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domingo, 14 de julho de 2013

Vitamina B12

14 de julho de 2013

Havíamos acabado de nos casar. Morávamos em uma edícula alugada que cabia no orçamento de um jornalista que cursava a segunda faculdade e de uma jornalista que iniciava o mestrado. O orçamento era curto, os desafios imensos. Na medida do possível, ajudávamos financeiramente meus pais. Embora essa pequena ajuda tenha aliviado um pouco a situação deles, a conta do passado de carestia e lutas ainda chegaria de forma dramática. Faltara nutrição. A falta de nutrição é pior do que a falta de dinheiro. Não sentiram fome, mas havia fome oculta, a fome das células por algo mais do que massa, açúcar e gordura.

Meu pai, mais sábio, subia nas árvores e colhia o que encontrava – lichias, ameixas, jabuticabas, bananas. Faltava tanta coisa, e as árvores frutificavam, mas minha mãe e minha irmã mais nova não eram de comer frutas. Li que na Grécia, famílias da classe média empobrecida agora dão a seus filhos macarrão com molho. Enchem a barriga, mas o corpo das pequenas crianças se fragmenta em vida. Não há fome mais triste do que a fome oculta, a fome das células por nutrientes que atinge tanto pobres quanto ricos, uns por falta de dinheiro; outros, por falta de conhecimento.


Meu pai ligou em desespero. A situação havia melhorado um pouco, eu já havia levado minha mãe a consultas, mas algo em seu corpo não estava bem. A pele apresentava uma alergia disseminada, seu aspecto era de abatimento. A dermatologista havia sugerido que a medicássemos com cortisona. Para quê? Para combater sintomas ou a causa? Na época, sabia pouco dos efeitos danosos de drogas farmacêuticas, mas havia ouvido falar de uma amiga de minha mãe que tomara cortisona para um mal sem causa identificada. Depois de anos a fio de “tratamento”, teve um câncer. Parecia-me que a cortisona tinha algo a ver com aquele corpo debilitado, com a ruína daquele sistema imunológico. Era uma suspeita. Com base nela, não obedeci à médica.


Naquele domingo, meu pai ligou com a voz embargada. Minha mãe gemia, estava inconsciente. “Vem logo. Ela está morrendo.”


Fizemos a viagem, levamos minha mãe para o pronto-socorro. Lá, deram-lhe calmante e a liberaram. Ela morria. Ligamos para amigos para tentar uma internação em um hospital particular, mas ninguém nos ajudou. À noite, exausta, eu tive a completa convicção de que fora o tempo de carestia alimentar que a deixara daquela forma. Mesmo com a alimentação restabelecida, a doença era sequela. Lembrei-me do que a tradição judaica testamentária afirma: “o filho de Deus jamais mendigará o pão.” A pequena mulher que havia alimentado a tantos morria por causa da comida que faltara. Em prece solitária e desesperada, expressei meus sentimentos de contrariedade. Ela não poderia morrer porque faltara o pão, não por isso. Ninguém deveria morrer por isso, ninguém.


No dia seguinte, minha mãe foi submetida a um ultrassom do abdômen total e a uma ressonância magnética do cérebro. Se ela estava inconsciente, o mapa do cérebro certamente nos diria algo, foi o que pensei. O ultrassom mostrou dezenas de pedras na vesícula. Parecia que havia risco de superar, mas minha mãe não sentia dores, um sintoma comum nesses casos. A ressonância revelou pontos brancos no cérebro. Morte de neurônios que poderia estar sendo provocada por um derrame, mas não havia sintomas claros de um derrame. Ela precisava retirar a vesícula, mas não tínhamos a quantia que o médico pediu. No SUS, não havia vaga.


