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segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Cartografia de uma gravidez: endometriose, doenças autoimunes e recursos naturais


14 de outubro de 2013

No sábado, conversei com uma amiga que tem trombofilia (anticorpos antifosfolípides). Ela descobriu a doença após o primeiro aborto. Para a segunda tentativa, a médica receitou injeções à base de heparina antes da gestação, durante e após, em doses diárias. Hoje, sua filha tem 1 ano e 3 meses. Enfrentou alguns desafios de saúde, nasceu com 37 semanas e teve intolerância severa à lactose. Mas é um bebê muito inteligente que apontava para minha barriga enorme e, após a mãe explicar que eu espero um bebezinho, ela repetia o tempo todo, colocando a mão na própria barriga e apontando para a minha: “nenê, nenê.” Uma graça.

A trombose decorrente dos anticorpos antifosfolípides (AAF) é considerada uma doença imunológica. Os anticorpos aumentam o tromboxano, a concentração das plaquetas e podem ocasionar trombos, inclusive na placenta, que levam a abortamentos, restrição do crescimento do feto, prejudicam a implantação e produção de beta-HCG. Para combater esses anticorpos, recomenda-se o uso de heparina e aspirina, que reduzem a incidência de aborto em 54% (Veja).

Existem outras doenças imunológicas relacionadas à infertilidade, tais como anticorpos antinucleares (FAN), trombofilia hereditária, entre outras (Veja). Esses são alguns nomes de exames para avaliar a autoimunidade: Anti-cardiolipina, anti-coagulante lúpico, anti-fosfatidil-serina, anti-fosfatidil-etanolamina, igM, igG, igA, FAN. Mas nem sempre uma portadora de doenças imunológicas terá problemas em engravidar ou com a gravidez. Mesmo mulheres com lúpus podem ter uma gravidez normal. No entanto, precisamos estar atentas ao assunto. Doenças imunológicas estão presentes na mulher com endometriose, considerada também uma doença autoimune (Veja: 123 e 4).

Em minha primeira consulta com um especialista em endometriose, ele me pediu exames para avaliar a autoimunidade. Estava tudo normal. Mas após algum tempo, em que tive uma piora significativa, o FAN deu resultado reagente (positivo), com padrão relativamente alto para duas variações. O FAN pode estar presente em pessoas normais, sem doença ativa, sem sintomas. Mas, no meu caso, havia sintomas, tais como queda de cabelo, muita fraqueza, sensibilidade ao sol, além da própria endometriose profunda que avançava sem tréguas, antes de eu tentar a mudança de estilo de vida. Esse não era um bom sinal. Entre outras coisas, o FAN está relacionado a abortos. 

Para enfrentar esse arsenal de doenças, recorri a um arsenal ainda mais forte: mudança de estilo de vida, que incluiu muita cebola, alho, limão e levedo de cerveja, além de outro importante recurso fitoterápico. O FAN que estava em 320 diminuiu para 80, considerado normal. Minha saúde voltou ao normal.

No início da gravidez, usei limão, alho, levedo, cebola. Depois, com os enjoos e vômitos constantes, eu fiz uma pausa. Após essa fase, voltei a usar esses alimentos-remédio novamente. Mas hoje, ao ler sobre uma mulher que perdeu seu bebê com 27 semanas, mais ou menos na fase em que estou, por causa da falta de oxigenação para o feto decorrente de trombos na placenta e me recordar da conversa de sábado, eu voltei a fazer novas leituras e a traçar uma dieta mais dirigida para o último trimestre.

Minha alimentação continua absolutamente natural, conforme descrevo no blog. Nada de açúcar, nada de ceder “aos desejos da gravidez”, atenta aos alimentos que nutrem e curam. Até agora a gravidez segue normal. Sabendo que tenho um quadro de autoimunidade, que está relacionado à propensão para trombose (a gestação, por si só, predispõe a mulher à trombose), eu decidi voltar a usar limão todos os dias de manhã; alho cru; levedo de cerveja; água em abundância; atenção à respiração profunda. Já estava fazendo uso desses recursos, mas agora a atenção será redobrada. Mas será que algum desses recursos pode fazer mal se usado durante a gravidez? Será que recursos aparentemente tão simples e banais podem deter doenças imunológicas complexas e ameaçadoras? Há muitas pesquisas sobre o assunto, mas vou me deter, neste texto, em alguns estudos científicos sobre o alho, com diferentes enfoques.

