sábado, 10 de outubro de 2020

Fitoterapia e infertilidade: o uso da babosa como indutor natural de ovulação

 


10 de outubro de 2020


Para superar a endometriose, eu fiz uso da babosa (Aloe arborescens), com um tratamento aliado à mudança do estilo de vida (Veja aqui meu tratamento: Eu venci aendometriose). Após mudar meus hábitos de saúde, eu engravidei naturalmente. A babosa também pode combater a infertilidade? O que dizem as pesquisas?

Uma pesquisa publicada em 2016 usou o composto de babosa para tratar ratas inférteis, com resultados muito positivos. A babosa estimulou a ovulação. A pesquisa também analisou os efeitos do composto sobre os filhotes. Todos tiveram desenvolvimento normal até a fase adulta evidenciando que a babosa não tem ação teratogênica. Para os pesquisadores, a babosa é uma “planta adequada para o desenvolvimento de drogas antifertilidade” (1). Mas quem precisa de drogas se dá para ter a babosa no quintal de casa?

Pesquisadores também investigaram a ação fitoterápica da babosa em ratas com ovário policístico. Os animais receberam o composto por dois meses. Houve melhora no desempenho reprodutivo, regulação hormonal, aumento na viabilidade fetal, demonstrando que a babosa age “para recuperar a fertilidade” (2). Eu comprovei esse resultado em meu corpo! Outras leitoras do blog também tiveram os mesmos resultados positivos.

Ao comparar o uso de aloe com um indutor de ovulação, uma pesquisa constatou que a babosa estimula a ovulação tanto quanto drogas farmacêuticas, mas sem efeitos colaterais (3). Outro estudo demonstrou que “o tratamento de camundongos diabéticos com Aloe vera aumentou a taxa de ovulação e maturação” (4). É importante ressaltar que mulheres com diabetes têm menores chances de engravidar. A babosa tem ação antidiabética reconhecida. “Dez estudos foram localizados. Eles sugerem que a administração oral de aloe vera pode ser um complemento útil para reduzir a glicose no sangue em pacientes diabéticos, bem como para reduzir os níveis de lipídios no sangue em pacientes com hiperlipidemia”, afirma pesquisa publicada no The British Journal of General Practice (5).

E o homem, pode usar babosa? Estudos sugerem que a babosa diminui a fertilidade masculina. Meu marido não usou a babosa. Apenas eu usei. Mas há pesquisas que sugerem que a babosa também melhora a saúde sexual masculina em muitos aspectos (Veja aqui).

Mas será que a babosa ajuda mesmo na fertilidade? Para Alan B. Copperman, diretor da Divisão de Endocrinologia Reprodutiva e Infertilidade do Mount Sinai Medical Center em Nova York, “não há nenhuma evidência real de que a aloe vera ajude ou atrapalhe a fertilidade em humanos” (Veja aqui). Desconsiderando todas as evidências e centenas de estudos de referência sobre os benefícios da babosa, esse médico prefere dizer: Nem faz bem, nem faz mal. Essa opinião me faz lembrar de antigos moradores de Jerusalém que desacreditavam da existência de Deus e diziam: “O Senhor não faz bem nem faz mal” (Sofonias 1: 12). “Cala-te diante do Senhor Deus, porque o dia do Senhor está perto”, responde Sofonias (1:7).

Há quem pense diferente. Frank Crosswhite, professor da Universidade do Arizona, e sua esposa Carol, afirmam no artigo Aloe vera, plant symbolism and the threshing floor, que há diversos relatos históricos sobre a eficácia do tratamento com babosa em mulheres inférteis. “Há um forte elo de Aloe com vida renovada!”

