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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Livre da endometriose: A cura de Jeniffer

9 de janeiro de 2013

Recebi o texto de Jeniffer sobre seu caminho de mudança de vida e superação da endometriose. Ela está curada! Segue meu comentário abaixo.   


Oi,

Confesso que, no momento em que escrevi o meu relato, não fazia ideia da esperança que a minha história poderia trazer a outras pessoas. Escrevi em um momento muito feliz: momento em que eu cheguei em casa após pegar os resultados dos meus exames e conversar com o médico que me deu a notícia de que eu não tinha mais nada, nem endometriose, nem ovários policísticos. Meu marido estava no trabalho e eu estava muito feliz... Queria compartilhar isso com alguém... Foi quando encontrei o blog, tentando descobrir se alguém havia passado por algo parecido, pois, para mim, era tudo tão impossível de ter acontecido que eu nem conseguia acreditar!

Bem, confesso, ainda, que fiquei um pouco ansiosa e insegura quanto a escrever sobre a minha experiência, pois, só então, me dei conta da importância disso para a vida de outras mulheres e famílias que sofrem com essa doença. Então, orei a Deus e pedi que Ele me ajudasse a escrever e que o meu testemunho mostrasse o Seu poder e Soberania acima de tudo e que a fé e a esperança de outras pessoas fosse aumentada.

Resumindo, eu levava uma vida muito corrida, fazia magistério (aproveitamento de estudos) de manhã, trabalhava à tarde e fazia faculdade à noite, sem falar nos cargos que tinha na igreja e mais em casa para cuidar e o marido para dar atenção. Com tudo isso, eu não dormia suficientemente (ficava algumas noites sem dormir ou dormindo às 4h da manhã fazendo trabalhos, e acordava às 6h para ir para o magistério). Eu me atrasava muitas vezes, engolia rapidamente um pedaço de pão e saía correndo para a escola. Não tinha muito tempo para me alimentar bem. Então, comprava lanche na hora do recreio da escola em que trabalho (folhado de chocolate ou queijo, pizza, choco milk, pão de queijo, etc.). Chegava em casa à noite, com muita fome. Era o momento em que eu mais comia: antes de dormir, ou seja, tudo errado.

Foi quando, no mês de janeiro de 2011 (já havia terminado o magistério em 2010), a diretora da área de saúde de minha igreja convidou um palestrante para fazer uma semana de palestras sobre saúde e estilo de vida. Meu marido e eu ficamos interessados, pois já éramos vegetarianos havia dois anos, porém, não tínhamos muito conhecimento sobre isso, apenas não comíamos carne, mas não tínhamos uma alimentação saudável. Comíamos alimentos com açúcar, chocolate e principalmente muito queijo. Raramente as frutas e verduras entravam em nosso cardápio.

Combinamos de assistir à semana de palestras inteira, pois, apesar de acharmos que já estávamos indo muito bem nas questões de alimentação (engano nosso), pensávamos que o palestrante daria muitas dicas de cardápios e prevenção de doenças.

Nos surpreendemos muito com as palestras do professor Manoel Tápia (ele tem um currículo excelente e estudou, inclusive, em Loma Linda,  lugar que aparece sempre na televisão mostrando o estilo de vida saudável das pessoas e a longevidade delas) e percebemos que estávamos fazendo tudo errado.

O palestrante nos indicou alguns livros, sendo um deles Conselhos Sobre o Regime Alimentar, da escritora Ellen White. Esse livro eu tinha em casa, foi emprestado por um amigo . Percebendo o quanto eu sofria com as crises de enxaqueca, ele emprestou-me, porém eu não tive paciência de ler na época (mal sabia eu o que estava perdendo).

Durante aquela semana, meu marido e eu fizemos a limpa em nossa geladeira e armários. Jogamos fora os alimentos prejudiciais (quase tudo) e trocamos por alimentos saudáveis. Não foi nada fácil. Cada dia fazíamos pelo menos duas mudanças em nosso estilo de vida:

- Regularizamos o nosso horário de comer (sempre no mesmo horário).

- Passamos a fazer apenas três refeições diárias com intervalos de 5 a 6 horas.

- 1ª refeição (desjejum) forte, 2ª refeição (almoço) média, 3ª refeição leve.

- Trocamos os refinados pelos integrais, colocamos frutas e verduras em nosso cardápio, começamos a preparar os alimentos da maneira mais simples possível dando lugar aos alimentos crus. Tiramos de nossa dieta frituras, chocolate, açúcar (utilizamos mel em pequena quantidade na granola e no pão integral), refinados, leite e derivados (principalmente o queijo), ovos, condimentos, quase todos os industrializados (parece ser o mais difícil, pois estamos tão acostumados com a praticidade de ter os industrializados, porém, eles fazem muito mal).

- Começamos a tomar água entre as refeições (e não junto com elas): meia hora antes de comer e duas horas depois.

