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domingo, 20 de janeiro de 2013

O Sol


 20 de janeiro de 2013

Para superar a endometriose, para aumentar a possibilidade de ficar grávida ou manter a gravidez, uma receita importante: vitamina D – a vitamina do sol.

Descobri a insuficiência de vitamina D ao fazer um exame a pedido de um médico especialista em endometriose de um dos principais centros de pesquisa do Brasil. Ele pediu uma bateria de exames, que listo neste blog. Quando os resultados chegaram, entre outras coisas, eu apresentava o nível mais baixo de vitamina D. O médico olhou os exames e não me disse nada, não me explicou nada. Diante da atitude dele, pareceu-me que não era algo importante. Após a consulta, eu também não fiz nada. Pensei que se tratava apenas de carência simples de uma vitamina qualquer. Demorou mais de dois anos para que eu me conscientizasse de algo fundamental: para superar a endometriose, eu precisava, urgentemente, de vitamina D.

Por que o médico pediu o exame e não me disse nada sobre o resultado? Talvez eu fosse tão-somente um dado de pesquisa para uma coleção de papers de um médico acadêmico preocupado com a avaliação positiva do seu departamento e com o prestígio advindo de publicações internacionais. Em tempos de conversão de publicações em lucros, ele poderia ser alguém que escreve mais rápido do que lê. Mas talvez ele não tivesse conhecimento sobre a importância dessa vitamina ou, quem sabe, tenha escolhido adotar uma postura supostamente científica, em que a pesquisa na área não é vista como conclusiva o suficiente para gerar uma postura médica mais incisiva. Até que a ciência o diga – que ciência? Em nome de uma postura médica pretensamente científica, ninguém mais se responsabiliza? Que método científico é esse que tem eclipsado o paciente? –, quantas mulheres ficarão sem saber?


Após minha saúde piorar assustadoramente, eu adquiri mais informações sobre a vitamina D e me conscientizei de sua importância. Fui para a praia, e tratei de tomar sol durante 15 dias, todos os dias de manhã, até às 9h e depois das 16h, sem protetor solar. Além de tomar sol, já havia feito toda uma mudança em meu estilo de vida. Após a viagem, refiz os exames. Minha vitamina D subiu de 16 para 35 mcg, quantidade normal. Os focos de endometriose haviam diminuído drasticamente.


Continuo tomando sol. O sol está me curando. Mas tenho meus dias de altos e baixos. Às vezes, convicta; às vezes, relapsa. A informação é importante para despertar e convencer, mas para que o convencimento se materialize em ações diárias e permanentes, ele precisa ser nutrido continuadamente pelas fontes certas. É necessário mais informações, mais prática, mais evidência, mais interações, mais resultados. Eu li, eu pratiquei, eu senti na pele os benefícios do sol. Estava totalmente enfraquecida, agora meu organismo está forte. A despeito das outras evidências, sou o meu próprio laboratório, minha prova incontestável.


Quanto mais vitamina D, menos endometriose. Quanto menos vitamina D, mais endometriose. Quanto mais vitamina D, maior a chance de você engravidar e manter a gravidez. Quanto menos vitamina D, maior a chance de você não engravidar e ter a gravidez interrompida. Sem vitamina D, seu organismo fatalmente não funciona como deveria. Sem o sol, a porta está aberta para uma infinidade de doenças graves.


Estou absolutamente convicta da importância central da vitamina D para o combate da endometriose. Além de eu constatar que a minha vitamina D estava muito baixa, enquanto a endometriose avançava sem parar; duas amigas com endometriose tiveram o mesmo resultado: vitamina D baixa, endometriose profunda. Como você está? Você já fez esse exame?


