Arquivo do blog

sábado, 10 de outubro de 2020

Fitoterapia e infertilidade: o uso da babosa como indutor natural de ovulação

 


10 de outubro de 2020


Para superar a endometriose, eu fiz uso da babosa (Aloe arborescens), com um tratamento aliado à mudança do estilo de vida (Veja aqui meu tratamento: Eu venci aendometriose). Após mudar meus hábitos de saúde, eu engravidei naturalmente. A babosa também pode combater a infertilidade? O que dizem as pesquisas?

Uma pesquisa publicada em 2016 usou o composto de babosa para tratar ratas inférteis, com resultados muito positivos. A babosa estimulou a ovulação. A pesquisa também analisou os efeitos do composto sobre os filhotes. Todos tiveram desenvolvimento normal até a fase adulta evidenciando que a babosa não tem ação teratogênica. Para os pesquisadores, a babosa é uma “planta adequada para o desenvolvimento de drogas antifertilidade” (1). Mas quem precisa de drogas se dá para ter a babosa no quintal de casa?

Pesquisadores também investigaram a ação fitoterápica da babosa em ratas com ovário policístico. Os animais receberam o composto por dois meses. Houve melhora no desempenho reprodutivo, regulação hormonal, aumento na viabilidade fetal, demonstrando que a babosa age “para recuperar a fertilidade” (2). Eu comprovei esse resultado em meu corpo! Outras leitoras do blog também tiveram os mesmos resultados positivos.

Ao comparar o uso de aloe com um indutor de ovulação, uma pesquisa constatou que a babosa estimula a ovulação tanto quanto drogas farmacêuticas, mas sem efeitos colaterais (3). Outro estudo demonstrou que “o tratamento de camundongos diabéticos com Aloe vera aumentou a taxa de ovulação e maturação” (4). É importante ressaltar que mulheres com diabetes têm menores chances de engravidar. A babosa tem ação antidiabética reconhecida. “Dez estudos foram localizados. Eles sugerem que a administração oral de aloe vera pode ser um complemento útil para reduzir a glicose no sangue em pacientes diabéticos, bem como para reduzir os níveis de lipídios no sangue em pacientes com hiperlipidemia”, afirma pesquisa publicada no The British Journal of General Practice (5).

E o homem, pode usar babosa? Estudos sugerem que a babosa diminui a fertilidade masculina. Meu marido não usou a babosa. Apenas eu usei. Mas há pesquisas que sugerem que a babosa também melhora a saúde sexual masculina em muitos aspectos (Veja aqui).

Mas será que a babosa ajuda mesmo na fertilidade? Para Alan B. Copperman, diretor da Divisão de Endocrinologia Reprodutiva e Infertilidade do Mount Sinai Medical Center em Nova York, “não há nenhuma evidência real de que a aloe vera ajude ou atrapalhe a fertilidade em humanos” (Veja aqui). Desconsiderando todas as evidências e centenas de estudos de referência sobre os benefícios da babosa, esse médico prefere dizer: Nem faz bem, nem faz mal. Essa opinião me faz lembrar de antigos moradores de Jerusalém que desacreditavam da existência de Deus e diziam: “O Senhor não faz bem nem faz mal” (Sofonias 1: 12). “Cala-te diante do Senhor Deus, porque o dia do Senhor está perto”, responde Sofonias (1:7).

Há quem pense diferente. Frank Crosswhite, professor da Universidade do Arizona, e sua esposa Carol, afirmam no artigo Aloe vera, plant symbolism and the threshing floor, que há diversos relatos históricos sobre a eficácia do tratamento com babosa em mulheres inférteis. “Há um forte elo de Aloe com vida renovada!”

Deveria haver mais pesquisas sobre babosa e fertilidade. Os principais centros de pesquisa internacionais parecem não estar interessados em investigar os benefícios da babosa para a saúde reprodutiva. Contudo, as pesquisas estão avançando. Recentemente, fui publicada um estudo importante na Espanha sobre os benefícios da babosa. Se você está em dúvida sobre os benefícios dessa planta incrível, sugiro que você leia esta pesquisa realizada na Universidad Complutense de Madrid (UCM): “Propriedades de atualizaçãofarmacológica de Aloe Vera e seus principais constituintes ativos”.