- Começamos a dormir cedo, sendo que a última refeição deve ser feita pelo menos três horas antes de dormir para que o corpo realmente descanse. (Fiz o propósito de não fazer mais trabalhos à noite, por mais importantes que fossem, comecei a entregar nas mãos de Deus sabendo que Ele queria o meu bem e que o meu corpo é o templo do Espírito Santo. Comecei a ter mais fé e acreditar que Deus me ajudaria a vencer os prazos de entrega de trabalhos e outras coisas por mais impossível que fosse. E, assim, Ele me ajudou, e tem me ajudado até hoje). Começamos a dormir 8h por noite.

- Começamos a fazer exercícios físicos.

Até aí eu não sabia que tinha endometriose. Tinha fortes dores quando menstruava, porém com a correria que era a minha vida, fiquei dois anos sem consulta ginecológica (e sem qualquer outra consulta ao médico, às vezes ia para o pronto-socorro devido à minha enxaqueca que era muito frequente).

Nesse mês de mudanças radicais, decidi consultar e fazer exames, principalmente para ver como estava minha B12 [vitamina].

Meu marido e eu tentávamos ter um filho havia quatro anos e nada, então minha médica pediu alguns exames para ver se estava tudo bem comigo e meu marido consultou um urologista.

Foi então que descobri que estava com um foco de endometriose no ovário esquerdo e ovários com padrão micro policísticos (esse desde a adolescência).

Minha médica pediu para que eu tomasse um anticoncepcional durante quatro meses e repetisse o exame para fazer o controle evolutivo. Eu não podia tomar anticoncepcionais devido à minha enxaqueca, mesmo assim ela me receitou um mais fraco (utilizado por mulheres que estão amamentando). Mesmo esse anticoncepcional me fez muito mal, sofri com fortes dores de estômago, muita irritação entre outros. Mesmo assim tomei o medicamento por três meses, então, não aguentei e decidi parar e esperar em Deus confiante de que a mudança no meu estilo de vida traria alguma melhora.

Repeti o exame em cinco meses e o endometrioma havia diminuído um pouquinho devido à medicação, segundo minha médica que insistiu para que eu continuasse tomando ou procurasse um médico de infertilidade, pois na minha situação, com 27 anos (na época), endometriose e ovários policísticos, seria cada vez mais difícil ter filhos. Sem falar que os exames do meu marido não deram muito bons, ele estava bem, porém no espermograma descobrimos que metade dos seus espermatozoides eram mortos, com defeitos e lentos.

(Eu não sei o motivo, mas eu fiquei sem fazer exames durante um ano e meio desde que fiquei sabendo da minha endometriose e, isso, sem perceber, pois tentei me desligar do assunto para ficar mais tranquila. Só me dei conta quando meus médicos me disseram que fazia tempo que eu não aparecia, sendo que eu deveria ter ido de seis em seis meses. Não recomendo, pois, os exames são importantes e não devem ser negligenciados.)

Nesse dia, fiquei muito triste. Mas, Deus, naquele ano, havia me abençoado com uma aluna que seguia o mesmo estilo de vida saudável que eu havia começado a seguir (sou professora de 1º ano do ensino fundamental) e, nesse dia, encontrei com a mãe dela na academia e contei a ela o motivo da minha tristeza. Foi então que ela me contou o testemunho de seu marido que teve câncer (ou ele morreria em seis meses ou não teria filhos, mas ele foi curado e eles tiveram dois filhos). Ela é enfermeira; e ele, médico. Ela contou como ele foi curado através da mudança no estilo de vida e alimentação e me deu muitas dicas sobre o assunto. Ouvindo ela e através da convivência com minha aluna, tive mais forças para continuar a seguir o novo estilo de vida. Não foi fácil, pois muitos nos criticavam dizendo que meu marido e eu ficaríamos doentes por comer somente três vezes por dia. Essa mudança traz outras mudanças em muitas outras áreas da vida. Por exemplo, os lugares que frequentávamos com os amigos (restaurantes, lanchonetes etc.), os momentos de lazer com os amigos em horários que agora já estamos dormindo etc Nossa maior dificuldade foi conviver com as críticas e piadinhas das pessoas. Mas, logo nos acostumamos e hoje muitas pessoas pedem conselhos sobre o viver saudável para nós (muitos ainda acham muito estranho, pois no mundo de hoje comer mal e viver sem regras, bem como não ter saúde, é normal).

Durante esse ano me senti na responsabilidade de passar aos meus alunos esse exemplo. Fiz um projeto chamado HORA DO LANCHE SAUDÁVEL, através do qual observamos mudanças positivas significativas na vida dos alunos e de suas famílias e, ainda, fui premiada com a escolha do meu projeto como um dos melhores da Associação Central Paranaense da Educação Adventista, que é a rede onde trabalho. Acredito ser o meu dever ensinar aos meus alunos aquilo que aprendi e que me faz tão bem.