Nestas férias, li o livro "Vitamina D: como um tratamento tão simples pode reverter doenças tão importantes" (Michael F. Holick. Editora Fundamento, 2012) que reúne informações preciosas sobre essa vitamina vital. O autor do livro foi um dos primeiros pesquisadores da área, dá aulas de medicina na Universidade de Boston e preside um programa de pesquisas na Nasa. Portanto, alguns médicos que hoje defendem a vitamina D leram as pesquisas de Holick (Na semana passada, o tema foi capa da revista Veja). O livro custa menos de 40 reais – vinte vezes menos do que meu médico cobrou pela consulta para não me dizer absolutamente nada. Pela leitura, tem-se acesso quase de graça à fonte desse tratamento simples e altamente curativo. Quem não quer ter acesso à fonte, sem o risco de ser confundido por intermediários?

Assumindo o papel de intermediária, sintetizo a seguir algumas informações do livro que considero centrais.
 
  1. Faça o exame para detectar sua vitamina D. O exame certo, que seu médico deve pedir é: 25(OH)D. Se for pedido um exame simples de vitamina D, não há como confiar no resultado. Portanto, anote esse nome e certifique-se de que seu médico fez o pedido certo: 25(OH)D.
  2. Os níveis de vitamina D devem estar em no mínimo 30 mcg. Holick recomenda níveis entre 60 e 80 mcg de vitamina D.
  3. Independentemente da vitamina D estar baixa ou não, tome banho de sol pelo menos três vezes por semana. Além da vitamina D, o sol ativa outras substâncias saudáveis em seu organismo.
  4. Para sintetizar a vitamina D, se exponha ao sol até a pele começar a ficar levemente vermelha. Como reside nos EUA, o Dr. Holick sugere uma exposição ao sol entre 10h e 15h. No Brasil, a incidência do sol é diferente. Portanto, esteja atento à intensidade dos raios. O teste principal é: se sua pele começar a ficar vermelha é sinal de que você já ficou o tempo suficiente ao sol para obter o mínimo necessário de vitamina D, independentemente do horário, segundo explica o médico. Eu, preferencialmente, tomo sol no verão por volta das 9h. O sol aquece vagarosamente, ao contrário da intensidade agressiva do sol entre 10 e 15h. Mas no inverno, com dias de sol fraco, se expor um pouco mais tarde pode ser mais indicado.
  5. Exponha a maior parte do seu corpo, mas se não for possível, tome sol pelo menos nas pernas e nos braços, sem proteção. No meu caso, por causa da endometriose, também tomo sol na barriga.
  6. Não use protetor solar enquanto se expõe ao sol para obter a vitamina D. Proteja apenas o rosto. Mesmo o protetor solar de menor fator bloqueia quase todos os raios UVB, responsáveis por ativar a vitamina.
  7. Se você é morena ou negra precisa ficar mais tempo ao sol que as pessoas de pele clara para adquirir a vitamina D. No livro, há tabelas sobre tempo de exposição. Eu, pessoalmente, tenho ficado de 30 minutos a uma hora, por volta das 9h, quase todos os dias em que há sol, além de passar o dia em ambientes mais iluminados.  
  8. Atenção: o vidro, as nuvens, a poluição bloqueiam, em diferentes medidas, os raios UVB. Meu marido achava que estava tendo a vitamina D suficiente, pois tomada banhos de sol em seu escritório, com o vidro fechado. O vidro deixa passar apenas os raios UVA, responsáveis pelo envelhecimento e pelo câncer de pele.
  9. Não tenha medo do sol. Na medida certa, ele é um dos mais importantes remédios. Segundo o doutor Holick, o melanoma, o câncer de pele maligno, surge principalmente em áreas do corpo encobertas. Portanto, lembre-se: a indústria do protetor solar criou uma publicidade alarmista sobre os perigos do sol para vender seus produtos. Infelizmente, segundo o doutor Holick, a comunidade médica de dermatologia tem apoiado essa campanha heliofóbica desinformativa.
  10. Ao usar protetor solar (nas horas em que for ultrapassar o tempo recomendado), veja se seu protetor combate raios UVA e UVB (Eu particularmente raramente uso protetor solar. Apenas me exponho nos horários certos). Até pouco tempo, os protetores combatiam apenas o UVB e deixavam passar os raios UVA, causadores de câncer e de rugas. Por isso, uma geração inteira que pensou estar se protegendo do sol, ao se expor mais a ele, teve um envelhecimento mais intenso da pele, além de ter adquirido maiores chances de desenvolver câncer de pele. Não confie cegamente em tudo que se fala em nome da ciência.  
  11. Segundo o doutor Holick, não adianta usar suplemento sem tomar sol. Para ter seus níveis de vitamina D normais, você precisa tomar sol, mesmo que use suplementos de vitamina D. O doutor Holick usa suplementos, ingere alimentos fortificados com a vitamina D e, principalmente, toma sol. Eu não uso suplementos e apenas tomo sol. Meu nível de vitamina D está normalizado. “Bem, se o corpo pudesse declarar o método preferido para a obtenção da sua dose diária de vitamina D, ele com certeza aplaudiria de pé a opção do sol em vez de um frasco de pílulas”, afirma Holick (p.200).