Liguei para minha orientadora de mestrado, embora nosso contato fosse recente. A sogra dela havia sido professora de Medicina em uma universidade pública. Estava aposentada. Será que poderia nos ajudar? Em dez minutos, minha orientadora retornou a ligação e disse para levarmos minha mãe ao pronto-socorro dessa universidade. Havia um médico a esperando. Fizemos isso, era noite. Na metade do dia seguinte, ela continuava em uma maca no corredor do hospital. Eu sabia que era uma urgência, mas os médicos não pensaram assim devido à ausência de dor. De acordo com a triagem deles, minha mãe poderia esperar mais um pouco. Fui à casa de minha orientadora, passamos na casa de sua sogra e, em meio à chuva, aquela senhora forte, com seus quase 90 anos, saiu com seu crachá em direção à universidade. “Operem essa mulher.”


Após a cirurgia, o jovem médico nos disse: “Havia apenas uma camada fina de pele. A vesícula estava quase supurando.” Por mais um pouco, a perderíamos. Ela saiu da cirurgia querendo se levantar, não sentia dor. Na internação, manifestava perda de memória, personalidade adversa. “Ela é uma pessoa calma, sensata. Há algo de errado”, disse ao médico. Mas ele não me escutou. “Ela não foi sempre assim?”, retrucou com descaso e assinou a alta. Em casa, ela teve surtos e depois perdeu a consciência. Nesse meio tempo, chegou o resultado de um exame de sangue que eu havia pedido por pedir. Uma senhora da igreja me dissera que conhecia alguém com os sintomas da minha mãe. A pessoa havia tido carência de vitamina B12. Na última hora, lembrei-me desse comentário e pedi o exame. O resultado do exame apontava que ela estava com carência de B12. Seria isso?


Voltamos à universidade pública. A médica viu o exame, examinou minha mãe e nos mandou para o pronto-socorro da universidade. Era carência de B12, mas a universidade tinha falta da injeção de cianocobalamina. Hospital universitário sem B12 é caso tão grave quanto um corpo sem B12. Fomos à farmácia, e a primeira dose foi aplicada. Em dois dias, minha mãe havia recuperado a consciência. Sim, em dois dias. Embora tenha ficado com alguma sequela nas pernas, como formigamento e dormência, ela está muito bem. Atualmente, toma injeção de B12 periodicamente.


Dormência, formigamento, sintomas na língua, dermatite e, nos casos mais graves, demência, incontinência urinária: são esses alguns dos sintomas de carência de vitamina B12. Quando falta a vitamina, os neurônios começam a morrer. Mas nem sempre a carência é bem percebida. Com a diminuição da vitamina pode haver perda quase imperceptível de memória, cansaço, certo formigamento nas mãos. A vitamina é essencial para a vida.


A busca por entender o que estava acontecendo com minha mãe, em meio a consultas médicas superficiais e a diagnósticos errôneos, manteve viva quem me trouxe ao mundo. Deu-me também vida uma vez mais. Se apenas tivéssemos aceitado o que diziam, se após aquele cirurgia tivéssemos concluído que tudo que precisava ser feito havia sido feito, nós a teríamos perdido. Também teria conhecido menos de mim mesma. Ao desvendar o que atacava seu corpo, pude me preparar para me socorrer. Anos depois, eu mesma apresentei uma deficiência de B12 preocupante, que foi corrigida a tempo. Eu conhecia minha mãe, conhecia a doença, conhecia a vitamina e pude reconhecer os sinais em meu corpo. Honra pai e mãe e seus dias se prolongarão, diz a sábia palavra bíblica. A palavra se confirma em mais um fôlego.


Fôlego a fôlego, outros conhecimentos surgiram. Essa experiência com minha mãe me ensinou várias coisas: a importância de saber ler os sinais, lutar pela vida, não se contentar com diagnósticos superficiais, não usar remédios que atenuam sintomas, valorizar a formação médica inteligente, fazer os exames necessários, admirar o saber médico especializado que oferece os diagnósticos corretos, suspeitar de quem não valoriza diagnósticos, admirar profundamente a bondade de duas mulheres não religiosas que estenderam a mão para uma desconhecida e salvaram a vida de sua mãe, expor a Deus as dúvidas e confiar nEle, indagar, indagar, indagar, olhar para o corpo, olhar para cima. Lições que me fizeram forte para iniciar a luta contra a endometriose, anos mais tarde. Luta que considero vencida.