Desde que começamos o novo estilo de vida, muita coisa mudou: eu era muito irritada e me alterava facilmente, descobri que o meu estilo de vida sem regras, alimentação cheia de estimulantes entre outros e o mau hábito de comer alguma coisinha o tempo todo contribuía muito para isso. Hoje sou uma pessoa muito diferente, até o meu casamento foi influenciado positivamente com essas mudanças. Minha enxaqueca só aparece quando, por algum motivo ou falha, fujo da minha rotina saudável (dormindo tarde, por exemplo) ou em situações de stress. Meu marido que é TDA/H (Transtorno do déficit de atenção/ Hiperatividade), vivia perdendo dinheiro, documentos, etc. Era muito agitado e não conseguia prestar atenção no que eu falava, era esquecido, não conseguia ler, enfim, era muito difícil lidar com este problema... Conseguimos perceber sua melhora gradual e significativa. Hoje posso dizer que ele melhorou (durante esses dois anos) 90%, tanto que hoje ele é ancião de igreja e tesoureiro (para quem vivia perdendo as coisas e não era considerado responsável devido à doença, as coisas mudaram inacreditavelmente). Enfim, são muitas as bênçãos diárias que recebemos.

E a benção mais recente foi a do dia 03 de janeiro de 2013.Há um ano e meio, o médico fez o exame e disse: "É muito azar mesmo, seu marido é infértil e você tem ovários policísticos e endometriose..." Dessa vez, ele disse: "O que você fez? Você não tem mais nada, não estou encontrando nada aqui!"

Gostaria de dizer, ainda, que ao fazer esta mudança no estilo de vida, o meu foco não era a cura, e, sim, a minha consciência dizendo que meu corpo é o templo do Espírito Santo e que eu deveria me apresentar como sacrifício vivo perante o Senhor. Para mim era minha obrigação cuidar do corpo que Deus me deu, gostaria de ter a mente clara para ouvir e entender a Sua voz. Eu acreditava sim que, com as mudanças, muita coisa melhoraria, mas se não melhorasse, tinha o propósito de ser feliz e grata mesmo assim e de continuar com meu novo estilo de vida. A cura foi um presente.

Agora meu marido e eu esperamos ter um filho ou filha. Não sabemos se teremos, mas acreditamos que Deus é muito poderoso e que Ele poderia ter nos dado este filho independentemente da cura ou não. Porém, em nossas orações, pedimos que Ele faça a vontade dEle e não a nossa, pois, Ele é nosso Pai e quer a nossa felicidade. Às vezes, achamos que sabemos o que vai nos deixar felizes, mas, Deus é Quem realmente sabe e nossas vidas estão em Suas mãos aceitando, com alegria, a Sua vontade.

24 comentários:

  1. Olá, querida amiga Jeniffer:

    Agradeço imensamente sua mensagem de cura. Ao orar, Deus lhe mostrou o caminho da saúde. Ele lhe deu forças para fazer as mudanças. Ele lhe deu a cura. Ao orar, Deus a conduziu para compartilhar de maneira objetiva e impressionante como você superou a endometriose e adquiriu saúde.

    Sim, é algo maravilhoso e único. A Medicina diz que não há cura para a endometriose. Os remédios, caros e com efeitos colaterais indesejáveis, podem até diminuir os focos, mas não interrompem a doença. A cirurgia pode até ser necessária em alguns casos, mas não é curativa. Poderia a mudança no estilo de vida levar à cura da endometriose?

    Você é a prova de que sim. Eu sou a prova de que sim. Descobri a endometriose após um diagnóstico falso de câncer, após perder um ovário. Estava em estágio muito avançado, no intestino, ovário, em outros locais do abdômen. Minha situação de saúde era tão precária que já não sentia forças para viver. O corpo doía de modo dilacerante. Estava a ponto de passar meus dias em uma cama, atacada pela inflamação da endo e sua ação autoimune. Orei a Deus. Ele me mostrou o caminho, me deu forças para fazer as mudanças. Como eu deveria ser submetida a uma cirurgia cara e complexa, eu também utilizei – e ainda utilizo – alguns recursos fitoterápicos curativos. No início, os focos cresciam um pouco. Depois, pararam de crescer. E então começaram a diminuir. A endometriose tem diminuído sem o uso de remédios agressivos ou de anticoncepcional. Estou menstruando todo mês. Quando fiz um exame em 2011, constatei que havia perdido 7 cm de endometriose. Ainda tenho focos de endometriose, mas eles têm diminuído dia a dia. Estou fortalecida, sem sintomas, sem dor. Minha médica disse que nunca teve o mesmo resultado em seu consultório, com o uso de remédios.

    Seu relato enfatiza a alimentação natural; os horários das refeições; os malefícios dos industrializados; a importância de acrescentar alimentos nutritivos e naturais; os malefícios do açúcar, do queijo e dos maus hábitos, como dormir tarde e trabalhar demais; os desafios sociais para quem deseja mudar; a importância dos exercícios físicos e da ingestão de água pura; a necessidade de fazer o acompanhamento médico e realizar todos os exames médicos; os benefícios sociais, profissionais, físicos, emocionais e espirituais da mudança de estilo de vida; a aceitação da possibilidade de não ter um filho; e, sobretudo, a confiança total em Deus. Precisamos ler e reler seu texto.

