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segunda-feira, 9 de julho de 2012

Respostas aos Comentários - II

9 de julho de 2012

Leia também o texto "Parasitose e endometriose" publicado neste blog.

Ola, tenho 35 anos e descobri a endometriose profunda ha 3 meses. Ha 3 anos tento engravidar, ja engravidei naturalmente 2 vezes mas abortei espontaneamente,isso ja faz 2 anos. Depois nao consegui mais engravidar aí fiz fertilizacao in vitro e nao deu certo, transferi embrios congelados tbm nao deu certo. Depois disto tudo fiz o transvaginal com preparo intestinal, no qual descobri a endometriose no intestino. Meu medico disse que eu teria que fazer uma cirurgia e tirar um pedaco do intestino, antes de fazer outro tratamento para engravidar. Achei a cirurgia muito complicada e decidi nao fazer e nao tentar mais engravidar. É muito sofrimento junto. Nao estou tomando nenhum remedio ate daqui a 3 meses, quando voltarei ao medico e ai comecarei um tratamento. Estou tentando mudar minha alimentacao e leio suas experiencias aqui. Gostaria de agradecer sua disposicao em compartilhar sua experiencia e suas pesquisas neste blog. Sinto voce como uma amiga, pq só quem tem a doenca sabe o que isto significa. Um grande abraco!  
Comentário enviado para o texto Nas noites frias de inverno
Anônimo
em 06/07/12

Tenho 35 anos também. Descobri a endometriose profunda há mais tempo. O médico também disse que eu teria de retirar um segmento do intestino. Talvez esse médico seja o mesmo que a atendeu. Sobre a experiência de tentar ser mãe, eu passei por essa expectativa recentemente. Foi apenas uma tentativa sem proteção, mas pensei que pudesse estar grávida. Desejei tanto estar grávida. Fiquei em função desse sentimento intenso. Criei expectativas, mesmo sabendo que uma mulher sem endometriose teria dificuldades para engravidar na primeira tentativa. Sei que não faz sentido minha expectativa, mas o fato de não ter engravidado se somou ao diagnóstico da endometriose profunda. Senti uma dor imensa. Não foi nada fácil. Isso coincidiu com o nascimento de um bebê na família, a gravidez de amigas e os comentários de quem não entende o que se passa com a gente. Depois de uma tempestade emocional, agora estou melhor.
Tenho absoluta certeza de que a mudança de estilo de vida é essencial para recuperar o organismo e nos dar saúde. É o ponto central de nossa recuperação. Mas não sei se com a mudança de estilo de vida eu ficaria grávida ou não, pois descobri a endometriose em estágio muito avançado. A endometriose diminuiu. A endometriose do intestino também diminuiu. Mas será que a mudança de estilo de vida além de combater a endometriose também possibilitaria uma gravidez? Não sei. Mas posso lhe dizer que minha nova alimentação tem feito muito bem para mim. Fazer exercícios físicos diariamente tem me ajudado muito. Essas mudanças têm sido fundamentais. Talvez eu consiga engravidar, talvez não. Decidimos não tentar, por enquanto. Talvez adotemos uma criança futuramente. A geração de uma criança é o maior de todos os milagres. Mas nós somos – você é – também esse milagre. Recebemos a vida e podemos doar vida de maneiras diversas, quem sabe gerando ainda um filho (conheço histórias de mulheres com endometriose profunda que engravidaram), quem sabe ajudando a quem não pode gerar uma criança (com a superação emocional e física da endometriose, mesmo que isso não resulte em uma gravidez, mas resulte em saúde, em superação, em alegria, sem sermos reféns de tempestades emocionais, como a que vivenciei esses dias), quem sabe acolhendo quem foi gerado, construindo uma nova história, com outros sonhos e muitas realizações.
Minha querida amiga, desejo um ótimo tratamento. Se tiver dúvidas, escreva quando precisar. Siga firme nas pesquisas sobre um novo estilo de vida. Com muito carinho.   