Deveria haver mais pesquisas sobre babosa e fertilidade. Os principais centros de pesquisa internacionais parecem não estar interessados em investigar os benefícios da babosa para a saúde reprodutiva. Contudo, as pesquisas estão avançando. Recentemente, fui publicada um estudo importante na Espanha sobre os benefícios da babosa. Se você está em dúvida sobre os benefícios dessa planta incrível, sugiro que você leia esta pesquisa realizada na Universidad Complutense de Madrid (UCM): “Propriedades de atualizaçãofarmacológica de Aloe Vera e seus principais constituintes ativos”.

Minha experiência com a babosa foi muito positiva tanto para combater a endometriose quanto para engravidar, além de excelentes resultados em minha saúde de modo geral. Durante a gravidez, não usei o composto, pois ele pode aumentar o movimento do intestino e, por causa disso, induzir a um aborto. Veja aqui o modo como eu usei a babosa: Endometriose e fitoterapia: minha experiência com a babosa (aloe arborescens). 

A babosa é uma planta medicinal com inúmeros efeitos benéficos, mas lembre-se: Para recuperar a saúde, você precisa mudar seu estilo de vida. Vamos começar? Eu sugiro que você leia meu texto Eu venci a endometriose (https://endometrioma.blogspot.com/2018/).

Aloe é uma planta poderosa mencionada na Bíblia. Ela foi usada para ungir o corpo de Jesus Cristo que após dar sua vida por nós na cruz ressurgiu vitorioso nessa intensa luta contra o mal que sobreveio à Terra (Leia meu texto sobre a Babosa na Bíblia: Aloe (babosa), infertilidade, ressurreição). A breve história da Terra está terminando. O mundo foi feito por Deus, mas nosso primeiros pais acreditaram em Lúcifer e o pecado entrou na Terra. Para nos redimir desse mal, Cristo deu a sua vida. Ele ressuscitou e virá novamente. Este dia está chegando. Jesus voltará. Mas enquanto estamos aqui neste mundo, Ele deseja o melhor para cada mulher e sua família.

Deus colocou nas plantas medicinais remédios curativos. “O Senhor proveu antídotos para as doenças em plantas comuns, e essas podem ser usadas pela fé, sem que isso implique em negação da fé; pois usando as bênçãos providas por Deus para nosso benefício, cooperamos com Ele”, afirma Ellen White. A babosa é uma planta valiosa criada pelo Médico dos médicos. Um presente simples que cada pessoa deveria ter em casa. Basta plantar, basta crer.


Referências

1. SHAH, S. K. et. al. Antifertilityactivity of ethanolic and aqueous extracts of aloe vera Mill on female wistarrats: rising approaches of herbal contraception. Acesso em: 10 out. 2020.   

2. RADHA, M. H. Role of aloe barbadensis Mill. as a possible preConceptiveherb for the management of polycystic ovarian syndrome: a rodent model study. Acesso em: 10 out. 2020.

3. SARAVANAN, R. Ovulatory effect of aloe barbadensis mill in mature new zealand rabbit does. Disponível em: <file:///C:/Users/Pessoal/Downloads/4469-Article%20Text-13037-2-10-20180105.pdf> Acesso em: 10 out. 2020.

4. AFROUG, M. et al. Protective effects of aloe vera on superovulated oocytes and folliculogenesis in diabetic mice. Disponível em:< https://sites.kowsarpub.com/zjrms/articles/7939.html> Acesso em: 10 out. 2020.

5. VOGLER, B. K., ERNEST, E. Aloe vera: a systematic review of its clinical effectiveness. Disponível em:< https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/10885091/> Acesso em: 10 out. 2020.


Conheça a história de Francielle e Samuel: Um bebê da esperança. 


Acesse meu texto Infertilidade: O que a mulher deve fazer com o profundo desejo de ter um filho? 





 

 




sábado, 3 de outubro de 2020

Infertilidade: o que uma mulher deve fazer com o profundo desejo de ter um filho?