Minha experiência com a babosa foi muito positiva tanto para combater a endometriose quanto para engravidar, além de excelentes resultados em minha saúde de modo geral. Durante a gravidez, não usei o composto, pois ele pode aumentar o movimento do intestino e, por causa disso, induzir a um aborto. Veja aqui o modo como eu usei a babosa: Endometriose e fitoterapia: minha experiência com a babosa (aloe arborescens). 

A babosa é uma planta medicinal com inúmeros efeitos benéficos, mas lembre-se: Para recuperar a saúde, você precisa mudar seu estilo de vida. Vamos começar? Eu sugiro que você leia meu texto Eu venci a endometriose (https://endometrioma.blogspot.com/2018/).

Aloe é uma planta poderosa mencionada na Bíblia. Ela foi usada para ungir o corpo de Jesus Cristo que após dar sua vida por nós na cruz ressurgiu vitorioso nessa intensa luta contra o mal que sobreveio à Terra (Leia meu texto sobre a Babosa na Bíblia: Aloe (babosa), infertilidade, ressurreição). A breve história da Terra está terminando. O mundo foi feito por Deus, mas nosso primeiros pais acreditaram em Lúcifer e o pecado entrou na Terra. Para nos redimir desse mal, Cristo deu a sua vida. Ele ressuscitou e virá novamente. Este dia está chegando. Jesus voltará. Mas enquanto estamos aqui neste mundo, Ele deseja o melhor para cada mulher e sua família.

Deus colocou nas plantas medicinais remédios curativos. “O Senhor proveu antídotos para as doenças em plantas comuns, e essas podem ser usadas pela fé, sem que isso implique em negação da fé; pois usando as bênçãos providas por Deus para nosso benefício, cooperamos com Ele”, afirma Ellen White. A babosa é uma planta valiosa criada pelo Médico dos médicos. Um presente simples que cada pessoa deveria ter em casa. Basta plantar, basta crer.


Referências

1. SHAH, S. K. et. al. Antifertilityactivity of ethanolic and aqueous extracts of aloe vera Mill on female wistarrats: rising approaches of herbal contraception. Acesso em: 10 out. 2020.   

2. RADHA, M. H. Role of aloe barbadensis Mill. as a possible preConceptiveherb for the management of polycystic ovarian syndrome: a rodent model study. Acesso em: 10 out. 2020.

3. SARAVANAN, R. Ovulatory effect of aloe barbadensis mill in mature new zealand rabbit does. Disponível em: <file:///C:/Users/Pessoal/Downloads/4469-Article%20Text-13037-2-10-20180105.pdf> Acesso em: 10 out. 2020.

4. AFROUG, M. et al. Protective effects of aloe vera on superovulated oocytes and folliculogenesis in diabetic mice. Disponível em:< https://sites.kowsarpub.com/zjrms/articles/7939.html> Acesso em: 10 out. 2020.

5. VOGLER, B. K., ERNEST, E. Aloe vera: a systematic review of its clinical effectiveness. Disponível em:< https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/10885091/> Acesso em: 10 out. 2020.


Conheça a história de Francielle e Samuel: Um bebê da esperança. 


Acesse meu texto Infertilidade: O que a mulher deve fazer com o profundo desejo de ter um filho? 





 

 




sábado, 3 de outubro de 2020

Infertilidade: o que uma mulher deve fazer com o profundo desejo de ter um filho?

 



A grande questão para a mulher com endometriose é se ela pode ou não ter um filho. Eu não podia ter um filho. Perdi o ovário esquerdo com um endometrioma de 15 cm em uma cirurgia de urgência. No ovário direito, havia um endometrioma de mais de 5 cm. A endometriose era profunda, infiltrativa, grau IV. As dores, insuportáveis. Havia, segundo a médica especialista em fertilização, “3%” de chance de eu engravidar naturalmente.

Decidi: quero ter um filho. Mas eu não podia ter um filho. Então, recomendaram que eu fizesse FIV (Fertilização in Vitro). Inclusive, à época, uma grande empresa de FVI entrou em contato comigo para que eu divulgasse, como colunista, o método artificial para se ter um filho. Eu gastaria, eu ganharia e, talvez, teria um filho. Eu decidi: não quero ter um filho. Ao menos, não desse jeito.

