de açúcar ou café. E plantas medicinais: casca de jatobá, quebra-pedra, maria-preta, folha de sabra... Tudo que nasce nas terras daqui. Além disso, ingestão de muita água. Por volta de 70% das infecções urinárias são curadas apenas com o aumento de ingestão de água. Mulheres com endometriose costumam ter infecções urinárias. Esses são recursos valiosos para elas também. 

Acho que gente de sítio tem mais chance de ser paciente exemplar, já que o olhar está para além das paredes de cimento. Pelas cercas, vê-se o infinito.

Ele já havia deixado o álcool e o cigarro, diminuído o consumo de carne vermelha e abandonado a carne de porco, trocado antiácido por folhas de bálsamo, experimentado os poderes da babosa. Mas precisava de frutas.

Ele acreditou novamente. A medicina virou pomar. Em uma semana, os piores sintomas desapareceram. Em três semanas, estava completamente curado. Seguiu com o tratamento por quatro semanas com a ajuda de sua dedicada esposa. Eles tiveram fé, eles tiveram esforço. Curou-se de uma cistite aguda dolorosa, confiante em Deus, em oração.

Lembro-me que por volta dessa época o Pelé foi internado na França por causa de uma cistite. O Michel Temer também precisou ir para o hospital. Mas meu vizinho acaba de completar 80 anos. Já faz mais ou menos dois anos que se livrou da cistite. Quando ele sente que ela pode voltar, recorre às frutas e à fitoterapia e tudo se estabiliza. E com mais um feito notável: venceu a insônia. Mas essa história eu conto depois.

-- Eu leio a Bíblia todo dia – disse seu Toninho, com misto de emoção e alegria. A alegria é nossa! No ano que passou, estudamos a Bíblia com muitas pessoas. Colhemos dois convertidos.

Quem salva uma vida salva o mundo inteiro.

A fé brota em terrenos improváveis de lugares distantes. Nas mãos do Senhor, o Médico dos médicos, o Grande Agricultor, o sertão se transforma em mar. Um sítio é o oceano. Remédios brotam da terra, como cebolas e maçãs. A natureza testifica de Deus.







No método de cura do Salvador, havia lições para os Seus discípulos. Somente o poder do grande Médico podia exercer a cura, mas Cristo fazia uso de remédios simples e naturais. Ele ensinava que a doença é resultado da violação das leis de Deus, tanto as naturais quanto as espirituais. [...] Para os doentes, devemos usar os remédios que Deus tem providenciado na natureza, os quais apontam para o único que pode restaurar. Devemos ensiná-los a crer no grande Médico e a recorrer à Sua Força. 
Ellen G. WhiteO Libertador. p. 473.





quinta-feira, 2 de abril de 2020

Um bebê da esperança






Em meio a tantos desafios que a vida nos impõe neste momento de grande aflição que sobreveio ao mundo, recebi uma notícia emocionante. No dia 23 de março, nasceu Samuel, um bebê da esperança, um filho do milagre.

O pequeno Samuel é filho de Francielle, uma leitora deste blog. Francielle leu o blog, confiou em Deus e fez as mudanças em seu estilo de vida. A primeira mensagem que a Francielle me enviou foi em 18 de dezembro de 2018. Na época, ela escreveu:


Tenho descoberto tanta coisa com relação a endometriose e confesso que no início fiquei em pânico, chorei muito, fiquei deprimida, cheguei a me revoltar com Deus Descobri a endometriose na tentativa de engravidar. Hoje olhando pra trás vejo o quanto errei em me desesperar tanto. Achava que a cirurgia resolveria o meu problema e que por simplesmente não comer carne estaria livre da doença. Mas quanto engano. Hoje reconheço que tomei parte no agravamento de minha doença com meu estilo de vida. Sou conhecida da Jennifer e conversando com ela  há uns dois anos ou mais ela me falou do seu blog. Na época, dei uma rápida olhada e acabei me esquecendo dele. Tinha feito videolaparoscopia havia pouco tempo e estava em tratamento com zoladex, e depois com clomid e outras drogas na tentativa de engravidar (todas elas frustradas). Estava num ritmo de trabalho acelerado e estressante [...] No final do ano passado, em um momento de desespero, pedi socorro a Deus. Não poderia continuar como estava e as dores só piorando. Após falar com Deus, tomei a decisão de parar com os medicamentos e mudar algumas coisas na minha vida e alimentação [...] E passei a fazer coisas que me deixassem feliz tentando diminuir o estresse e em cinco meses senti uma diferença significativa. As dores diminuíram, mas não tinha feito nenhum exame pra saber como estava realmente. Então fiz e tive a certeza de que ela estava de volta, não em um grau tão intenso como antes da videolaparoscopia, mas estava de volta e só aumentaria se eu não fizesse nada. De la pra cá, comecei a me cuidar mais, mas ainda faltavam exercícios físicos, diminuição do estresse [...]. Nesse meio tempo, tomei a decisão de levar a sério os 8 remédios naturais dados por Deus. Então, começou mesmo minha luta por informações e conselhos sobre saúde. Após essa minha decisão, Deus fez um milagre em nossa vida [...].


Ao adotar hábitos saudáveis, Francielle venceu a endometriose. Ela buscou colocar em prática os oito remédios naturais, segundo orienta Ellen White. Além de mudar todo seu estilo de vida, ela também fez uso de recursos fitoterápicos, como o composto de babosa. Ao confiar sua vida inteiramente nas mãos de Deus, ela engravidou naturalmente do Samuel. Este é o e-mail que recebi no dia 28 de março de 2020, um sábado, dia do Senhor:


Feliz sábado, Henrianne [...]. Passando por aqui pra apresentar pra você o nosso presentinho de Deus. Sou imensamente grata a Deus pela vida do meu pequeno Samuel, e pela oportunidade de conhecê-la. Sem dúvida, Deus colocou seu blog, sua história em meu caminho pra me fortalecer, pra me fazer lembrar de nossos princípios como cristãos, pra me ensinar a confiar mais em Deus, independentemente do resultado. Quero agradecer a você pelas orientações e carinho que fizeram toda a diferença em minha vida.  Samuel nasceu na segunda- feira, dia 23 de março [...]. Ele é super saudável e bonzinho.


A história de Francielle e Samuel é emocionante. Se você está, neste momento, enfrentando a dor de não ter um filho, as dores da endometriose, o medo diante dessa pandemia de coronavírus, não perca a esperança. Olhe para Cristo, olhe para o alto, fortaleça sua fé. Deus tem grandes planos para sua vida.

“Sou muito grata a Deus pelo presente e milagre que fez em nossas vidas. Somente a Ele toda glória honra e louvor. Pedi um filho a Deus pra que ele fosse uma bênção, um milagre por onde fosse, e Deus nos concedeu”, Francielle me disse.

Se é possível vencer uma doença tão complexa quanto a endometriose por meio de hábitos de vida saudáveis, é possível vencer este momento de aflição que o mundo todo está vivenciando.

Ainda é tempo. Mude sua alimentação, tire o açúcar do cardápio, coma frutas, legumes, hortaliças. Deixe o ar entrar em sua casa. Abra as janelas. A renovação do oxigênio em nosso corpo e dentro de casa é essencial para combater as doenças. Tome sol e deixe os raios solares entrarem em sua casa. Faça exercícios físicos. Ainda que você esteja dentro de casa sem poder sair, caminhe vigorosamente por uma hora, duas vezes ao dia, dentro de casa mesmo. Tome água. Hidrate-se. Deixe imediatamente o cigarro, a bebida alcoólica, a cafeína (isso inclui o chocolate, pois o cacau tem cafeína). Valorize o sono. Cultive a alegria de viver, mesmo em meio a tanto caos. Tudo isso é possível somente em Deus. “Tudo posso nAquele que me fortalece” (Filipenses 4:13). Leia o meu texto Eu venci a endometriose.