Em minha história contra a endo, também tive de saber aprender a lidar com a questão da B12. Quando tive a carência de B12, tomei uma injeção intramuscular de cianocobalamina. Eu havia feito um exame para acompanhar os focos de endometriose antes da injeção. Um mês após a injeção, não me senti bem e resolvi refazer o exame para avaliar a endometriose. Os focos haviam aumentado consideravelmente. Para mim, a injeção aumentou os focos. Não há qualquer comprovação científica do que estou dizendo. Minha conclusão vem da observação de meu corpo. Mas nunca mais repus a vitamina B12 com injeção intramuscular. 


A vitamina B12 além de ser encontrada em alimentos cárneos e lácteos é produzida pelo próprio corpo, por bactérias presentes no intestino. A indústria também oferece alimentos enriquecidos com a vitamina, como o Neston, entre outros. A deficiência dessa vitamina está relacionada a vários fatores: gastrite atrófica (gastrite autoimune), alcoolismo, problemas na vesícula, alimentação vegana, uso de metformina (remédio para diabetes –
veja aqui), entre outros. Todas as pessoas, vegetarianos ou não, especialmente os mais idosos e os diabéticos, devem fazer o exame de sangue anualmente. Basta pedir ao seu médico um exame de sangue de “vitamina B12”. Se for particular, o valor é acessível.

Alguns médicos dizem que a carência de B12 leva tempo para se manifestar. Nem sempre é assim, conforme tenho observado. Algumas pessoas não terão carência, mesmo fazendo parte do grupo de risco. Minha sogra, por exemplo, é vegetariana e usa metformina. Seus exames estão sempre normais. Outras apresentam a deficiência mesmo não fazendo parte do grupo de risco. A esposa do avô de meu marido, que tem 87 anos, come carne regularmente e não faz uso de remédios, apresentou a carência de vitaminas. Uma das sequelas tem sido dificuldade de andar e dores nas pernas, algo que minha mãe sente. A carência de B12 também predispõe o organismo a doenças neurológicas degenerativas, alterando a mobilidade e o comportamento. Nesses casos, é recomendável a reposição periódica. Não basta tomar uma ou duas doses de injeção. O problema é que boa parte dos médicos desconhece a importância da vitamina e a forma correta de reposição (
Veja aqui uma matéria excelente sobre a B12, com explicações e alertas da médica Sara Saad, da Unicamp). Por isso, é tão importante se informar e não aceitar o que chamam de “inevitáveis doenças da velhice”. 

Se você tem alguém idoso na família, não deixe de pedir os exames de B12 e vitamina D, principalmente. Muitas queixas que parecem ser “emocionais” ou de “fundo psicológico” são resultado de deficiências graves de vitaminas. Acredito que essa consciência evitaria muito sofrimento e mortes desnecessárias. Os mais velhos merecem a nossa mais completa atenção. Além de ser um ato de amor, o conhecimento das doenças que os acometem e dos recursos preventivos é uma proteção para nosso organismo também, pois somos sua continuidade genética e estamos susceptíveis às mesmas doenças.