    Nossa experiência é muito semelhante. Por isso, é possível afirmar: quem fizer essas mudanças, vai alcançar os mesmos resultados positivos. Ah, se todos soubessem o que significa esse caminho. Precisamos acreditar, precisamos fazer a experiência e avaliar os resultados por nós mesmos. É simples, é de graça, mas é revolucionário, é real. Fiquei impressionada com seu relato. Enviei para meu marido e ele também se surpreendeu.

    Oramos ao mesmo Deus. Lemos o mesmo livro. E dessa forma surpreendente, nos encontramos agora.

    Parabéns pelo projeto em sua escola. Deus também redimensionou sua atuação profissional, dando-lhe uma nova visão sobre a vida. Felizes são seus alunos que têm uma professora como você. Felizes somos nós porque conhecemos sua história. Felizes serão os seus filhos, que terão pais como vocês, caso seja essa a vontade de Deus para sua família.

    Com carinho,

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    1. Meu marido e eu nos emocionamos muito ao ler o que você escreveu. Também achei surpreendente a forma que nos encontramos! Acredito que Deus tem planos que não conhecemos e direciona os acontecimentos com propósitos celestes. Acredito que o poder de Deus transforma até mesmo as coisas ruins de nossa vida em bençãos.
      Que os diferentes testemunhos encontrados em seu blog continuem sendo usados por Deus para os Seus propósitos: fortalecendo as pessoas em fé e esperança, mostrando a vontade de Deus para cada um de nós (Ele quer o nosso bem, devemos fazer a Sua vontade), unindo pessoas em oração umas pelas outras e, principalmente, mostrando a bondade, amor, poder e soberania de Deus sobre tudo e todos. "Se permanecerdes em Mim, e as Minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes, e vos será feito." João 15:7.

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    2. Olá, Jeniffer:

      Você falou da experiência desse médico que se curou do câncer terminal e teve filhos. Assim como você escreveu para o blog, você poderia pedir para que ele escreva sua experiência e compartilhe com a gente?

      Um médico especialista em endometriose, pesquisador da USP, me disse, enquanto realizava o exame, que a endometriose é prima do câncer.

      Seria muito importante conhecer a experiência de cura que esse médico, mencionado por você, alcançou, caso seja possível que ela escreva para nós.

      Um grande abraço!

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    3. Tenho certeza de que ele iria gostar muito da ideia, pois ele ministra palestras e cursos de culinária natural (já nos auxiliou muito em diversos eventos), porém, ele foi com a esposa e os filhos para os Estados Unidos há mais ou menos 1 mês e perdemos o contato. Mas, pode ter certeza, que na primeira oportunidade de conversarmos pedirei para que ele escreva sim.

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    4. Obrigada, Jeniffer. Será um privilégio conhecer essa história. Abraços!

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  2. Olá, Jeniffer!

    Um relato como o seu merece aplausos. Seja pela sabedoria, pela persistência, pela coragem, pela bondade, pela fé que depositou em si mesma e em Deus.

    Sem dúvida, o caminho que você escolheu é bem próximo ao da nossa amiga dona deste blog. Vi os mesmos passos. Senti o mesmo ímpeto. Você e ela são resultados aos quais a dedicação ao corpo e à mente pode nos levar. Não são lendas, mas histórias vivas, verdadeiras, contemporâneas, acessíveis. Retratos coloridos de uma imagem que almejamos. Passaportes carimbados para mudarmos o corpo enfraquecido que habitamos. Se nós temos que ver para crer, então não temos mais como não crer.

    Agora percebo, parece-me que a cura está muito mais associada às nossas escolhas. Na escolha do alimento que comemos, do sono que adormecemos, dos movimentos que fazemos, dos pensamentos que temos, dos amigos com quem nos relacionamos, da prece que rezamos, é que vem a nossa cura. Essas escolhas mudam tudo dentro de nós. Bem-aventuradas são as mulheres e homens que acreditam nisso e que apostam, com muita coragem, nesse estilo de vida. Bem-aventurada é a nossa amiga blogueira que nos abriu este espaço para apreciarmos algo tão grande.

    Ao apostarmos na cura natural, chamamos para nós mesmas a responsabilidade que temos que ter com o nosso corpo. Assumimos o compromisso de acreditar em algo tão desacreditado. E com os resultados positivos, deixamos perplexos alguns profissionais da área que muito pouco sabem sobre esse caminho de cura. Esse caminho simples, mas tão benéfico e complexo. O corpo que habitamos agradece.

    Parabéns, Jeniffer pela conquista! De muitas formas, ela é nossa também.

    Um abraço apertado!
    Michele.

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    1. Fico muito feliz em poder compartilhar minha história e desejo que Deus continue dando forças a cada uma de nós para prosseguirmos no caminhar desta vida.
      Agradeço o carinho Michele, abraço!

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  3. Parabéns Jennifer pela força de vontade para mudar seu estilo de vida. Sei o quanto essa tarefa é difícil. Há anos eu tento mudar e o que consegui ainda é mto pouco. Digamos que eu ainda não reduzi 100% os industrializados, o açúcar, os derivados de animais...