O valor de uma mulher não está em ser mãe. Eu aprenderia a ser feliz sem um filho, pois o que eu tinha era apenas uma ideia de felicidade associada à chegada de uma criança. E não é assim. Os maiores e mais difíceis desafios emocionais eu enfrentei após a gravidez. Quando um bebê chega muita coisa se desmonta. Em vez de melhor, a gente pode se tornar pior: mais nervosa, mais ansiosa, mais cansada, sem tempo, com sonhos profissionais adiados ou interrompidos para sempre. É preciso muita força para que a maternidade torne a mulher realmente uma pessoa melhor. As frustrações da mãe podem por tudo a perder. Mais uma vez, só a oração e a comunhão com Cristo podem redimensionar essa mulher, fazendo-a ser mãe no mais pleno sentido da palavra – entrega total.

Então, não ser mãe dá à mulher a oportunidade de viver muitos outros projetos e, se ela tem um propósito de abençoar o mundo, pode realizar coisas realmente incríveis e gratificantes de modo que não poderia se fosse mãe. Ellen White, escritora norte-americana e uma das fundadoras da Igreja Adventista do Sétimo Dia, diz exatamente isso. Às vezes, é melhor não ser mãe, dependendo da vocação que se tem no mundo. Assim, decidi não ser mãe se não pudesse engravidar naturalmente. Poderia recorrer à adoção, conforme também orienta Ellen White, ou me empenhar em alguma outra missão, outra sugestão de Ellen. “Uma família bem ordenada, bem disciplinada, terá poderosa influência para o bem. Mas se não tendes vossos próprios filhos, pode ser que o Senhor tenha um sábio propósito em privar-vos desta bênção. Não seja isto tomado como evidência de que deveis adotar uma criança. Em alguns casos pode ser aconselhável”, diz Ellen White. Ter filhos é uma alegria. Mas você não é obrigada a ser mãe. Você não é obrigada a adotar uma criança. Para ser feliz e fazer alguém feliz, você não precisa gerar um filho.

Eu assumi o risco. Pesquisei sobre a FIV e outros métodos e decidi não expor o meu corpo aos hormônios sintéticos (Veja aqui o texto que eu escrevi sobre a FIV: O Livro da Vida).

Aceitar a realidade de que, provavelmente, eu não teria um filho não foi fácil, inicialmente. Provocações, semelhantes a enfrentadas por Ana, da Bíblia, devido a sua infertilidade, eram recorrentes. Nasceu um bebê na família e alguém que sabia que eu era infértil disse, com maldade: “Viu, vale a pena!” Também contaram para pessoas conhecidas e desconhecidas que eu não podia ter um filho e, vez por outra, me deparava com alguém me dando uma sugestão... Vi o vídeo de uma amiga tendo seu filho. As dores são muitas. Mas a despeito de todas elas, eu decidi não fazer FIV e esperar a vontade de Deus, a despeito do resultado. Um filho, um marido, um emprego podem ajudar, mas só Deus consola. Se eu não for feliz com o que tenho jamais serei feliz com qualquer outra conquista. A felicidade é Cristo, pois no mundo sempre teremos aflições.

“Infertilidade. Provavelmente cada uma de nós já pensou sobre isso ou foi atingida por sua dor. Talvez tenhamos alguma amiga querida que não possa ter filhos... ou talvez você mesma esteja tentando engravidar e ter um bebê. O tempo passa e isso não acontece. O que uma mulher deve fazer com o profundo desejo de conceber um filho na encruzilhada do desapontamento? [...] Deus não mudou. O seu espírito pode nos dar a mesma esperança que sustentou Isabel. Deus cumprirá os Seus propósitos. Nosso trabalho é crer e obedecer enquanto aguardamos com fidelidade”, afirma a conselheira cristã Bobbie Wolgemuth.   

Ao mudar meu estilo de vida, readquirindo hábitos saudáveis ligados à alimentação vegetariana, exercícios físicos, fitoterapia, natureza e amor a Deus, a endometriose regrediu, a dor aos poucos desapareceu. Fiquei tão saudável, que engravidei naturalmente. A gravidez foi muito tranquila e meu filho nasceu com saúde de ferro. Tem quase sete anos e nunca precisou tomar um antibiótico ou antitérmico.