 



A grande questão para a mulher com endometriose é se ela pode ou não ter um filho. Eu não podia ter um filho. Perdi o ovário esquerdo com um endometrioma de 15 cm em uma cirurgia de urgência. No ovário direito, havia um endometrioma de mais de 5 cm. A endometriose era profunda, infiltrativa, grau IV. As dores, insuportáveis. Havia, segundo a médica especialista em fertilização, “3%” de chance de eu engravidar naturalmente.

Decidi: quero ter um filho. Mas eu não podia ter um filho. Então, recomendaram que eu fizesse FIV (Fertilização in Vitro). Inclusive, à época, uma grande empresa de FVI entrou em contato comigo para que eu divulgasse, como colunista, o método artificial para se ter um filho. Eu gastaria, eu ganharia e, talvez, teria um filho. Eu decidi: não quero ter um filho. Ao menos, não desse jeito.

O valor de uma mulher não está em ser mãe. Eu aprenderia a ser feliz sem um filho, pois o que eu tinha era apenas uma ideia de felicidade associada à chegada de uma criança. E não é assim. Os maiores e mais difíceis desafios emocionais eu enfrentei após a gravidez. Quando um bebê chega muita coisa se desmonta. Em vez de melhor, a gente pode se tornar pior: mais nervosa, mais ansiosa, mais cansada, sem tempo, com sonhos profissionais adiados ou interrompidos para sempre. É preciso muita força para que a maternidade torne a mulher realmente uma pessoa melhor. As frustrações da mãe podem por tudo a perder. Mais uma vez, só a oração e a comunhão com Cristo podem redimensionar essa mulher, fazendo-a ser mãe no mais pleno sentido da palavra – entrega total.

Então, não ser mãe dá à mulher a oportunidade de viver muitos outros projetos e, se ela tem um propósito de abençoar o mundo, pode realizar coisas realmente incríveis e gratificantes de modo que não poderia se fosse mãe. Ellen White, escritora norte-americana e uma das fundadoras da Igreja Adventista do Sétimo Dia, diz exatamente isso. Às vezes, é melhor não ser mãe, dependendo da vocação que se tem no mundo. Assim, decidi não ser mãe se não pudesse engravidar naturalmente. Poderia recorrer à adoção, conforme também orienta Ellen White, ou me empenhar em alguma outra missão, outra sugestão de Ellen. “Uma família bem ordenada, bem disciplinada, terá poderosa influência para o bem. Mas se não tendes vossos próprios filhos, pode ser que o Senhor tenha um sábio propósito em privar-vos desta bênção. Não seja isto tomado como evidência de que deveis adotar uma criança. Em alguns casos pode ser aconselhável”, diz Ellen White. Ter filhos é uma alegria. Mas você não é obrigada a ser mãe. Você não é obrigada a adotar uma criança. Para ser feliz e fazer alguém feliz, você não precisa gerar um filho.

Eu assumi o risco. Pesquisei sobre a FIV e outros métodos e decidi não expor o meu corpo aos hormônios sintéticos (Veja aqui o texto que eu escrevi sobre a FIV: O Livro da Vida).

Aceitar a realidade de que, provavelmente, eu não teria um filho não foi fácil, inicialmente. Provocações, semelhantes a enfrentadas por Ana, da Bíblia, devido a sua infertilidade, eram recorrentes. Nasceu um bebê na família e alguém que sabia que eu era infértil disse, com maldade: “Viu, vale a pena!” Também contaram para pessoas conhecidas e desconhecidas que eu não podia ter um filho e, vez por outra, me deparava com alguém me dando uma sugestão... Vi o vídeo de uma amiga tendo seu filho. As dores são muitas. Mas a despeito de todas elas, eu decidi não fazer FIV e esperar a vontade de Deus, a despeito do resultado. Um filho, um marido, um emprego podem ajudar, mas só Deus consola. Se eu não for feliz com o que tenho jamais serei feliz com qualquer outra conquista. A felicidade é Cristo, pois no mundo sempre teremos aflições.