    O que mais me intriga é comer apenas 3x ao dia. Vc não é a primeira que ouço falar nisso, vou ler o livro e pesquisar mais a respeito. Já fui a vários nutricionistas q me recomendaram comer a cada 3 horas. Eu sou um palito. Tenho 1,70 e peso 54kg. Se eu emagrecer mais eu vou voar!!! Essa dieta faz emagrecer? Nem uma frutinha é permitida entre as refeições?

    Seu relato me animou muito a tentar com mais força!
    Obrigada.

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    1. Oi, Daniella!
      Espero que você persista em tentar mudar com mais força, pois, assim, um caminho de grandes bençãos estará lhe aguardando!
      Realmente, mudar não é nada fácil, principalmente com tantas facilidades que nos cercam, tais como, os industrializados, por exemplo (esses são os piores!). Porém é possível sim mudar, porém a mudança começa em sua mente, ela precisa aceitar e entender realmente os motivos para mudar. Sugiro que ore à Deus e leia com atenção o livro Conselhos Sobre o Regime Alimentar (leia do começo ao fim).
      Sempre aconselho que a última coisa a ser deixada é a carne, pois o organismo de que come carne está acostumado demais com ela, portanto, ela deve ser tirada do cardápio devagar. Porém, a mudança deve ser gradativa e firme, trocando, pelo menos, um mal hábito por uma mudança positiva por dia.
      Quanto a comer 3 vezes por dia, eu também achei estranho quando ouvi pela primeira vez. Também sou magrinha. A maioria dos nutricionistas recomendam comer a cada três horas, porém isso sobrecarrega o estômago que é obrigado a trabalhar muito trazendo diversos problemas de saúde (isso é comprovado), porém também não seria possível comer somente 3 vezes ao dia com uma alimentação que não é completa (utilizando refinados, por exemplo) e, como, até os médicos acreditam que é impossível mudar totalmente a alimentação (é possível sim), eles tentam "remediar".
      Posso dizer que a alimentação saudável emagrece quem precisa emagrecer. Esse era o meu medo também: emagrecer, então o professor Manoel Tápia me indicou a musculação além da caminhada e outros (já que, ainda, não tenho condições de morar no campo e me exercitar em meio à natureza). Eu tenho 1,62 e pesava 42Kg, achava que iria emagrecer (mesmo assim prossegui em minha mudança, estava decidida a fazer a vontade de Deus independente do que fosse acontecer), porém ganhei 5kg mesmo já tendo me conformado em ser magrinha o resto da vida (meus pais são magros). Meu marido continua com o peso dentro dos padrões.
      Entre as refeições: só água. Começe e prossiga, você vai ver a diferença. São tantas as melhoras que só vivendo para entender! Que Deus a ilumine! Um abraço.

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  4. Jennifer, saber da sua história e da sua experiência é algo fantástico e que me anima ainda mais para continuar a mudança de estilo de vida. Parabéns!

    Assim como a Daniella, também sou bem magrinha (1,56m e 46kg)e se eu emagrecer mais vou sumir.

    Conversando com uma amiga minha nutricionista, que atende mulheres com endometriose, ela comentou que uma das características comuns entre nós é a magreza. Inclusive ela vai escrever uma tese a respeito desse assunto para o mestrado.

    Também tenho alguns questionamentos. Por que o leite também deve ser retirado da alimentação? Se for devido aos hormônios, o leite orgânico seria menos prejudicial?

    Estou pesquisando bastante sobre os alimentos "permitidos", assim como a quantidade de calorias de cada um para montar um cardápio que me permita manter o mesmo peso ou até poder engordar um pouquinho.
    Como estou fazendo exercícios físicos diariamente são mais calorias que se vão.

    Um grande abraço a todas.

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  5. Minha querida amiga blogueira, como pude ser tão relapsa? Há algum tempo pedi que divulgasse suas receitas. Nossa! Como fui tolinha! rs Eu indo com a farinha, e você já com o bolo pronto rs. Estava eu hoje relendo todo o seu blog, quando, em um dos seus posts, eis o que surge bem na minha frente: Sabor com Saúde, um outro blog seu, só que especializado na publicação das suas receitas. Fiquei muito feliz, e envergonhada por não o ter visto antes de abrir a minha boca para falar besteira rs!E fiquei muito gulosa também! Obrigadão por mais esse presente!

    Um beijo grande,
    Michele.

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    1. Olá, Michele:

      Não respondi antes, porque na sexta, após publicar os comentários, fiquei sem conexão. Voltou agora. Aqui o tempo é outro. Meu marido e eu estávamos achando que as frutas verdes, que crescem aos poucos, estavam em árvores doentes. Tudo esquisito, muito lento. Agora, as mangas pequenas despencam doces para minha tacinha de vidro, misturadas com gengibre e chia. A banana verde que eu desconfiava ser um fóssil se tornou o doce de banana mais incrível que já comemos. Meu Deus, como as frutas dos pés são outras. Não apressamos a seiva, e a banana se fez doce ao seu tempo. Minhas células devem estar em êxtase. Antes era tudo passado, embora chegasse rápido. Agora escorre lentamente, mas tudo está vivo, recém-vivo para dentro. Tenho aprendido aos poucos, a cada colheita: essas são as melhores receitas. Frutas do pé. Relva da terra.