Mas o que pode acontecer quando a gente recorre a drogas farmacêuticas para engravidar? Além de todos os efeitos colaterais que as bulas dos remédios nos informam, o organismo humano fica sujeito a alterações em sua própria estrutura, seu código genético, seus cromossomos. E isso é muito sério. Ano a ano, vem aumentando a quantidade de crianças e adultos com doenças raras. Ao explicar as causas das aberrações cromossômicas, o meu livro didático do ensino médio do Anglo, de 1994, já dizia:

“Estamos expostos a inúmeras substâncias químicas que estão no ar, na água, nos alimentos e medicamentos. Disso tudo, o que pode realmente ‘mexer’ com nosso material genético? A verdade é que estamos sujeitos a surpresas desagradáveis; a maioria desses fatores, no que diz respeito à sua atuação sobre os genes, não foi ainda suficientemente estuda. Um exemplo simples: a industrialização cada vez maior dos alimentos fez com que usasse inúmeras substâncias químicas, como conservantes, corantes, antioxidantes etc... A indústria farmacêutica também utiliza grande variedade de substâncias na composição de medicamentos” (SASSON, S. Genética. São Paulo: Anglo, 1990-1991. p. 56).

Conheci a história de uma mulher com endometriose que não engravidava. Fez a cirurgia, usou remédios e por vários meses tomou um indutor de ovulação. O marido descobriu uma doença no testículo. Fez a cirurgia, usou remédios. Então, conseguiram a gravidez. O filho nasceu com uma síndrome rara.

Ao falar sobre saúde na gestação, a médica Mírian Silveira diz neste vídeo (Veja aqui) que o uso de drogas farmacêuticas está associado com os erros inatos do metabolismo ou com as chamadas doenças raras, que hoje já atingem 15 milhões de brasileiros (Se você quer ter um filho, não deixe de assistir a esse vídeo).

Enfim, tomei a decisão de seguir o caminho de mudança de meus hábitos de saúde. As drogas não deveriam resolver aquilo que nós mesmos, com a força de Deus, somos capazes de mudar naturalmente. A pílula mágica tem efeitos inesperados. A mudança de estilo de vida exige muito da gente, muita renúncia, transformação do paladar, reeducação, mas, no final, é um trajeto leve, transformador, suave, consistentemente belo.

Um dia, uma mãe que queria ficar grávida de seu segundo filho, mas a endometriose não permitia, me escreveu, perguntando minha opinião sobre a FIV. Foi essa mulher que me ajudou a pesquisar mais sobre o assunto. Nossos diálogos, por e-mail, foram importantes para mim. Até hoje, não a conheço pessoalmente. O mais importante é que Deus agiu na vida dessa mulher que não decidiu fazer a FIV. Primeiro, ela tomou a decisão, melhorou seu estilo de vida e os resultados vieram: ela engravidou de seu segundo filho, o amigo que o primeiro filho tanto precisava. Uma história linda. O milagre de Deus.

Mas se ela não tivesse engravidado? E se eu não tivesse engravidado? E se você não fizer a FIV e não engravidar de outra maneira? Pode acontecer. Eu decidi não ter um filho, mas estar bem de saúde. Ser mulher é muito mais do que ter um filho. Isso não quer dizer que, ao ter um filho, eu deixarei de reconhecer as bênçãos de ser mãe que decorrem de Deus. É preciso louvá-Lo, pois Deus é quem dá a vida. É preciso dizer: se você quer ser mãe de verdade, lute por esse sonho. Mude seus hábitos, pesquise alimentos e atitudes que aumentam a fertilidade, ore a Deus, assim como fez Ana, mãe de Samuel, ou Isabel, mãe de João, mulheres da Bíblia. Clame. Não tenha medo de pedir, mesmo que no final a resposta seja diferente da esperada. Deus sempre sabe o que é melhor. Vivemos tempos muito difíceis para as grávidas, para as crianças e seus pais.

Ao tomarmos as decisões, depois de bem informadas, precisamos estar conscientes do preço que pagaremos. O preço de não fazer a FIV pode ser nunca ter um filho. O preço gigantesco de fazer a FIV pode impactar as finanças e o corpo de maneiras inesperadas.

O preço de ter um filho também é alto. Eu decidi ter um filho naturalmente. Mudar minha vida, meus hábitos, respeitar as leis da saúde colocadas por Deus me deram meu filho. Depois desse milagre, eu me entreguei à missão que recebi. Tornei-me mãe em tempo integral. A renúncia é grande, mas as recompensas são infinitas. A maternidade é uma escada íngreme. Para ele aprender a se alimentar de comida vegetariana, eu gastei e gasto meu tempo selecionando alimentos, cozinhando, dando o exemplo, ensinando a comer, milhares e milhares de vezes com muita paciência, com a mesma paciência que tive de ter comigo mesma ao deixar o açúcar e os lanches gordurosos e me voltar à comida de verdade. Para ele aprender a dormir, eu também durmo e acordo super cedo. Para ele aprender a se exercitar, eu faço exercícios com ele. Para ele aprender a amar a Deus, eu conto três vezes ao dia histórias da Bíblia e oramos juntos. Também aprendi a tocar hinos no teclado e cantar com ele, louvando a Deus.