“Infertilidade. Provavelmente cada uma de nós já pensou sobre isso ou foi atingida por sua dor. Talvez tenhamos alguma amiga querida que não possa ter filhos... ou talvez você mesma esteja tentando engravidar e ter um bebê. O tempo passa e isso não acontece. O que uma mulher deve fazer com o profundo desejo de conceber um filho na encruzilhada do desapontamento? [...] Deus não mudou. O seu espírito pode nos dar a mesma esperança que sustentou Isabel. Deus cumprirá os Seus propósitos. Nosso trabalho é crer e obedecer enquanto aguardamos com fidelidade”, afirma a conselheira cristã Bobbie Wolgemuth.   

Ao mudar meu estilo de vida, readquirindo hábitos saudáveis ligados à alimentação vegetariana, exercícios físicos, fitoterapia, natureza e amor a Deus, a endometriose regrediu, a dor aos poucos desapareceu. Fiquei tão saudável, que engravidei naturalmente. A gravidez foi muito tranquila e meu filho nasceu com saúde de ferro. Tem quase sete anos e nunca precisou tomar um antibiótico ou antitérmico.

Mas o que pode acontecer quando a gente recorre a drogas farmacêuticas para engravidar? Além de todos os efeitos colaterais que as bulas dos remédios nos informam, o organismo humano fica sujeito a alterações em sua própria estrutura, seu código genético, seus cromossomos. E isso é muito sério. Ano a ano, vem aumentando a quantidade de crianças e adultos com doenças raras. Ao explicar as causas das aberrações cromossômicas, o meu livro didático do ensino médio do Anglo, de 1994, já dizia:

“Estamos expostos a inúmeras substâncias químicas que estão no ar, na água, nos alimentos e medicamentos. Disso tudo, o que pode realmente ‘mexer’ com nosso material genético? A verdade é que estamos sujeitos a surpresas desagradáveis; a maioria desses fatores, no que diz respeito à sua atuação sobre os genes, não foi ainda suficientemente estuda. Um exemplo simples: a industrialização cada vez maior dos alimentos fez com que usasse inúmeras substâncias químicas, como conservantes, corantes, antioxidantes etc... A indústria farmacêutica também utiliza grande variedade de substâncias na composição de medicamentos” (SASSON, S. Genética. São Paulo: Anglo, 1990-1991. p. 56).

Conheci a história de uma mulher com endometriose que não engravidava. Fez a cirurgia, usou remédios e por vários meses tomou um indutor de ovulação. O marido descobriu uma doença no testículo. Fez a cirurgia, usou remédios. Então, conseguiram a gravidez. O filho nasceu com uma síndrome rara.

Ao falar sobre saúde na gestação, a médica Mírian Silveira diz neste vídeo (Veja aqui) que o uso de drogas farmacêuticas está associado com os erros inatos do metabolismo ou com as chamadas doenças raras, que hoje já atingem 15 milhões de brasileiros (Se você quer ter um filho, não deixe de assistir a esse vídeo).

Enfim, tomei a decisão de seguir o caminho de mudança de meus hábitos de saúde. As drogas não deveriam resolver aquilo que nós mesmos, com a força de Deus, somos capazes de mudar naturalmente. A pílula mágica tem efeitos inesperados. A mudança de estilo de vida exige muito da gente, muita renúncia, transformação do paladar, reeducação, mas, no final, é um trajeto leve, transformador, suave, consistentemente belo.

Um dia, uma mãe que queria ficar grávida de seu segundo filho, mas a endometriose não permitia, me escreveu, perguntando minha opinião sobre a FIV. Foi essa mulher que me ajudou a pesquisar mais sobre o assunto. Nossos diálogos, por e-mail, foram importantes para mim. Até hoje, não a conheço pessoalmente. O mais importante é que Deus agiu na vida dessa mulher que não decidiu fazer a FIV. Primeiro, ela tomou a decisão, melhorou seu estilo de vida e os resultados vieram: ela engravidou de seu segundo filho, o amigo que o primeiro filho tanto precisava. Uma história linda. O milagre de Deus.