      Você tem razão. Estou em falta com as receitas.
      Vou lhe escrever, minha amiga. Também tenho fotografado a comida, quero publicá-la aqui. No momento em que você me escreve sobre o mais importante, a chácara me faz compreender isso também. Quanta coisa eu não via por não sentir na boca. Seguimos nos impressionando.

      Abraço carinhoso, minha amiga.

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    2. Minha amiga

      Outro dia desses, ao sair, pela manhã, para caminhar no Parque da Cidade, não me contive e fiz todo o percurso de volta com uma jaca nos braços. Isso mesmo, uma jaca, grande. Não sei por que, mas a ideia de comer uma fruta colhida ali do pé na horinha me deixou animada e me deu forças para carregar a jaca até onde o carro estava estacionado. E olha que ele estava era longe! Está certo que a jaca ainda não amadureceu direito, mas só a ideia de ela estar ali, já valeu. Por isso, compreendo tanto as suas células, sua alegria de poder desfrutar dessas frutas maravilhosas colhidas aí na sua chácara. Ahhhhhh, que delícia! Não tenho a menor dúvida dos sabores que você está provando, dos enormes benefícios que a sensação proporciona, do orgulho dandado que dá na gente dessas escolhas! O alimento vem cercado de bênçãos e alegrias. E não é só ele que nos fortalece, a ideia de comer algo tão puro tem efeito mágico.

      É, minha amiga, você tem semeado no terreno fecundo que você habita. E os frutos vêm. A gente pode até não saber com certeza se esse é o caminho da cura para todas as mulheres, mas uma coisa a gente sabe: ele é o melhor de todos e é bom pra caramba!

      Valeu por tuuuudo! Sigamos com fé nesta trilha abençoada.

      Um abraço apertado!
      Michele.

      Ps. Publique as fotos sim! Estaremos aguardando


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    3. Minha Querida amiga,
      Que delicia desfrutar deste privilégio de colher as frutas do pé e saboreá-las. Isso é incrível!
      Eu amo comer frutas dos pés. Por enquanto não tenho minha sonhada chácara, mas já me contentei com o pé de amora que tem no jardim da minha nova casa. Em breve plantarei um mini jardim de temperos.
      No fim do ano viajamos para uma chácara em Socorro e lá havia videiras. Que delicia come-las diretamente do pé!
      Aguardamos mesmo suas receitas! Só de imaginar a torta de bananas me deu água na boca!
      Um grande abraço!

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    4. Amiga,

      Estou aqui com meu marido do lado. Li sorrindo de sua experiência. Ele não conseguiu entender muito bem o seu esforço, pois detesta jaca...rsrs. Se aqui não entra nem cheiro de jaca, entra jambolão. Descobrimos a fruta na árvore grande do condomínio. Gosto ruim que dói, mas mata célula de câncer, combate o diabetes, baixa o açúcar no sangue... Ninguém deve saber. Ela fica esparramada no chão de terra, em vinho. Esses dias, após comer o creme de manga, com muita chia, meu marido disse: vamo lá no jambolão. "Cabe jambolão não", respondi, com a mão na barriga. Ele riu, depois começou a relembrar os benefícios da frutinha que só passarinho quer (Brincamos: passarinho come porque tem asa ou tem asa porque come todas as frutas sortidas em árvores? Red Bull em galhos.rsrs Êta, campanha de convencimento doida. Mas precisamos mesmo estender os braços e carregar nossos argumentos com afinco, entre sorrisos, feito jaca no braço) Na barriga não havia espaço para frutinhos marrentos. Mas comi. Comi mais do que o fruto, comi a ideia inteira do jambolão. A ideia tem sim efeito mágico, mas ela precisa da carne da fruta. Sua jaca tem ideia e história divertidas demais. Pra lá de especiais. Que a ideia se una à fruta. Quando a jaca estiver no ponto, bom apetite, minha amiga.

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    5. Oi, Gabi:

      Um pé de amora é tudo de bom. A fruta é altamente benéfica. Tanto quanto o jambolão combate células cancerígenas. Mas é deliciosa. Feito o jambolão também deixam um rastro vinho na terra daqui. É certo que os pés produzem muito, mas não há muitos que as querem. Êta mundo que a gente não entende.

      Que delícia estar em Socorro. Lá tem produção de orgânicos. Sobre a horta, pedi algumas sementes. Vou começar. Primeiro, quero plantar cálcio (couve manteiga). Depois mais cálcio (moringa)... Minha sogra tem uma horta em casa. Um projeto bioarquitetônico interessante, para casas sem jardim. Vou fotografar também. Bj, amiga.