Boa noite. Gostaria de relatar, que faço controle da endometriose a vários anos, suspendendo com uso de contraceptivo. Desde janeiro de 2012, cortei radicalmente o consumo de alimentos açucarados da minha dieta. Em maio de 2012, suspendi o anti-concepcional e menstruei em junho. E quem diria foi inacreditável... Sem aquelas cólicas horríveis e sem inchaço abdominal, graças a deus. Agora creio que o açucar pode ser o mal pra muitas doenças. Abraço.fabiana
Comentário enviado para o texto Açúcar e endometriose
Em 02/07/12

Olá, Fabiana. Parabéns pela sua força de vontade! Deixar os doces é um desafio enorme. Eu sempre troquei refeições por doces. Era dependente do açúcar. Eu e meu marido fomos nos conscientizando aos poucos. O açúcar, no entanto, é um “alimento” para a endometriose, além de ser a causa de muitas outras doenças. Depois de várias substituições e novas receitas saborosas (mas saudáveis), eu não utilizo nem mesmo o açúcar mascavo. Apenas o mel, em pouca quantidade. No entanto, quando iniciei as mudanças, mesmo tendo tirado o açúcar de minha dieta, os focos ainda cresciam um pouco. Por isso, retirar o açúcar da alimentação é essencial, mas penso que pode não ser suficiente. Foi necessário incluir vegetais, frutas, legumes e muitos nutrientes no cardápio. Também comecei a fazer exercícios físicos diariamente e faço uso da fitoterapia. Além disso, combater o estresse é muito importante. Quanto ao anticoncepcional, ele também me fez muito, muito mal. Antes de descobrir a endometriose, eu utilizei por um ano o Yasmin. Um veneno para o meu organismo. Não utilizo mais anticoncepcionais.
Mas a endometriose nos engana. Podemos não sentir sintoma algum, mas os focos crescem rapidamente. Por isso, é importante ter acompanhamento médico constante, acompanhar o tamanho dos focos e fazer as mudanças na alimentação e no estilo de vida, em geral. Nesse contexto, retirar o açúcar da alimentação, como você fez de forma corajosa e convicta, é essencial.
Um grande abraço!  

Sinto dores fortíssimas na menstruação e tenho cada vez mais dores na relação e não consigo engravidar. Finalmente encontrei um médico disposto a me ajudar, já fiz vários exames de sangue e nada foi detectado agora ele e me passou este exame: ultrassom transvaginal com doppler. Gostaria de saber se o exame é eficaz em diagnosticar endometriose? Estou desesperada ..Obrigada
Comentário enviado para o texto A luta de Marli
em 01/07/12

Olá! Muitos médicos dizem que o único método de diagnóstico confiável é a laparoscopia. Outros também indicam a ressonância magnética. Há médicos que pedem a tomografia, um exame que por si só pode contribuir com o desenvolvimento da endometriose (Veja o texto). No entanto, médicos da Universidade de São Paulo (USP) desenvolveram um exame que detecta a endometriose (inclusive a profunda) utilizando o ultrassom transvaginal com Doppler. Essa equipe, inclusive, treina outros médicos para fazer esse exame. Por isso, o diagnóstico eficaz por meio desse exame vai depender de um ponto fundamental: se o médico tem treinamento ou não. Se ele tem essa especialização, fique tranquila, ele vai conseguir diagnosticar a endometriose com esse método não invasivo. Fiz esse exame, com um médico especializado, e tive o diagnóstico de endometriose profunda. Basta citar que antes, mesmo tendo sido submetida a uma cirurgia aberta para retirada do ovário direito, a médica sem treinamento não tinha visto a endometriose no intestino. Quando fiz o transvaginal com Doppler, recebi o diagnóstico correto. Portanto, certifique-se se de que seu médico tem essa especialização. Se não tiver, ele pode não conseguir identificar os focos. É importante mencionar também que os planos de saúde não cobrem esse exame (tenho dois planos de saúde). O exame é particular, caro, oferecido por diferentes médicos a um custo diferente. Como já escrevi, creio que se o exame foi desenvolvido por pesquisadores de uma universidade pública, imagino que médicos do serviço público estejam recebendo treinamento gratuito. Imagino também que esses médicos têm lutado muito para estender esse exame para o maior número possível de mulheres, compartilhando a técnica com outros médicos comprometidos com a saúde pública, atuantes em outras universidades e hospitais universitários brasileiros. Sendo assim, talvez muitas mulheres estejam sendo beneficiadas gratuitamente por um exame que não requer uma tecnologia avançada, mas um conhecimento de interpretação de imagens e preparo intestinal específico. Quero crer que isso esteja sendo feito, pois trata-se de um exame que requer informação especializada, não uma tecnologia inacessível. Quanto custa a informação? O que é necessário para que ela se torne acessível e ajude a combater a dor que a endometriose nos traz? O verdadeiro conhecimento não beneficia a poucos, mas revoluciona a vida de muitos. O verdadeiro conhecimento é acessível e se faz com generosidade e missão.
Obrigada pela sua pergunta. Se tiver alguma dúvida, me escreva.
Um abraço!