Foi assim que o Samuel nasceu. Foi fazendo essas mudanças que o João, meu filho, nasceu. Foi confiando em Deus, que nasceram lindos bebês, filhos de mães corajosas e sábias. Foi confiando nos remédios simples da natureza, providos por um Deus amoroso que se interessa por nós, que eu e a Francielle e centenas de mulheres que entraram neste blog um dia recuperaram a saúde. O pão nosso de cada dia é um remédio. O Pão é Jesus.

Eu não sei que planos Deus tem para sua vida. Talvez não seja ter um filho. Como disse a Francielle, precisamos confiar “independentemente do resultado”. Mas com toda a certeza, ao fazer as mudanças em sua vida, sua saúde será outra. Ao confiar em Deus, você poderá olhar para Seu convite de salvação, para um novo mundo, para a vida eterna, onde não haverá dor nem sofrimento. A vida eterna é a nossa esperança.

Obrigada, Francielle, por testemunhar do amor de Deus. Seu filho nasceu neste momento para nos dar a esperança que vem de Cristo.






Fortaleça seu sistema imunológico. Leia o meu texto: Coronavírus, sistema imunológico e endometriose.



sexta-feira, 20 de março de 2020

Coronavírus, sistema imunológico e endometriose



20 de março de 2020

Há 12 anos, eu estou livre da endometriose. Sim, ainda tenho endometriose profunda, mas está assintomática. Não usei qualquer droga hormonal nem fiz cirurgias (com exceção da primeira, quando descobri a doença). Mudei meu estilo de vida, e meus novos hábitos de saúde salvaram minha vida, a vida da minha família e de centenas de pessoas que fizeram o mesmo.

Agora, o mundo está vivendo um momento dramático. Enquanto a endometriose se desenvolve de maneira gradativa arruinando a vida de milhares de mulheres, o coronavírus avança rapidamente com alta taxa de letalidade (fala-se em 16%) entre pessoas de mais idade e grupos com baixa imunidade. Todos estão vulneráveis. Se não estamos no grupo de risco, temos pessoas muito amadas que estão. Eu amo meus pais e me preocupo profundamente com a vida deles.

Por enquanto, não há remédio nem vacina para o coronavírus. A medicina ainda não tem uma resposta definitiva para mais esse mal que nos assola, assim como não tem um tratamento efetivo para a endometriose ou outras doenças que se alastram em números assustadores, como o zika ou a dengue, uma epidemia que invadiu as Américas. Mas isso não significa que não podemos fazer nada.

Quando descobri a endometriose, da maneira mais dolorosa possível (com um falso diagnóstico de câncer), recebi várias sentenças médicas: 1. Teria de aceitar a infertilidade a não ser que tentasse a FIV ou outros métodos de intervenção médica; 2. Os focos de endo cresceriam sem tréguas a não ser que eu tomasse remédios hormonais fortíssimos com diversos efeitos colaterais; 3. A única maneira de tirar os focos seria me submeter a cirurgias complexas; 4. Teria de conviver com a dor que poderia ser aliviada por medicamentos.

Não aceitei essas sentenças.

Ao ler os livros de Ellen White sobre saúde e confiar no poder de Deus, construí pouco a pouco um novo caminho, fundamentado também em pesquisas científicas da área médica, pois sou uma pesquisadora com doutorado e pós-doutorado. Eu não falo de minha experiência de um ponto fora da Ciência. Pertenço à Ciência e valorizo as pesquisas em saúde. Elas são fundamentais. Adotei hábitos saudáveis de vida. Resultado: 1. Os focos de endometriose regrediram significativamente; 2. Nunca mais tive uma crise de dor; 3. Tenho uma qualidade de vida normal; 4. Engravidei naturalmente do João, um menino saudável e inteligente que nunca teve nem mesmo um quadro de gripe. Veja aqui um resumo de meu novo estilo de vida.

Pois então, se foi possível vencer a endometriose a partir de recursos naturais e mudança de estilo de vida, é possível também vencer outras doenças, mesmo as emergenciais. 

Atualmente, não há nenhum medicamento aprovado contra o coronavírus. A recomendação médica se restringe ao isolamento e hábitos de higiene. Duas medidas muito importantes. Mas o que podemos fazer além disso? Vou contar o que tenho feito.