  12. Para normalizar os níveis de vitamina D, é preciso mudar os hábitos. Pílulas, na forma de suplemento, não resolvem o problema. É necessário estabelecer um relacionamento com o sol, a busca de companheirismo diário. É permitir que a vida se aqueça. “O corpo que por algum tempo foi privado de vitamina D requer um compromisso de longo prazo para restaurar o sistema, dia após dia, mês após mês, devagar, para que haja um aumento progressivo de nível gradativamente”, afirma Holick (p.187).
  13. O sol oferece benefícios que os suplementos não fornecem. Quando o sol toca nosso corpo, nós produzimos entre cinco e dez substâncias benéficas ao organismo, que regulam a saúde, as emoções, o sono... Por isso, tome sol.
  14. Anotei referências que o autor faz sobre a relação entre vitamina D e fertilidade/infertilidade. Alguns dados interessantes: 1. “Níveis adequados de vitamina D podem aumentar a fertilidade, proteger a gravidez...” (Introdução); 2. Treze mulheres com síndrome de ovário policístico que provocava ovulação anormal e infertilidade foram tratadas pela Dra. Thys-Jacobs, da Universidade de Columbia. Elas tinham 11, 2 de vitamina D (muito deficientes). O nível de vitamina D foi regularizado. Elas também foram tratadas com cálcio. Após dois meses, o período menstrual de sete mulheres foi normalizado. Em tão pouco tempo, duas pacientes engravidaram. 3. Holick observou algo interessante. Nos zoológicos dos EUA, animais começaram a ter problemas de saúde, devido a não exposição adequada ao sol. Um desses graves problemas era a infertilidade. Chamado para analisar o caso de lagartos da Indonésia que não produziam ovos viáveis, em um zoológico em Colorado, ele ajudou a repor a vitamina. Uma nova geração de animais surgiu. Ele desenvolveu projetos de iluminação nas jaulas para garantir que os animais ficassem “saudáveis e férteis. Afinal, a questão é de vida e de morte” (Introdução).
  15. O doutor Holick cita apenas alguns casos de doença em que se deve evitar o sol ou diminuir a exposição. 
  16. Há alimentos e remédios que interferem na absorção de vitamina D e/ou do cálcio, tais como: refrigerantes, cafeína, açúcar, predisona, imunoterapia, erva-de-são-joão, medicamentos relacionados à obesidade, colestiramina (medicamento para reduzir o colesterol), medicamentos anticonvulsionantes. Como as pesquisas ainda são insuficientes, é possível que outros remédios tenham esse mesmo efeito.
  17. Para quem não tem a menor condição de tomar sol – o que seria o ideal –, o doutor Holick recomenda o banho de luz em máquinas de bronzeamento. Segundo ele, no tempo certo e seguindo todas as recomendações de segurança que ele descreve no livro, esse método é muito eficiente. Eu nunca recorri ao bronzeamento artificial, mas achei a abordagem realista.
  18. Há três condições comuns relacionadas à dificuldade de absorção de vitamina D: doença de Crohn, doença intestinal inflamatória e fibrose cística. A endometriose no intestino ou cirurgias no intestino decorrente da endometriose talvez representem uma dificuldade adicional para absorção da vitamina. O importante é fazer os exames e buscar a reposição, por meio do sol e, se necessário, por outros meios (banho de luz em máquinas, suplementos etc).
  19. Pessoas que sentem dores no corpo e nos ossos, sintomas bem comuns em mulheres com endometriose (seu sentia, agora não sinto mais) podem receber o diagnóstico de fibromialgia. Na opinião do doutor Holick, elas podem ter osteomalacia, doença provocada pela falta de vitamina D e cálcio. Para tratar, é preciso conciliar vitamina D com cálcio. Não há mistério.
  20. Cálcio é essencial. Montei uma tabela de ingestão de cálcio por meio da alimentação. Quero escrever mais sobre essa dieta do cálcio aqui no blog.
  21. A vitamina D não é algo que se consegue de maneira instantânea. Depende de uma reposição progressiva, permanente, que envolve decisão, paciência e compromisso por toda a vida.
 A fuga do sol deu lugar à cor morena. Ainda estou parte do tempo entre paredes, mas o escritório está diante do sol e há janelas sempre abertas sem cortinas a entravar a luz. A tela do computador, de frente à tela de nylon para impedir a entrada de insetos, parece que está diminuindo aos poucos. Aos poucos também, as janelas têm ficado maiores e meus olhos querem divisar algo além de um trajeto profissional atraente e arquitetonicamente opaco – noites deste século às quais tanto almejamos e diante das quais, por necessidade ou desejo de necessidade, depomos a pele e o movimento, molhamos a pele com um líquido. Voltamos à caverna, ela se volta a nós. O hormônio da luz é mais do que uma vitamina ativada por um pulo rápido no feixe de raios que, pela mais dramática das necessidades, passei a notar na parede de casa. Venha, se o frio alcança, receba de graça o sol vivo, sem dinheiro e sem preço. Tanto quanto ativa a relva, a luz dá vida à carne, combate a doença e vence a dor, mas sucumbe à elevação de profissões e de arranha-céus empilhados. Corpos à sombra, nenhum mar à vista. Ao sol, os domínios são outros.  