Embora os quadros de deficiência sejam mais comuns nos mais velhos, os jovens devem estar atentos. Como escrevi, eu tive e deficiência e, regularmente, refaço os exames. Amigos jovens que mudaram a alimentação também tiveram uma rápida baixa na quantidade de vitamina. Para ter a quantidade aceitável, faço uso de ovos orgânicos de boa procedência. Alguns médicos vegetarianos defendem uma dieta ovolactovegetariana para prevenir a deficiência. Outros são inflexíveis contra os ovos e leite, indicando o uso de suplementos. Há ainda algumas pessoas que dizem ser inteiramente desnecessário repor a vitamina, pois o organismo a produziria na quantidade necessária. Esses estão errados em grande parte dos casos. Por algum motivo – talvez relacionado ao modo de produção de alimentos, à poluição ambiental, a fatores nutricionais, ao estilo de vida atual –, nosso organismo está perdendo a capacidade de produzir B12, mas continuamos precisando muito dela. Não deixe de fazer os exames, de ler sobre o assunto, de conhecer os sinais que o corpo envia. A vitamina B12 é uma das essências da vida. 


Por último, essa experiência marcante, que ajudou a definir meu caminho de luta e persistência para superação da endometriose, me deixou uma grande lição. Por uma única vitamina, minha mãe quase morreu. Por uma única vitamina, ela voltou a viver. As doenças aparentemente mais complexas podem ter – e na maioria das vezes têm – um caminho de cura muito simples. A médica Sara Saad, da Unicamp, descreve pacientes que foram submetidos até a transfusão de sangue e o que tinham era “apenas” carência de B12. O médico Cícero Coimbra, da Unifesp, fala de pacientes com esclerose múltipla, em cadeira de rodas, que foram tratados com vitamina D e agora estavam praticamente curados, andando, falando, vivendo. Nomes complexos de doenças acabam camuflando verdades médicas impressionantemente simples – a falta de nutrição faz adoecer, a nutrição cura. É assim com a endometriose também. Com a nutrição certa, com o estilo de vida correto, eu não precisei de remédios ou cirurgias. A doença “sem cura”, espalhada em aderências, está desaparecendo, centímetro a centímetro. Uma verdade médica simples que exige entrega total. 


PS.: A experiência com minha mãe fez com que eu iniciasse um blog sobre B12, mas acabei não o atualizando. Há muitas pesquisas, controvérsias, implicações que merecem ser reunidas, discutidas e conhecidas. Embora atualmente a importância da vitamina B12 seja mais amplamente conhecida, há muita pesquisa que precisa ser feita e, principalmente, muita divulgação de pesquisas e experiências a se fazer. Ainda pretendo retomar o blog.
 

3 comentários:

  1. Olá, tenho uma dúvida. Não consumo carne vermelha e temo ficar com deficiência de vitamina B12. Você que não consome nenhum tipo de carne faz algo para não ficar deficiente nessa vitamina? Parabéns pela gravidez! Fiquei muito emocionado ao saber!!!

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    Respostas
    1. Parte I

      Olá!
      Obrigada pelo carinho. É uma grande felicidade estar esperando o bebê!

      Sobre a B12, ainda não tenho as respostas completas. Continuo lendo, experimentando novas fontes e observando o corpo, por meio dos sintomas e de exames médicos. É muito importante acompanhar com exames. Por pressupostos não científicos , principalmente, há um grupo de profissionais da saúde que alegam que a carência da vitamina não é comum, que a deficiência demora anos para se manifestar. Em minha família, entre amigos e conhecidos que são vegetarianos e veganos, o que temos observado, via exames médicos, é outra realidade. A vitamina pode baixar mais rápido do que se afirma. Índices baixos podem comprometer seriamente a saúde, representando um risco à vida. Além disso, há grupos de risco que, mesmo que consumam carnes, precisam estar atentos a essa questão, como escrevi no texto.

      No meu caso, por acreditar que a reposição intramuscular não foi benéfica ao meu organismo, eu busquei outras formas de reposição via alimentação. Uma dieta ovolactovegetariana é a mais indicada para se obter a quantidade de vitamina B12 necessária. No meu caso, sem o consumo de leite, utilizei (e ainda faço uso) de uma fonte controversa, do ponto de vista da saúde pública, para repor a vitamina.