Primeiro, eu continuo firme em meu estilo de vida saudável que me fez vencer a endometriose. Ele inclui: caminhadas vigorosas e diárias, banho de sol diário sem protetor solar, respiração adequada, alimentação natural, consumo de água pura no intervalo das refeições, noites bem dormidas (dormir cedo), eliminação de substâncias prejudiciais (álcool, cigarro, condimentos picantes, açúcar, cafeína, chocolate, enlatados, sal em excesso, frituras, industrializados em geral), uso de fitoterápicos e, sobretudo, confiança em Deus. Todas essas decisões em saúde fortalecem o sistema imunológico de modo que nenhuma droga farmacêutica pode fazer.

Para enfrentar o coronavírus, considere os pontos citados como imprescindíveis e acrescente as seguintes estratégias que tenho adotado em meu lar:

1.     Limão puro. Tenho tomado 3 limões por dia já de manhã, seguidos de um copo de água. Eu vi que os noticiários estão dizendo que o uso de limão contra coronavírus é uma notícia fake. Não é fake. O limão alcaliniza o corpo. Vírus não ficam em ambientes alcalinos. O limão fortalece o sistema imunológico. Há pesquisas sobre isso. O uso do limão ajuda a combater até mesmo o câncer de mama, por exemplo (Veja aqui). Teve um ano que eu tomei três limões todos os dias. Naquele ano, eu não peguei nenhuma gripe apesar de meu marido ter pego duas ou três gripes fortíssimas e a despeito de eu mesma, em ocasiões passadas, ter pego gripes facilmente. Cuidados: tome os limões com canudinho e limpe bem os dentes, pois ele agride o esmalte dos dentes. Ele também pode causar desconforto gástrico. Quando a gripe dá os primeiros sinais, eu faço o que o médico adventista Balbach recomenda: tomo sete, oito limões em um dia, durante vários dias. Não há vírus que resista.

2.     Alho cru. O alho também está nas fakenews. Nada mais longe da verdade. O alho é um poderoso remédio capaz de eliminar o vírus rapidamente. De maneira preventiva, eu tenho usado água de alho com gengibre (300 ml de água, gengibre fatiado e 3 dentes de alho fatiado. Deixo por 3 horas, depois tomo). Também tenho usado alho cru na comida. Se a gripe dá os primeiros sinais, é preciso aumentar a quantidade de alho. Certa vez, fui com uma amiga muito querida a uma clínica natural de saúde. Havia muitos pacientes gripados. Eu tomei alho cru, espremido com água (hoje, eu tomaria com azeite). Enfim, não peguei gripe de ninguém. Cuidados: o alho agride o estômago. Então, use um pouco para prevenir e aumente a dose só se a gripe chegar. O alho também afina o sangue. Não use alho se você tiver que passar por uma cirurgia. Sobre o alho, veja essa importante pesquisa da Unicamp.       

3. Cebola crua. Para enfrentar a endometriose, eu tomei muito suco de cebola com melão. Um remédio e tanto. Para enfrentar a gripe, a cebola é poderoso remédio.

É importante frisar que o coronavírus é mais perigoso para pessoas com problemas de coagulação, como a trombose (o limão, gengibre, alho, cebola afinam o sangue), e com diabetes (limão, gengibre, alho, cebola diminuem o açúcar no sangue).  

Esses são recursos simples e eficazes. Mas será que eles funcionam se uma pessoa continuar comendo doces? Será que o limão é realmente eficiente se uma pessoa não dorme direito e vive estressada? Com o estilo de vida atual das pessoas, talvez o limão, o alho, a cebola não tenham condições de fazer quase nada pelo organismo. Portanto, é preciso mudar o estilo de vida. Não existe remédio milagroso ou uma pílula mágica.