O preço de ter um filho é alto. Basta pensar que Deus nos criou para sermos felizes, mas o ser humano pecou. Nos tornamos filhos desobedientes. O salário do pecado é a morte, diz a Bíblia. Deus não pode apagar sua própria Lei. Então, enviou Jesus para nos salvar. Mas ao chegar aqui, recebemos o Criador com desprezo e ódio. Jesus foi morto pelos seus próprios filhos. Para nos dar a paz e a vida eterna, Ele deu sua própria vida. Leia a mais bela e triste descrição sobre esse ato de amor em Isaías 53.

“Quem creu em nossa pregação? E a quem foi revelado o braço do Senhor? [...] Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e, como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso. Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas Ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados” (Leia o restante de Isaías 53 aqui).

A maternidade é entrega da vida, assim como fez Cristo. Se a vida é dedicada à missão de salvar, vive-se a maternidade, com ou sem filhos.

Ore, apenas. Ao dar o passo seguinte, desenvolva estratégias de saúde. Prossiga rumo ao ideal de um novo estilo de vida saudável. Espere.

Deus sempre sabe o que é melhor. Ele escreve com amor a história de cada mulher. Não há desfechos únicos. Maternidade é amplidão.



Leia meu texto: Eu venci a endometriose

 (http://endometrioma.blogspot.com/2018/07/eu-venci-endometriose.html)


Conheça a história de Francielle e Samuel: Um bebê da esperança. 







sábado, 12 de setembro de 2020

Endometriose tem cura


Hoje, neste sábado, 12 de setembro de 2020, eu desejo louvar o Senhor, meu Deus, pela vida.

Há 12 anos, eu estava adoecida, enfraquecida, com dores insuportáveis, infértil. Um quadro de endometriose profunda e infiltrativa. Mas ao mudar meu estilo de vida e buscar forças em Deus para persistir nesse novo caminho, reconquistei a saúde, venci a dor, engravidei naturalmente do João. 

Eu quero dizer que há um Deus no Céu que escuta você, ouve seu clamor e pode ajudá-la, assim como fez comigo. Eu quero dizer que Jesus Cristo morreu para me salvar e para salvar você. Seu amor é tão grande que Ele escuta nossas orações e transforma a nossa vida. Ore a Ele, como se conversa com um amigo querido. Sinta-se amada por Cristo. Seu evangelho é de graça. Ele é o Médico dos médicos.

"Com amor eterno te amei, com benignidade te atraí" (Jeremias 31:3).

Eu desejo a todas leitoras deste blog um Feliz Sábado, uma nova vida.  



sábado, 25 de julho de 2020

Endometriose e depressão: Qual o tamanho da sua tristeza?

25 de julho de 2020


Eu passei por tristezas em minha vida. Apesar das dores físicas e sociais atrozes, eu não entrei em depressão. Por quê? Eu não uso remédios de farmácia. Mas o que os medicamentos têm a ver com depressão? Tudo.

Para vencer a endometriose, mantenha-se longe dos remédios. Além de os hormônios sintéticos estarem relacionados com o surgimento da endometriose e da sua transformação em câncer, as drogas farmacêuticas interferem negativamente nas emoções e atrapalham sua decisão de mudar o estilo de vida.

Uma importante pesquisa publicada no The New York Times associa a depressão e até mesmo o suicídio a mais de 200 medicamentos comuns vendidos em farmácia. Analgésico, relaxante muscular, remédios hormonais (anticoncepcionais, para reposição hormonal...), antiácidos (bombas de inibidores de prótons para refluxo), remédio para controlar a pressão, convulsão, corticoide, medicamentos para doenças cardíacas e o próprio remédio para depressão causam depressão.

“Foi surpreendente e preocupante ver quantos medicamentos têm a depressão e o suicídio como um efeito colateral, pois temos uma alta prevalência de depressão e suicídio no país”, afirmou a farmacêutica Dima Mazen Qato, docente na Universidade de Illinois, Chicago, que foi a principal autora da pesquisa. A pesquisa analisou 25 mil norte-americanos de 2005 a 2014. Essa pesquisa diz respeito a eles, a mim e a você.