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    6. Pode deixar, minha amiga! Todos os dias dou uma espiadinha lá na jaca para ver se ela já está no ponto, só que até agora nada. Minha esperança é que ela esteja só se fazendo de difícil. Afinal, uma entrega mais sofrida deve ser mais valorizada. No fundo, no fundo, é uma boa estratégia, pois ela sabe muito bem, e o seu marido não me deixa mentir, que ela desperta sentimentos extremos nas pessoas rs.

      Quanto ao jambolão, fiquei curiosa. Não o conhecia, mas agora que sei que ele existe, não há de me escapar caso nos esbarremos por aí. Uma coisa é certa: ele é bem mais leve do que a jaca. Ufa! rs

      Amiga, um beijo carinhoso!
      Michele.

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  6. Olá colega =) Fico muito feliz com o relato da Jenifer. É um testemunho e tanto para quem almeja um transformação em sua vida. Parabéns. Gostaria de deixar um desabafo/dúvida sobre o livro Conselhos sobre o regime alimentar. Vi alguns comentários na internet e se trata de um livro escrito com base na fé em Deus. Não sou das mais crentes. Como acreditar nesse livro? Não questiono a fé de ninguém. Gostaria apenas de uma opinião. Obrigada.

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    1. Parte I

      Olá!

      A autora do livro, Ellen White, é norte-americana. No livro, há uma reunião de fragmentos de escritos dessa autora, escritos, principalmente, no século 19. Alguns são do início do século 20. À época, a ciência médica dava seus primeiros passos. Ellen White tinha a saúde frágil, era muito doente. Depois que fez mudanças em seus hábitos de vida, ela se fortaleceu. Suas mudanças consistiam, resumidamente, nos seguintes tópicos: alimentação natural, água pura, ar puro, luz solar, eliminação de substâncias que causam dependência (álcool, cigarro etc), exercício físico e descanso adequado. Para chegar a essas conclusões, ela conheceu pesquisas e exerceu a fé. Para ela, a crença em Deus não só a guiou ao conhecimento desses novos hábitos de vida, como lhe deu forças para realizar as mudanças. Em seu livro, a fé é o centro.

      Naquele tempo, tudo o que ela disse era, meramente, uma questão de fé, em primeiro lugar. Em segundo lugar, uma convicção pessoal, tendo em vista as evidências que se seguiam às mudanças de hábito, tais como a saúde revigorada ou a prevenção eficaz de doenças.

      Não havia modos de provar cientificamente o que ela dizia. Por exemplo, entre suas campanhas de saúde, ela falava contra o cigarro, já no século 19. Hoje, os malefícios do cigarro são amplamente conhecidos. Mas nem sempre foi assim. As propagandas norte-americanas do século 20 sobre o cigarro apresentam médicos dizendo que fumar faz bem à saúde. Apenas na segunda metade do século 20, a medicina deixou de validar o fumo.

      Ellen White enfatizou a importância da luz solar para a saúde. Recentemente, pesquisadores têm apontado para a relação direta entre ausência de luz solar e doenças crônicas, tais como o câncer e o diabetes (Um excelente livro sobre o assunto foi escrito pelo médico Michael Holick, “Vitamina D: como um tratamento tão simples pode reverter doenças tão importantes”. Holick diz que ainda hoje corporações médicas não recomendam a exposição ao sol, sem proteção, a despeito das evidências científicas. Existe, atualmente, uma séria epidemia de carência de vitamina D que tem ocasionado doenças graves).


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    2. Parte II

      Ellen White também falou sobre diversos outros temas a respeito dos quais, hoje, há dados científicos. Ela escreveu extensivamente sobre a importância da alimentação, principalmente, para prevenção de doenças. Estou lendo o livro “O imperador de todos os males: uma biografia do câncer”, de Siddhartha Mukherjee, ganhador do prêmio Pulitzer de 2011. O autor, um médico da área de oncologia, diz que foi gasto muito mais dinheiro, em determinada época, com a investigação infrutífera sobre a relação entre vírus e câncer do que em um tema de “importância pelo menos equivalente” – dieta e o câncer. Há uma citação interessante no livro: “a ideia de medicina preventiva é ligeiramente antiamericana. Significa, antes de tudo, reconhecer que o inimigo somos nós” “Chicago Tribune” (1975). Pesquisas médicas relacionadas ao estilo de vida nunca foram muito populares. Além disso, mudança de estilo de vida exige esforço, paciência e tempo. Muitos estão com pressa. Pressa de sarar, pressa de lucrar.

      No livro de Mukherjee, há um capítulo intitulado “Temos fé em Deus [...] Todos os outros precisam ter dados”. De 1891 a 1981, cerca de 500 mil mulheres foram submetidas a uma técnica cirúrgica devastadora: a mastectomia radical. Após retirar o seio, os médicos “extirpavam” músculos, ossos, glândulas, linfonodos... até desfigurar a mulher. Um corte atrás do outro, contra uma doença enigmática. Esses mesmos médicos se recusaram por décadas a fazer uma análise estatística dos benefícios desse procedimento. Depois da mutilação de milhares de mulheres, finalmente constataram que esse procedimento alegadamente curativo não oferecia benefícios. Entre as mulheres norte-americanas vitimadas pelo câncer estava Rachel Carson, autora do livro “Primavera Silenciosa”. A despeito da pressão para se submeter à mastectomia radical, ela não aceitou a cirurgia. Havia obtido informações, analisado os argumentos, conhecido um médico que era contra o procedimento, entre milhares a favor. Não tinha todos os dados, mas ela tomou a decisão certa. Essa mulher soube pensar sua época, o destino do seu corpo, como ninguém. Ela sabia que morreria, mas estaria a salvo daquela cirurgia agressiva, dolorosa e inútil.