Outra medida indispensável é: não coma açúcar. A glicose (até mesmo a frutose concentrada) debilita o sistema imunológico e fortalece o vírus, estimulando a replicação viral. Em outras palavras, quando comemos açúcar, há uma diminuição significativa da capacidade de leucócitos (glóbulos brancos) combaterem microorganismos (uma pesquisa realizada pela universidade adventista de Loma Linda, nos Estados Unidos, chega a falar em até 50% dessa capacidade) e um aumento da atividade viral. Pode haver uma multiplicação de três vezes maior da carga viral. Os vírus amam açúcar! Não são apenas eles que gostam de açúcar. O câncer, a endometriose e outras terríveis doenças (cardiovascular) se alimentam do açúcar, principalmente. Portanto, também diminua o consumo de massas.

Outra dica importante é: coma pouco. Faça duas ou três refeições ao dia. Coma bem no café-da-manhã, menos no almoço e bem menos ou quase nada na janta que tem que ser de duas a três horas antes de dormir. Mantenha cinco a seis horas de intervalo entre uma refeição e outra e não coma nada entre os intervalos, apenas ingira água pura. Esse hábito é fundamental para fortalecer o organismo. Quem come o tempo todo está se debilitando. Além disso, comer pouco e em intervalos regulares funciona como um pequeno jejum. Há muitas pesquisas científicas que demonstram que o jejum é fundamental para vencer as mais variadas doenças. Na Universidade de Yale, um grupo de pesquisadores tem mostrado como o sistema imunológico se fortalece com o jejum. Eles têm questionado a quantidade de alimentação via enteral em pacientes internados em UTI´s, com sepse. O jejum destrói microorganismos. Precisamos estar ao mesmo tempo bem nutridos e com o organismo não sobrecarregado por comida, ainda mais se for comida processada.

Nas refeições, procure ingerir todos os 20 aminoácidos necessários para que o organismo crie células de defesa. Isso é simples. A combinação arroz + feijão fornece todos esses aminoácidos. No meu café-da-manhã, eu faço um patê de grão-de-bico (ou outra leguminosa) e tomo leite de arroz (quinoa, chia, coco são opcionais). Como pão integral ou bolacha de arroz. Frutas e alguma oleaginosa (um pouco, bem pouco, de castanha-do pará, nozes). Pronto. É uma refeição completa.

Deixe o ar entrar em sua casa. À noite, não feche todas as janelas. Deixe uma janela do quarto aberta e a porta fechada para não dar corrente de ar. Precisamos respirar ar com oxigênio, renovado. Isso é muito importante.

Procure tomar sol sem protetor solar. A luz solar vai fortalecer sua imunidade, regular a produção de hormônios e beneficiar seu sono. 

Procure também trocar os momentos de tensão diante de noticiários por caminhadas, mesmo dentro de casa. Exercitar-se é fundamental para fortalecer o sistema imunológico. Já a luz artificial das telas inibe a produção de hormônios benéficos ao corpo e provoca doenças inflamatórias, além de impactar o sistema imunológico (Veja pesquisas de Abraham Haim, da Universidade de Haifa, em Israel). Troque a internet por um bom livro. Que tal a Bíblia? 
  
Eu sou vegetariana, não consumo produtos lácteos (não use derivados de leite neste momento para evitar alergias respiratórias), não como açúcar e uso muita fruta, hortaliça e legumes. Eu sei que uma mudança assim agora seria muito difícil para quem está habituado a comer carnes. Mas, ao menos, tire a carne de porco (uma carne proibida biblicamente) e risque o açúcar do cardápio. Procure fazer duas refeições diárias preferencialmente. Troque arroz e farinhas brancas por produtos integrais. E beba muita água (abandone os refrigerantes, sucos adoçados, sucos naturais... prefira a fruta). São pequenas mudanças que farão diferença neste momento.

Para tratar os pacientes internados em UTI´s, médicos italianos têm usado um remédio da década de 90 destinados a pacientes aidéticos (Kaletra: liponavir e ritonavir), entre outros antivirais poderosos. A sugestão que vou dar agora pode ajudar um número reduzido de pessoas talvez, mas acho importante compartilhar também para finalidade de pesquisa.

