
Para quem ainda tem dúvidas sobre o poder da alimentação saudável e dos exercícios no controle e superação da endometriose, veja a experiência relatada no artigo “Entre os exames e os pacientes”, publicado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) (http://www.fm.usp.br/tutores/bom/bompt10.php):
“A Associação Brasileira de Educação Médica (ABEM), segundo seu presidente, o cirurgião Guido Corrêa de Araújo, procura atualmente conscientizar professores e alunos das escolas médicas a voltarem a realizar uma medicina mais humana, que valoriza o contato do médico com o paciente. Afinal, como diz Atta, ‘o principal meio de diagnóstico é a entrevista com o paciente, que pode fornecer mais respostas do que qualquer exame laboratorial e, além disso, vai dizer ao médico quais exames ele deve pedir’.
Foi o que percebeu a artista plástica Mônica Cristina Pereira de Souza, 47, em 1998. Desde os 18 anos, quando identificou uma endometriose (doença na membrana que reveste o útero), ela já havia passado por diversos médicos, retirado o ovário direito, parte do esquerdo, passou por internação na UTI, fez dezenas de exames, mas continuava sofrendo com hemorragias constantes.
Há quase seis anos, depois de quase 30 anos sem resolver o problema, ela resolveu procurar um novo profissional. Na primeira consulta, Mônica levou todos os exames que havia feito. ‘Não quero ver nada disso’, disse o médico, que passou duas horas com ela, fazendo perguntas e respondendo a outras.
‘Só depois de ter vasculhado a minha vida, ele quis ver os exames. Desde então, não tenho nada. E o que o médico me receitou? Nada que outros não poderiam: dieta equilibrada e exercícios físicos. Aprendi que nem sempre a objetividade da ciência resolve os nossos problemas’, acredita.”
“A Associação Brasileira de Educação Médica (ABEM), segundo seu presidente, o cirurgião Guido Corrêa de Araújo, procura atualmente conscientizar professores e alunos das escolas médicas a voltarem a realizar uma medicina mais humana, que valoriza o contato do médico com o paciente. Afinal, como diz Atta, ‘o principal meio de diagnóstico é a entrevista com o paciente, que pode fornecer mais respostas do que qualquer exame laboratorial e, além disso, vai dizer ao médico quais exames ele deve pedir’.
Foi o que percebeu a artista plástica Mônica Cristina Pereira de Souza, 47, em 1998. Desde os 18 anos, quando identificou uma endometriose (doença na membrana que reveste o útero), ela já havia passado por diversos médicos, retirado o ovário direito, parte do esquerdo, passou por internação na UTI, fez dezenas de exames, mas continuava sofrendo com hemorragias constantes.
Há quase seis anos, depois de quase 30 anos sem resolver o problema, ela resolveu procurar um novo profissional. Na primeira consulta, Mônica levou todos os exames que havia feito. ‘Não quero ver nada disso’, disse o médico, que passou duas horas com ela, fazendo perguntas e respondendo a outras.
‘Só depois de ter vasculhado a minha vida, ele quis ver os exames. Desde então, não tenho nada. E o que o médico me receitou? Nada que outros não poderiam: dieta equilibrada e exercícios físicos. Aprendi que nem sempre a objetividade da ciência resolve os nossos problemas’, acredita.”