Alho é um regulador da imunidade – O extrato do alho tem efeito imunomodulador, re-equilibra as funções imunológicas. “Esses estudos sugerem fortemente que o alho poderia ser um candidato promissor como um modificador imunológico, que mantém a homeostase (equilíbrio) das funções imunológicas” (Veja).

Alho e placenta – A saúde da placenta é essencial para a gravidez. Pesquisadores concluíram que o alho tem um “efeito imunomodulador” em placentas normais e alteradas. O alho regulariza a imunidade, tudo que uma mulher grávida com endometriose precisa. Evita a pré-eclâmpsia (Veja).

Alho combate GBS em grávidas (infecção por Streptococcus grupo B) – Por ano nos EUA, 800 mil mulheres grávidas têm resultado positivo para GBS, detectada entre a 35ª e a 37ª semana. Mesmo com o uso de antibiótico, 80 recém-nascidos morrem da doença. É uma das maiores causas de mortalidade do feto. “Alho mata GBS, mas porque sua utilização não é lucrativa não existe nenhum estudo sobre a utilização de alho para prevenir GBS em recém-nascidos” (Veja). Os pesquisadores defendem o uso de alho na gravidez, em vez do antibiótico, para prevenção da infecção.

Alho combate alterações prejudiciais no feto – Pesquisadores deram uma dieta com colesterol antes e durante a gravidez de ratas grávidas. Os recém-nascidos apresentaram miocárdio com aterosclerose, edema nos vasos sanguíneos, alterações significativas nos componentes celulares. As ratas que receberam alho, junto com a dieta rica em colesterol, tiveram filhotes mais fortes e com menos defeitos (Veja).

Alho inibe a toxidade em embriões – Pesquisadores deram um composto com mercúrio para ratas grávidas e analisaram o efeito do alho na proteção aos embriões. O “suco de alho efetivamente inibiu” a contaminação dos embriões por mercúrio (Veja).

Alho previne e combate a trombose – Homens receberam um dente de alho cru por 26 dias. Após esse período, foi constatada diminuição de 20% do colesterol e 80% do fator de trombose no sangue (tromboxano) (Veja).

Alho é tão eficaz quanto a aspirina – Pesquisadores compararam o alho e o ácido acetilsalicílico (aspirina). O alho foi tão eficaz quanto à aspirina no combate à agregação plaquetária (trombose) (Veja).

Alho e cebolas crus combatem a trombose – Pesquisadores afirmam que a combinação de alho e cebola crus combate a trombose (o tromboxano). Já alho e cebola cozidos não tiveram efeito anti-trombose. “Estes resultados mostram que o alho e cebola podem ser usados frequentemente em doses baixas sem quaisquer efeitos secundários e ainda podem produzir um efeito anti-trombótico importante.” (Veja).

Se você faz uso de heparina ou aspirina, não use o alho – “A heparina é uma droga muito forte para afinar o sangue, que é administrada por injeção”, por isso fique atento à bula e às interações medicamentosas e com suplementos. O alho tem o efeito de “afinar o sangue” assim como a heparina, por isso não devem ser usados conjuntamente. Além disso, a heparina diminui a vitamina D no corpo. Há vários relatos de mulheres grávidas que fizeram uso de heparina e tiveram fraturas ósseas. Veja aqui outras recomendações. 

Heparina e efeitos colaterais – Há relatos de efeitos colaterais hematológicos (derrames, hemorragias, hemorragias intracranianas, do ovário etc), cardiovascular, dermatológico, hepáticos, endócrino, metabólico, músculo-esquelético (osteoporose) etc. (Veja).