Olá, minha amiga! Torço para que esteja muito bem. Que texto mais lindo o seu sobre sopa, aliás, a sopa. Sem dúvida, ela não pode faltar à mesa. Aproveito a oportunidade para lhe perguntar se você tem alguma informação sobre o aipim (mandioca), o cara e o inhame. Gosto muito de introduzi-los nas minhas refeições. Será que estou correndo algum risco? Já li algo sobre eles, mas não consigo mais encontrar o texto. São tantas informações que, mesmo apesar das minhas anotações, sempre escapa algo. Mais uma vez, obrigada pela sua enorme atenção e respeito. E pelos textos cheios de vida. Um beijo carinhoso! Michele.
Comentário enviado para o texto Nas noites frias de inverno
Anônimo
em 29/06/12

Oi, Michele! Que alegria receber sua mensagem. Se você pudesse conhecer quem fez a sopa, perceberia que meu texto apenas tenta retratar a atitude afetuosa única. A gente se nutre com a admiração, mas como expressá-la em palavras? Você expressa muito bem e me sinto muito feliz em ler o que escreve.   
Sobre sua pergunta, eu utilizo os alimentos que você citou, mas não faço uso com muita frequência. Como procuro variar bem a alimentação, acabo não comendo muito de um mesmo alimento (com exceção do alho, limão etc). Li sobre pesquisas que afirmam que o cara e o inhame fazem bem para a saúde da mulher. O cará japonês, inclusive, é utilizado para obtenção do hormônio progesterona, que serve de um tratamento alternativo para mulheres com endometriose (tratamento proposto pelo médico John Lee. Eu até procurei uma médica que me receitou essa progesterona, mas eu não utilizei, pois apesar da oferta de um produto supostamente menos agressivo, ele era feito a base de parabeno. Uma substância que contribui com o avanço da endometriose). O que eu procuro evitar mesmo é o consumo de batatas, devido ao acúmulo de agrotóxico (quando consumo, prefiro as orgânicas), excesso de amido (por esse motivo, os tubérculos, como a mandioca e outros, devem ser consumidos com moderação) e baixa composição nutricional (Além disso, antes, eu comia muita batata – frita, na forma de purê – e acabava não comendo outras variedades de nutrientes importantes, presente em legumes e verduras).
Um grande abraço, minha amiga!

Olá, parabéns pelo blog e as informações importantes que você compartilha. Estou na luta com os sintomas da endometriose a quase 5 anos e agora está profunda. Comecei a ter os sintomas 1 ano após o nascimento do meu filho mais novo e me submeti a uma laqueadura e muito me leva a crer que foi um dos fatores que desencadeou esse processo. Já passei por 3 médicos e agora acho que encontrei o caminho certo. Sei que vou necessitar de uma ou mais cirugias pela viodelaparoscopia, por estar com a bexiga repleta da focos e o ureter também com foco. Fiz a minha primeira cirurgia a dois anos pois estava com o ovário direito colado no útero e sentia dores horríveis. Realmente após mudar muitas coisas na minha vida como alimentação e inclusão de tratamento de acupuntura, que tenho o privilégio do meu marido ser acupunturista e assim pude melhor as dores em uns 60%. Mas ainda sofro com dores no período pós mestruação para fazer xixi e sofro de recorrentes infecções na bexiga. Realmente o caminho não é fácil, pois muita gente não conhece essa doença e muitas vezes até duvida da dor que sentimos, essa que não é nada fácil sentir e ainda ser mãe, mulher, funcionária, tudo que a sociedade acaba cobrando e muitas vezes não temos nem vontade de acordar e muito menos fazer qualquer coisa. Minha vida mudou muito depois da endometriose, mas aos poucos estou superando, e a acupuntura e a alimentação acho que foram fundamentais. Hoje vendo seu blog acho que só está me faltando arrumar um pouco mais de tempo para as atividades físicas e que resolvi encarar hoje como a próxima meta nessa luta. Estou no processo de fazer exames para cirurgia e confiante que as coisas irão melhorar, por indicação do meu segundo médico fui até o HC-SP, que agora atende a convênios e lá conheci um médico que atende no HU-USP no setor de endometriose e consegui um encaminhamento para o tratamento e cirurgia lá mesmo. Não sei se é fácil conseguir atendimento lá sem encaminhamento, mas até o momento estou confiante que agora estou nas mãos certas. Fica aqui a minha dica para quem tiver a possibilidade de fazer acupuntura, pode te proporcionar uma grande melhora e qualidade de vida.
Agradeço a sua dedicação e informações super úteis e com certeza agora vou sempre acessar para ver se temos mais informações e poder ajudar de alguma forma.
Comentário enviado para o texto Como superei a endometriose – Parte III 
Alessandra Onodera
em 28/06/12