      Utilizo ovos crus, de procedência conhecida (orgânicos, de animais em condições sanitárias adequadas etc), pois apresentam maior quantidade de B12, que se perde com o cozimento. Se forem ovos de patas ou gansas, a quantidade é maior ainda. Em minha primeira experiência, fiz uso de ovos crus com suco de uva, tomados diariamente, durante um mês. Antes e após esse consumo, fiz os exames de B12 e de colesterol. A B12 havia subido para níveis normais e o colesterol não teve alterações.

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    2. Parte II

      Para minimizar o risco de uma contaminação por salmonela (esse risco existe, sim), eu lavei os ovos com água fervendo, bem como a bucha para limpar os ovos e o copo.

      A clara do ovo, quando crua, tem antinutrientes. Por isso, preferencialmente, eu retiro a clara e utilizo apenas a gema do ovo misturada (sem bater) no suco de uva orgânico.

      Se desejar algum respaldo para o uso de ovos crus, há os textos da nutricionista Patrícia Feldeman, que inclui na alimentação de seus filhos ovos crus. O médico Mercola, dos Estados Unidos, também defende o uso de ovos crus.

      No meu caso, os ovos crus com suco de uva (que antigamente chamavam de gemada) foi uma solução muito apropriada, que não teve qualquer impacto negativo no crescimento dos focos de endometriose, diferentemente da reposição intramuscular. Pelas informações médicas que temos, há riscos, sim, de contaminação por salmonela (embora seja muito mais frequente em ovos de granja). Mas optei pelo risco que considerei menor depois de ler os escritos de Ellen White, uma escritora norte-americana, e pesquisas científicas. Minha decisão, porém, foi pessoal. Não significa que esteja indicada a outros, mas quero compartilhar o que fiz, as conclusões às quais cheguei até agora. Embora estejam se mostrando satisfatórias, não significa que sejam imutáveis ou absolutamente corretas.

      Com certa frequência, encontro pessoas que tiveram carência de B12, com sintomas graves de anemia perniciosa. De nada adianta haver vegetarianos e veganos com a saúde cardiológica satisfatória que sofrem de carência de B12. Precisamos olhar para o organismo como um todo integrado, sem fragmentações comprometedoras. Por isso, é importante pedir exames, fazer os exames e levar os resultados a sério. Outras importantes linhas de pesquisa são analisar as melhores fontes dessa vitamina, analisar os alimentos que apesar de não terem a vitamina favorecem que o corpo a produza, entender como o organismo produz e consome a B12, em função de todo o funcionamento do corpo, das doenças (vesícula, gastrite atrófica, diabetes etc), da idade e dos diferentes nutrientes disponíveis.

      No meu caso, optei por outras fontes de vitamina B12, mas se necessário devemos usar os recursos e suplementos indicados pelos médicos (dieta ovolacteovegetariana, comprimidos ou injeções), até que se tenha clareza dos melhores métodos a ser utilizados. Precisamos ser menos ideológicos, e mais científicos.

      Quantas pessoas que pertencem a determinados grupos, entre eles os grupos religiosos que pregam o vegetarianismo sem a reflexão necessária, estão sofrendo, e até mesmo morrendo (como quase aconteceu com minha mãe), porque a comunidade médica ou a comunidade responsável por essas mensagens não estão atentas às estatísticas reais, às evidências clínicas, aos exames e às pesquisas científicas de credibilidade, como as realizadas na Unicamp? Há também grupos muito heterogêneos, pessoas que não têm condições financeiras de obter uma dieta vegetariana suficientemente nutritiva. Quando teremos uma campanha de saúde, voltada a grupos específicos, conduzidas por profissionais atentos às essas particularidades cujo compromisso esteja em aliviar e combater o sofrimento de quem não pode retribuir com favorecimentos ou pagamentos?

      Obrigada pela pergunta, pois sua preocupação com a vitamina é de importância vital. Não deixe de fazer os exames.

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