Alho e efeitos colaterais – A ingestão de alho é geralmente reconhecida como segura. Em uma pesquisa, ratos receberam por seis meses, uma dose muito elevada de alho e não apresentaram efeitos negativos. O maior inconveniente é o odor. Um estudo com quase 2 mil pessoas constatou que ao ingerir alho cru, 6% tiveram náusea;  1,3%, tontura; 1,1%, reações alérgicas. Houve alguns poucos relatos de inchaço, dores de cabeça, sudorese e tontura. Mas se o alho cru for usado em excesso pode sim causar dores no estômago, azia, náuseas, vômitos, diarreia, flatulência, rubor facial, pulso rápido e insônia. Colocado na pele pode causar queimaduras de até terceiro grau, embora seja eficiente para tratamentos tópicos na sola do pé. Não deve ser usado em interação com os seguintes medicamentos e produtos naturais: varfarina, heparina , aspirina, anti-inflamatórios, clopidogrel, ticlopidina, pentoxifilina, medicamentos para HIV. O alho é seguro para mulheres grávidas e mães que amamentam, mas não deve ser usado imediatamente antes e após o parto ou procedimentos cirúrgicos porque afina o sangue e pode provocar hemorragia (Veja).  

A trombofilia pode, entretanto, ser provocada por vários fatores, entre eles o anticoncepcional, que desconfio esteja diretamente relacionado a minha endometriose (Veja). Pode ser uma condição hereditária ou adquirida. Não há uma única causa. Poderia o alho ser eficiente em casos de doenças hereditárias, por exemplo? Pesquisadores concluíram que o alho pode melhorar em 20% a condição de pessoas com anemia falciforme, uma doença genética que tem graves implicações (Veja). Um simples alho pode melhorar o estado de saúde de pessoas com uma doença genética complexa. Há inúmeras pesquisas sobre o benefício do alho relacionado a diversas doenças. O alho combate a endometriose.

A pequena Ana nasceu graças às injeções de heparina. Ela está linda, apesar de alguns percalços. A partir de minhas conclusões pessoais, o João cresce forte graças ao arsenal poderoso da nutrição e dos recursos naturais que renovam a placenta, oxigenam o sangue e combatem disfunções imunológicas. Mas eu não posso dizer nada sobre o futuro. Não tenho comprovação alguma, por enquanto. Posso dizer sobre o passado. Esse arsenal me livrou da endometriose, fez diminuir os focos, combateu a dor e possibilitou a gravidez que chega ao terceiro trimestre agora. O alho, por exemplo, não é uma pílula malcheirosa que substitui outra pílula “de vitrine”. É mais um recurso, não qualquer recurso, um recurso nobre, que se integra a um novo estilo de vida, a um conjunto de novos hábitos. Contudo, esse texto se completará com o tempo, para ser confirmado ou não. Meu mapa tem sido este que desenho no blog após se desenhar na vida; mas há outras cartografias. Pouco posso dizer sobre elas, mas compartilho a condição de meu corpo diante de minhas decisões.

Após fazer uma série de perguntas para um obstetra sobre o parto, condições dos hospitais, recursos de UTI etc., parecendo bem contrariado, ele me disse: “Você precisa confiar em Deus.” Se para ele a confiança em Deus é uma fé mágica sem ações e pensamento, sem lei ou palavra, para mim não é. Como afirma o neurocirurgião Benjamin Carson, um médico revolucionário e cristão, “Deus nos deu o cérebro para pensar”. E o pensamento não deve ser privilégio de alguns para que se imponham sobre os outros.


No início da gestação, o médico não pediu e eu optei por não fazer os exames relativos à função autoimune, mas fiquei atenta à alimentação. Ao escolher a tranquilidade e preferir “não ouvir as frases prontas das comadres”, como o médico dizia com bom humor, eu não me descuidei da nutrição e dos alimentos que curam. Paz não é sinônimo de alienação e complacência, e vice-versa. A informação é sempre uma boa aliada, mas depende também da forma como a buscamos e recebemos. Não há receita pronta. Há vivências e evidências. Esta tem sido minha vivência. Vivência em construção.