Olá, Andressa:
Obrigada por compartilhar sua experiência. É uma experiência de superação, pois você tem vencido a dor por meio da transformação de seu estilo de vida. Sua história serve de estímulo para todas nós. A cada dia, com suas mudanças, você ficará ainda melhor. Eu não tenho endometriose na bexiga, segundo os exames. Mas às vezes sinto queimações. Isso ocorre principalmente quando tomo pouca água e como refeições com muito sódio (com tempero pronto em ocasiões em que tenho de comer em restaurante ou com um pouco mais de sal em receitas que eu mesma preparo). Uma das coisas que faço é tomar muita água. Não tomo líquido junto com as refeições, mas se sinto que iniciou a queimação, eu tomo água. De manhã, eu tomo dois copos de água e um limão espremido. Durante o dia, eu tomo vários copos de água. Suco de maçã (sem açúcar, na centrífuga ou no liquidificador com água) também ajuda. Além disso, o uso de alho e cebola funciona como um antibiótico diário, sem efeitos colaterais. Também conheço uma pessoa que utiliza, com sucesso, a planta panaceia (Solanum cernuum) para combater as infecções, pois tem uma importante ação diurética.
Os exercícios físicos são um remédio muito valioso. Eles combatem o excesso de estrógeno de maneira imediata, além de combater a glicose, melhorar as emoções, entre tantos outros benefícios. Obrigada por compartilhar também como está sendo seu tratamento. Isso beneficiará muitas mulheres. Escreva para contar os benefícios que você tem sentido com os exercícios físicos.
Agradeço suas palavras carinhosas. Desejo sucesso em seu tratamento!!


Fiz minha cirurgia de endometriose com o Dr. Ricardo Pereira há mais ou menos 4 anos e ele foi o anjo que devolveu a minha vida. Alé de um excelente profissional é extremamente humano e além de me livrar das muitas dores que sentia antes da cirurgia ele me deu a coisa que mais amo nessa vida, minha linda filha que hoje tem 1 ano e 8 meses e que não existiria se não fosse por ele e sua equipe, pois muitos médicos, inclusive de renome, me desenganaram, só ele aceitou me operar. Foi uma cirurgia dif[icil, durou 9 horas e cinco dias de recuperação no hospital, mais 30 dias em casa, mas hoje me sinto ótima. Também busquei uma grande mudança em meu estilo de vida e em meu psicológico, e acho que isso contribuiu muito para o sucesso da cura alcançada.
Anônimo
em 28/06/12
Agradeço por compartilhar sua história e muitos desafios e de grande superação! Fico feliz por você ter mudado seu estilo de vida. Também acho de fundamental importância o que você destacou – o psicológico. As mudanças precisam ser físicas, mas também devem ser emocionais. A mente impacta o corpo. O estresse e outros sentimentos alteram a química do organismo e desencadeiam processos inflamatórios. A endometriose é uma inflamação. Por isso, é importante refazer as emoções. Mesmo para fazer as mudanças na alimentação e no estilo de vida, estar psicologicamente bem é fundamental. Se estivermos tristes e desanimadas, nervosas e enfraquecidas, como teremos forças suficientes para mudar o cardápio e acreditar nos benefícios de uma vida saudável? O desânimo precisa ser vencido. Precisamos ter ideais, esperança, fazer planos, sonhar e colocar em ação novos objetivos, descobrir e construir uma vida com significado. Com certeza, como você disse, sua “grande mudança no estilo de vida e no psicológico” foram fundamentais. Obrigada por escrever! Um grande abraço.