Leia: O Sol da Justiça
 
O Sol entre nosso pé de jabuticaba e o de limão-rosa.

6 comentários:

  1. Minha amiga,

    Quantas informações esclarecedoras e libertadoras. Bombardeadas por informações tão negativas a respeito do nosso astro-rei, seguimos num caminho de sombras. Fugimos do câncer de pele, do escurecimento da pele (sim, brancura é status), do envelhecimento precoce, da exposição à vida. Seguimos com medo de tudo. Importamos conceitos errados, muitas vezes, de nações que adorariam ter este clima doce. Ficamos à mercê de um mundo plastificado, sem a menor preocupação com a saúde, mas total atenção com o lucro. E assim nos tornamos um exército de pessoas escondidas daquele que certamente tem muito mais bem a nos trazer do que mal. Tudo na vida tem a sua medida certa. O sol não foge à regra. Sabendo dosá-lo, como você tão bem nos informou, ele é a nossa fonte de vida. Obrigadão, minha amiga querida do meu coração! Suas informações, experiências, pesquisas são tesouros, joias raras, coloridas neste mundo cinza de ações. Você é o nosso solzinho. Que sempre brilhe para nós! Fique com Deus! Michele.

    Ps. Enviei sua pesquisa para 1/2 mundo...rs Valeu!

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    1. Minha amiga Michele:

      Quando penso no texto informativo, penso também no trajeto que me levou até ele. Quero contar o que me aconteceu. O sol e a ciência, a ausência do sol e a poesia dura, o sol e minha recuperação, o Sol da Justiça. Olho ao redor e vejo se há uma imagem que fale além do que conseguiria o texto só - como, talvez, o sol entre árvores. Quero contar o que me aconteceu, mas não sou capaz. A interação é capaz. Que lindo e libertador ouvir vc. A palavra aquece. Carinho, sempre.