8 comentários:

  1. Oi querida, tudo bem?


    Venho acompanhando o teu blog desde que descobri a endometriose.
    Tenho por você uma grande admiração, por sua persistência ao controle da doença e conseguir a tão sonhada maternidade. Parabéns que Deus os abençoe.
    Quero agradecer por compartilhar toda sua batalha e nos mostrar que a endometriose pode ser vencida com novos hábitos.

    Tenho endometriose profunda, endometrioma no ovário esquerdo. Já fui em vários médicos cada um com uma linha de raciocínio . Tenho rim esquerdo pélvico, ser fizer a vídeo posso perder o rim e que o meu caso é FIV.
    Apenas um deles disse que possível fazer a cirurgia sem afetar órgão e que a FIV é a ultima opção.
    Por enquanto faço uso do Allurene que me deixa um pouco debilitada. Comecei a seguir alguns dos teus passos e confesso que já sinto uma melhora.
    Desculpe pelo texto longo é que estou um pouco desesperada não sei em qual caminho seguir.

    fique com Deus

    Josiane

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  2. Olá, Josiane:

    Agradeço por você escrever. Fico feliz por nos contar que já sente uma melhora. A mudança de hábitos tem um efeito positivo imediato, embora a superação da endometriose exija a persistência dia a dia, uma transformação para a vida toda. Falaram que meu caso também era de cirurgia por videolaparoscopia. Também diziam-me que a FIV era o mais indicado, embora falassem que havia uma pequena e quase inexistente chance de engravidar (3%). Diziam-me que o endometrioma de 6 cm no ovário esquerdo não responderia nem mesmo ao tratamento medicamentoso com hormônios, embora indicassem o uso de hormônios. Mesmo que defendessem a vídeo, a FIV e os hormônios, afirmavam que não havia cura nem garantia de gravidez, apenas provável controle da doença e maiores chances de engravidar com a medicina reprodutiva. Mas o meu caso sem perspectivas se mostrou um caso possível de cura ou de controle que controla. Com a mudança de estilo de vida, com um conjunto de hábitos saudáveis, não tive mais dores, o endometrioma diminuiu pela metade, os demais focos regrediram também, os sintomas de doença autoimune despareceram, engravidei naturalmente. Não esperava pelo último resultado. Achava que a doença havia ido longe demais para eu ter um filho, mas me surpreendi. Surpreendi-me passo a passo. Achava que os focos poderiam não crescer, mas eles também diminuíram. Achava que poderia ter uma vida com dor controlada, mas não tive mais dores. Achava que não teria um filho, mas engravidei. Acreditava que os hábitos saudáveis me fariam bem, mas eles transformaram minha vida por completo. Sou grata a Deus por me conduzir a esse caminho de mudanças. Pela minha experiência, eu acredito que é possível sim superar a endometriose profunda e voltar a ter uma vida saudável. Se desejar, envie-me seu e-mail, não vou publicá-lo. Permaneça firme em suas mudanças. Desejo muito sucesso em seu tratamento.

    Com carinho,

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  3. Você é inspiradora. Obrigada pela sua perseverança e fé. Deus abençoe sua vida, sua jornada, sua família. Que todos os dias você veja no seu bebê a face do Senhor, Sua luz resplandecida e isso te dê paz.
    Obrigada por me ajudar a (re)entender que meu corpo, templo, não é verdadeiramente meu. Obrigada por me lembrar disso. Pago hoje pela negligência, pelo descaso, pela audácia. Mas meu Senhor é Deus de misericórdia, tudo perdoa, reverte. Faz nascer folha em galho seco. Você é luz de Deus pra mim.