Mas se ela não tivesse engravidado? E se eu não tivesse engravidado? E se você não fizer a FIV e não engravidar de outra maneira? Pode acontecer. Eu decidi não ter um filho, mas estar bem de saúde. Ser mulher é muito mais do que ter um filho. Isso não quer dizer que, ao ter um filho, eu deixarei de reconhecer as bênçãos de ser mãe que decorrem de Deus. É preciso louvá-Lo, pois Deus é quem dá a vida. É preciso dizer: se você quer ser mãe de verdade, lute por esse sonho. Mude seus hábitos, pesquise alimentos e atitudes que aumentam a fertilidade, ore a Deus, assim como fez Ana, mãe de Samuel, ou Isabel, mãe de João, mulheres da Bíblia. Clame. Não tenha medo de pedir, mesmo que no final a resposta seja diferente da esperada. Deus sempre sabe o que é melhor. Vivemos tempos muito difíceis para as grávidas, para as crianças e seus pais.

Ao tomarmos as decisões, depois de bem informadas, precisamos estar conscientes do preço que pagaremos. O preço de não fazer a FIV pode ser nunca ter um filho. O preço gigantesco de fazer a FIV pode impactar as finanças e o corpo de maneiras inesperadas.

O preço de ter um filho também é alto. Eu decidi ter um filho naturalmente. Mudar minha vida, meus hábitos, respeitar as leis da saúde colocadas por Deus me deram meu filho. Depois desse milagre, eu me entreguei à missão que recebi. Tornei-me mãe em tempo integral. A renúncia é grande, mas as recompensas são infinitas. A maternidade é uma escada íngreme. Para ele aprender a se alimentar de comida vegetariana, eu gastei e gasto meu tempo selecionando alimentos, cozinhando, dando o exemplo, ensinando a comer, milhares e milhares de vezes com muita paciência, com a mesma paciência que tive de ter comigo mesma ao deixar o açúcar e os lanches gordurosos e me voltar à comida de verdade. Para ele aprender a dormir, eu também durmo e acordo super cedo. Para ele aprender a se exercitar, eu faço exercícios com ele. Para ele aprender a amar a Deus, eu conto três vezes ao dia histórias da Bíblia e oramos juntos. Também aprendi a tocar hinos no teclado e cantar com ele, louvando a Deus.

O preço de ter um filho é alto. Basta pensar que Deus nos criou para sermos felizes, mas o ser humano pecou. Nos tornamos filhos desobedientes. O salário do pecado é a morte, diz a Bíblia. Deus não pode apagar sua própria Lei. Então, enviou Jesus para nos salvar. Mas ao chegar aqui, recebemos o Criador com desprezo e ódio. Jesus foi morto pelos seus próprios filhos. Para nos dar a paz e a vida eterna, Ele deu sua própria vida. Leia a mais bela e triste descrição sobre esse ato de amor em Isaías 53.

“Quem creu em nossa pregação? E a quem foi revelado o braço do Senhor? [...] Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e, como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso. Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas Ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados” (Leia o restante de Isaías 53 aqui).

A maternidade é entrega da vida, assim como fez Cristo. Se a vida é dedicada à missão de salvar, vive-se a maternidade, com ou sem filhos.

Ore, apenas. Ao dar o passo seguinte, desenvolva estratégias de saúde. Prossiga rumo ao ideal de um novo estilo de vida saudável. Espere.

Deus sempre sabe o que é melhor. Ele escreve com amor a história de cada mulher. Não há desfechos únicos. Maternidade é amplidão.



Leia meu texto: Eu venci a endometriose

 (http://endometrioma.blogspot.com/2018/07/eu-venci-endometriose.html)


Conheça a história de Francielle e Samuel: Um bebê da esperança.