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  2. Olá, eu já tinha visto alguma coisa sobre isso. Pedi pro meu médico fazer o exame, mas ele disse que não precisava, porque a endometriose não tem nada a ver com vitamina.

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    1. Talvez, não haja uma relação direta entre vitamina D e endometriose. Alguns estudos científicos concluíram que possivelmente não há ligação. Vc pode ler alguns desses estudos no google acadêmico. No entanto, se analisada a metodologia dos estudos, podemos questionar essas conclusões. Por exemplo, ao selecionar mulheres com endometriose para medir o nível de vitamina D, o estudo pode criar um falso resultado (Uma metodologia melhor seria partir da deficiência de vitamina D para a endometriose).

      Além disso, a carência de vitamina D está relacionada a doenças autoimunes, entre outras. A endometriose está relacionada à autoimunidade. Primeiro, eu apresentei endometriose. Depois, tive resultado positivo para o FAN (Fator anti-nuclear), que pode estar presente em doenças como lúpus. Não é incomum que mulheres que têm endometriose apresentem FAN positivo (o que pode levar ao emagrecimento, dores no corpo, queda de cabelo, infertilidade...). Ao corrigir os níveis de vitamina D, talvez eu tenha tratado da autoimunidade, o que resultou em melhoras no quadro da endometriose, pois meu fAN voltou para níveis normais.

      O fato é que o sol melhorou minha saúde como um todo. Além disso, quando uma pesquisa afirma, por exemplo, que mulheres com endometriose têm níveis de vitamina D satisfatórios, deveríamos nos perguntar: qual é o nível de vitamina D satisfatório? Alguns estudos indicam níveis inferiores ao considerado necessário pelo Dr. Holick. Outras perguntas que poderíamos fazer: essas mulheres tomaram suplementos, usaram alimentos fortificados com vitamina D e/ou tomaram sol?; será que os benefícios de um nível ideal de vitamina D alcançado por suplementos é o mesmo obtido pela exposição ao sol? O próprio dr. Holick diz que não.

      Quantos anos vamos ter que esperar até que a ciência estabeleça uma relação direta entre vitamina D e endometriose para tomar uma decisão sobre isso? Às vezes, poderá levar anos para que haja uma conclusão nesse sentido. Talvez, isso nunca aconteça. Afinal, interessa a quem descobrir que tomar sol de graça pode acelerar a cura de uma doença para a qual a medicina tem oferecido tratamentos caros, fazendo a riqueza de muitos médicos? Temos que considerar também que estudos rápidos com metodologias falhas não são confiáveis. Hoje, na academia, há um movimento para publicação a qualquer custo. Por isso, muitas vezes, os estudos são superficiais e pouco conclusivos.

      Ainda acho que a melhor forma de lidar com a questão é: fazer o exame de vitamina D. Se ela estiver baixa ou não, começar a ser expor ao sol com frequência, sem protetor solar, seguindo as recomendações de tempo e horário. Se expor mais a ambientes iluminados. É importante considerar que a luz solar é mais do que a vitamina D, ela reativa o organismo, lhe dando saúde. Você terá as evidências no próprio corpo. Vai se sentir melhor, vai se fortalecer. Se mudar seu estilo de vida de maneira mais ampla, poderá vencer a endometriose. Faça o teste por vc mesma. Saber ler o próprio organismo é nossa melhor leitura.

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  3. Meu Deus, você vive o versículo: Meu povo está sendo destruído por falta de conhecimento.Amei todo seu esforço, isso será um ponta -pé na minha cura. Obrigada.

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    1. Olá, Maryane:

      Expor-se ao sol parece simples, mas é uma luta contra muitos desejos, necessidades e imposições. Hoje, com esse dia lindo, quase sucumbi ao desejo de ficar entre paredes, mas me esforcei e tomei o banho de sol por uma hora. A pele ficou dourada, o bebê precisa disso, eu preciso. Agora, leio suas palavras que falam da necessidade de viver as nossas crenças, de revivê-las. Desejo-lhe muita força em sua decisão, desejo o Sol em sua vida. Obrigada por escrever. Carinho,

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