      Ellen White não era médica e tinha fé em Deus [...], mas muito do que ela disse sobre saúde está apoiado por dados científicos atuais. Terminei meu pós-doutorado recentemente. Trabalho com ciência. Acho impressionante a história de vida dessa mulher chamada Ellen White, e também valorizo os dados científicos relacionados ao que ela disse [Há tanto para falar sobre ela, mas pouco se diz]. Se dela ou de outros, se deste blog ou de livros, se de médicos convencionais ou naturalistas, busque os dados. Para nos protegermos tanto da fé religiosa equivocada quanto da fé médica – àquela que Mukherjee ilustra muito bem ou àquela que une religião e saúde para “impor” uma visão de vida –, precisamos analisar as evidências. Ler aquilo que nos oferece não significa aceitar o que dizem, é necessário analisar os relatos, ouvir as opiniões, interagir, estar aberto às evidências, buscar as provas, fazer os exames médicos. Talvez, nem tudo fique muito claro, como, de fato, não ficou para Rachel Carson. Nessas horas, eu busco mais informações, paro, analiso, movimento-me, silencio. Eu oro.

      Agora eu identifico pela minha própria experiência de saúde, e por relatos como o de Jeniffer, a solidez que se pode alcançar nesse caminho cravado de trilhas. Se um texto tem ou não um autor, o que importa mesmo é nossa autoria sobre ele. Mas, sim, as trilhas são incertas.

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  7. Olá, achei interessante essa notícia:

    http://saude.ig.com.br/bemestar/saudealternativa/fitoterapico+e+alternativa+promissora+para+tratar+endometriose/n1596822353912.html

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  8. Querida amiga,

    Lembrei muito de você no fim de semana passado.
    Fomos para a chácara dos meus tios em Sorocaba e que delícia! Quando chegamos lá, que surpresa! Dois pés de jabuticaba carregados... eu nunca havia comido jabuticaba no pé, foi tão bom!
    Os pés de manga estavam recheados com mangas deliciosas e suculentas. Meu marido parecia criança subindo nos galhos para colhe-las.
    Pudemos tomar banho de sol, curtimos uma piscina, cozinhamos no fogão a lenha e o mais importante, estivemos entre o carinho e o amor da familia, compartilhando as maravilhas da natureza desenhadas perfeitamente pelo Criador.

    Lembrei também da nossa amiga Michele, quando avistei um pé de jacas cheio! Só não peguei uma porque estava em outra propriedade...rsrs

    A cada dia tenho percebido mais o quanto a qualidade de vida é essencial. O quanto o mudança para uma vida mais saudável é importante e prazerosa!

    Obrigada minha amiga, por nos aconselhar, expor suas experiências e por ser uma incentivadora da vida saudável. Sem você e suas histórias reais provavelmente eu nunca me atentaria para isso.

    Você é uma abençoada!

    Um grande abraço. Com carinho.

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    Respostas
    1. Oi, Gabriela:

      Que delícia! Além dos sabores colhidos direto das árvores, tem a gostosa surpresa de ver gente virando criança. Meu marido parece um menino subindo em árvores, inventando de arrumar a chácara... O melhor de tudo é a reunião de familiares e amigos. Em vez de ficarmos dentro da casa, estamos quase sempre do lado de fora, ao sol... Eu já tinha me esquecido do quanto isso pode ser bom.

      Compreendo seu sentimento em relação à jaca. Aqui no condomínio tem uma chácara fechada com uma árvore carregada de castanha portuguesa, outra chácara fechada com uma árvore que esteve carregada de lichia... Tudo se perdendo pelo chão, ou sumindo no bico do passarinho. Dá uma vontade de invadir...rsrs E, por falar em jaca, minha sogra disse que dá para fazer um recheio de jaca verde que parece palmito... Além de patê etc. Vamos testar.

      Minha amiga, obrigada por compartilhar sua experiência.
      Você é muito querida. Escreva, escreva sempre.

      Bj.

      (Meu marido acaba de chegar. Hoje, ele me mandou um texto surpresa. Escreveu sobre o impacto da minha endometriose na vida dele. Fiquei muito emocionada. Vou publicar.)

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  9. Tenha certeza que seu testemunho irá ajudar muitas pessoas que estão passando por alguma dificuldade. Fui diagnosticada com endometriose... fiquei sem chão, e ainda continuo . Tô.pedindo a Deus forças pra lutar e enfrentar essa doença. Obrigada por.me ajudar com essa bela mensagem.

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