    Com amor,
    Michelle

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    1. Querida Michelle:

      Acessei para ver se havia comentários. Já havia lágrimas em meus olhos. Estou sofrendo muito com a amamentação. Uma luta tão ou mais intensa que a luta contra a endometriose. Então, encontro sua mensagem, "com amor", repleta de amor, transbordante de amor... Precisava disso. Luz de Deus para mim, agora, que preciso tanto. Deus reverte tudo. Ele está com você e tudo fará por você. Por intermédio de suas palavras, vejo Sua luz. Obrigada. Com amor,

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  4. Amém. Louvado seja o nosso Senhor, porque em tudo já nos fez mais que vencedores. Tem uma canção antiga que gosto muito e diz assim:

    Mágoas, tristezas e dores
    Quero com elas lhe fortalecer
    Se estás farto sabe que pode encontrar
    Toda força, o descanso
    E a esperança em mim

    Paz darei a paz
    Quando o vento soprar
    Paz
    É só pedir que Eu darei a paz
    Quando o vento, o vento soprar

    Mesmo que a noite pareça longa
    Salvo estará até que a tormenta passe...

    Amo você nEle.
    Michelle

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    1. Querida Michelle, que linda canção. Deus me deu a paz novamente. Agora, um mês após seu comentário anterior, sinto toda força que só Cristo pode dar. Estou amamentando exclusivamente no peito, com muito leite, sem dor. As lágrimas são de emoção. Deus pode reverter tudo. Realizar o impossível. Após surtos de dor intensa, Ele me deu o maior presente de todos: amamentar meu filho. Louvado seja o nosso Senhor.

      Ele está com você. Fará por você o impossível. Volte aqui para nos contar.

      Carinho, em Cristo,

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  5. Olá, querida como estão vcs? Tenho trombofilia por deficiência de proteína S, tive dois abortos com 2 meses, sempre na sétima semana o bb para de desenvolver e morre. Tive ovario policistico, mas não tenho mais, tenho 42 anos, sempre fui infértil, agora, ovulo todo mês certinho, e em oito meses passei por duas gravidez. Faz trinta e cinco dias que passei por uma AMIU, pra retirada do bb.Ovulei de novo, estou arrasada pois descobri a trombofilia agora. As perdas foram traumatizantes, e estou no fim da linha pra conseguir engravidar. Amei suas dicas, te agradeço por compartilhar suas experiências , mas gostaria de saber mais sobre a alimentação que fez na gravidez do João, e o tratamento que vc fez pra combater a trombofilia nessa gravidez dele, no mais, muito obrigada. Se vc me responder vai ter uma irmã muito agradecida, abraços em Cristo.

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    1. Olá, querida Nádia:

      Quanto amor o seu! Quanto amor o de Deus por você! Eu acredito inteiramente no potencial dos alimentos e da vida saudável para corrigir nosso corpo e normalizar seu funcionamento, seja lá qual seja o nome que a medicina tenha dado às falhas que surgem no organismo. Não usei nenhum remédio e mudei meu estilo de vida. Veja aqui: http://endometrioma.blogspot.com.br/2014/01/meu-tratamento-contra-endometriose.html

      Tenho duas amigas que têm trombofilia. Uma usou a injeção de heparina, depois de vários abortos, após mudar seu estilo de vida. A outra teve um aborto, e depois engravidou normalmente. Sua filha acabou de nascer. Vou entrar em contato com elas e passar seu e-mail (Envie-me seu e-mail. Não vou publicá-lo).

      Alho, limão, levedo de cerveja, gengibre, babosa... afinam o sangue. Foi, assim, naturalmente, que engravidei do João, passei muito bem durante toda a gestação e, hoje, tenho um menino muito forte e inteligente, que nunca ficou doente. Desconfio que a ampla oxigenação promovida pelo meu estilo de vida e alimentação na gestação tem muito a ver com sua saúde e inteligência.

      São caminhos e escolhas. Mas você agora tem o diagnóstico e poderá fazer a melhor escolha a partir dele.

      Não se sinta triste nem fique arrasada. Combatendo a trombofilia, você poderá engravidar normalmente.

      Acima de tudo, busque a Deus e sua vontade. Nenhum sonho nosso é maior do que os sonhos que Ele tem para nós. Ele sabe o que é melhor. Entregue-se totalmente nas mãos dEle. Diga-lhe o que deseja, peça, ore e receba a resposta de Deus, conforme a Sua vontade. Esse caminho sempre nos dá felicidade ampla, seja qual for o resultado de nossas lutas.

      Carinho,

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