Olá! Meu nome é Márcia e sou portadora de endometriose profunda. Tenho 44 anos. Retirei o útero em maio de 2010 e após a cirurgia tive sangramento durante 21 dias. Operei com uma médica ginecologista. Que arrependimento!!! Tive várias complicações. Após ressonância magnética, descobri que tenho endometriose profunda. Meu intestino está comprometido, como consta também na colonoscopia que fiz, parte do reto, bexiga e etc. Fiz tratamento com a vacina zoladex 3.6 durante 6 meses e confesso que a dor sumiu. Tenho muito gases, estou inchada (estou pesando 90 quilos), tenho uma barriga enorme (vive inchada) e o transtorno do humor. Mudo com muita facilidade. Faço uso contínuo do anticoncepcional cerazette a mais de 10 anos e continuo usando mesmo após a cirurgia, pois permaneci com meus ovários. O médico que me acompanha não quer me operar. Procurei opinião de outros e permanecem com a mesma ideia. Vou levar meu diagnóstico para médicos cirurgiões avaliarem. Graças a Deus estou viva e superando dia a dia esse problema. Estou disposta a mudar minha alimentação e praticar esporte (depois que meu pé fraturado melhorar). Não desistam!!! Vocês não são as únicas. Deus tem um plano na vida de cada um. Abraços!!!!
Comentário enviado para o texto Como superei a endometriose – Parte II

Oi, Márcia. Também sinto que não deveria ter perdido meu ovário direito. Outro médico me disse que talvez não precisaria ter retirado o ovário. Mas eu tinha tão pouco conhecimento e estava tão assustada, que aceitei a cirurgia. Quando me lembro disso, também me lembro do que já foi falado – “mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo [...]” (Filipenses 3:13). Foi escrito por um judeu romano, que possivelmente tinha uma doença crônica, há milhares de anos, num contexto religioso, com um objetivo diferente, pois ele buscava a soberana vocação de Deus e de modo surpreendente a tinha encontrado. Mas me serve de força, a força que preciso para prosseguir. Graças a Deus você está viva! Há tanto tempo você está lutando contra essa doença, mas tem procurado a cura. Você é uma vitoriosa. Com as mudanças que fiz na alimentação e com os exercícios físicos, eu melhorei muito mesmo. A endometriose diminuiu. Mesmo que seja difícil no início, busque fazer exercícios físicos diariamente. Isso é um grande remédio e ajudará muito na sua recuperação. Tem um médico Paulo Farber, com doutorado pela USP, que conseguiu emagrecer com mudança de estilo de vida. Embora eu faça uma dieta diferente da dele (ele come carne, eu não como mais; entre outras diferenças), acho a convicção que ele adquiriu sobre estilo de vida impressionante (Veja o texto). Além disso, se você tiver condições, veja se interessa ir a uma clínica de saúde (Veja o texto). Nem sempre é fácil fazer as mudanças, e eles podem ajudá-la nesse começo.
Márcia, o organismo tem uma capacidade de recuperação extraordinária. Com a mudança de estilo de vida, você ficará realmente melhor, será possível vencer a endometriose (apesar de ela ser uma doença crônica) e viver uma vida normal, mesmo com a endometriose profunda.
Estarei pensando em você! Desejo sucesso nas consultas e no seu caminho de cura. Você trouxe uma mensagem de força e confiança para todas nós! Obrigada!!
Com carinho!

Minha receita contra a endometriose, em linhas gerais:








2 comentários:

  1. Estou com endometriose no útero e intestino, me indicaram para a cirurgia o Dr Ricardo Pereira de São Paulo, gostaria de saber mais informações sobre os resultados de cirurgias realizadas por ele, sobretudo as que envolveram intestino. As pessoas que operaram com ele fizeram uma única cirurgia ou reoperaram?
    Marluce

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  2. Olá, Marluce:

    Sou a editora do blog.
    Eu nunca me consultei com o Dr. Ricardo Pereira. Uma amiga fez a cirurgia com ele e está se recuperando bem. Publiquei alguns comentários enviados por leitoras sobre ele, com opiniões variadas. Foram publicados no seguinte link: http://endometrioma.blogspot.com.br/2011/10/da-endometriose-ao-cancer-consciencia.html

    Desejo sucesso em seu tratamento.
    Carinho,

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