Há uma árvore brasileira que pode ajudar na imunidade e combater a ação do vírus, pois tem ação moderada contra o vírus da Aids (Veja aqui). Ela se chama Maclura tinctoria (Taiúva). Ela dá um fruto muito gostoso, uma amora branca. Agora não é época do fruto. Mas se pode extrair um látex de seu caule. Esse látex combate o vírus da Aids. Portanto, eu pessoalmente acho que esse látex pode ajudar no combate a vários tipos de vírus. Não há pesquisas relativa ao coronavírus evidentemente, mas essa é uma planta antiviral candidata à pesquisa. Trata-se de mais um recurso natural disponível para os que conhecem a flora brasileira. Essa árvore é bem comum na Mata Atlântica.   

Outra opção fitoterápica é a Moringa oleifera. Suas folhas têm ação contra o vírus HIV. Eu tenho feito em casa, ao menos duas vezes por semana, suco de folhas de moringa, ora-pro-nobis e babosa. A moringa inibe o vírus HIV (Veja aqui) e nutre a pessoa (Veja aqui). Essa planta poderosa é usada na África como um antiviral e um suplemento alimentar. É uma outra possibilidade de pesquisa.

Essas plantas podem ter efeito colateral? Sim. Até o limão e o alho têm. Mas certamente esses efeitos nem se comparam com a bula da droga que está no armário ou com os antivirais. O melhor da fitoterapia é que ela está ao nosso alcance, no quintal de casa.

Esse é um aspecto importante de minha vida; o quintal da minha casa. Quando descobri que minha farmácia estava na natureza, eu me organizei até conseguir me mudar para um sítio. Fui inspirada também pelo livro Vida no Campo, de Ellen White (Está disponível gratuitamente na web). Aqui diariamente conhecemos e usamos diversas plantas medicinais que nascem espontaneamente. Um sítio é um refúgio em tempo de crise. Um sítio é um lugar muito belo para se viver em tempos de paz. A natureza é a expressão do amor de Deus, do poder criador de Jesus Cristo. Ele fez o mundo em seis dias e descansou no sábado, o sétimo dia. Um sítio reúne a semana da criação.

A crise com o coronavírus vai passar, embora o rastro deixado estará marcado por memórias de muita tristeza e terror. Mas nada voltará à normalidade. Estamos, pouco a pouco, nos aproximando dos momentos finais deste mundo. Jesus descreve em Mateus 24 os sinais dos tempos. Ellen White fala sobre a história deste mundo e sobre seus últimos momentos no livro O Grande Conflito. Leia este livro. Ele está disponível gratuitamente na web. Ele é um best-seller internacional.

Nesse cenário de crises que se avolumam, o preparo físico para as crises de saúde é importante, mas o preparo espiritual é imprescindível. Mais do que a vida neste mundo, precisamos buscar a vida eterna. Ela existe em Cristo, nosso Salvador.

Buscar a vida eterna também significa viver uma vida de amor aqui na Terra. É preciso amar ao próximo como a nós mesmos. Nesta crise, o que você pode fazer pelas pessoas mais vulneráveis da sua família em termos financeiros? Há alguém que precisa do seu dinheiro para poder ficar em casa neste período de crise? Ao falar da volta de Jesus em um contexto de terríveis injustiças sociais praticadas pelas pessoas religiosas daquela época, Malaquias escreveu: “Chegar-me-ei a vós outros para juízo; serei testemunha veloz contra os feiticeiros, e contra os adúlteros, e contra os que juram falsamente, e contra os que defraudam o salário do jornaleiro, e oprimem a viúva e o órfão, e torcem o direito do estrangeiro, e não me temem, diz o Senhor dos Exércitos” (Malaquias 3:5).

Jesus voltará em breve. Um dia, Jesus esteve nesta terra para morrer em nosso lugar. Ele tem um amor infinito por nós apesar de ter sido tão mal recebido aqui e ainda ser desprezado por muitos. Esse amor é a maior segurança em tempos de paz e em tempos de guerra.

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu Seu Filho unigênito para todo aquele que Nele crê não pereça mas tenha a vida eterna”. João 3: 16. 





Uma pequena árvore carregada de limão rosa. Um poderoso antiviral.