“Muitos podem se surpreender ao saber que seus medicamentos, apesar de não terem nada a ver com humor ou ansiedade ou qualquer outra condição normalmente associada à depressão, podem aumentar o risco de apresentar sintomas depressivos e levar a um diagnóstico de depressão”, afirmou Qato, no ScienceDaily. 

Remédio é uma cultura. Vive-se numa sociedade viciada em drogas lícitas com terríveis implicações nos relacionamentos dentro e fora de casa. O mal do século – a depressão – está ligado à indústria farmacêutica, com o consentimento de quase todos. Para se ter uma ideia dos perigos dos remédios amplamente utilizados, uma única dose de antidepressivo provoca mudanças dramáticas na arquitetura funcional do cérebro. “Não estávamos esperando que [...] tivesse um efeito tão proeminente em curto espaço de tempo ou que afetasse todo o cérebro”, disse Julia Sacher, do Instituto Max Planck de Ciências do Cérebro e Cognição Humana. 

Está gripado? Está com dores musculares? Está triste? Tem endometriose? Basta uma consulta, uma receita e uma solução mágica, vendida em pílulas. Parece uma sequência tão natural que o natural de verdade deixou de existir. Existe uma opção? Sim, existe. Mas para seguir por outro caminho é conscientização, esforço, vontade. Quem está disponível? Quem deseja salvar sua própria mente?

Quando me casei, eu escondi a “farmacinha” do meu marido e disse que havia jogado fora os remédios. Ele ficou nervoso, mas para economizar decidiu não refazer sua caixa de remédios que o afetava negativamente com apenas 24 anos. Não tinha antidepressivo ainda, mas tinha remédio para tudo. Na primeira gripe que ele teve, eu lhe dei limão. Ele sarou rapidamente. É muito simples ter uma vida plena. Mas quantos sabem disso? Aprendemos, desde crianças, a depender da farmácia e a criar dependentes. 

A situação se agrava com o uso de mais medicamentos ao mesmo tempo, a chamada polifarmácia. “As pessoas não estão apenas usando cada vez mais esses medicamentos, mas estão cada vez mais usando-os simultaneamente. Porém, pouquíssimos remédios têm rótulos de advertência. Então, até termos soluções públicas ou de sistema, cabe aos pacientes e profissionais de saúde estarem cientes dos riscos”, disse Qato. Cabe a você tomar uma decisão.

Você toma antibiótico? Uma importante pesquisa conduzida na Universidade de Tel Aviv, em Israel, constatou que apenas um tratamento com qualquer tipo de antibiótico aumenta as chances de depressão e ansiedade. As drogas de farmácia transtornam a saúde de diferentes maneiras. Depois do uso do antibiótico, a flora intestinal leva dois anos para se recompor (Veja aqui). Isso é muito grave porque as bactérias benéficas do intestino, a microbiota, estão relacionadas à imunidade e são consideradas um “segundo cérebro” devido a sua importância para o corpo e a para a mente. Mexer com microbiota causa alterações psiquiátricas por meio de vias neurológicas, imunológicas e metabólicas. Eu não uso antibióticos. 

“As drogas ministradas aos doentes não restauram, mas destroem. As drogas não curam nunca. Em vez disso, colocam no organismo sementes que trazem colheita muito amarga. [...] Nosso Salvador é o restaurador da imagem moral de Deus no homem. Ele supriu, no mundo natural, remédios para os males humanos, para que Seus seguidores tenham vida, e a tenham com abundância”, afirma Ellen White. Você acha que quando Ellen White está falando que não devemos usar drogas farmacêuticas, ela está se referindo às terríveis drogas do passado? Não apenas. Ela está falando das drogas da farmácia que fica na esquina ou dentro de sua casa.

Não há como fugir das doenças e das tristezas. Há, sim, como preveni-las por meio dos oito remédios apontados por Ellen White: 1. Atividade física, 2: Ar puro; 3. Água pura; 4. Exposição ao sol; 5. Alimentação saudável; 6. Temperança; 7. Cuidado com as emoções e 8. Confiança em Deus. O adoecimento físico e mental é próprio de um mundo que pecou. Contudo, quando a doença chega, não estamos sós. Há meios naturais de cura. Cristo ouve nossa oração.

A dor deprime. “Por que não morri ao nascer? Por que não expirei ao sair do ventre da minha mãe?”, clamou Jó, inocentemente, em sua dor atroz que ninguém entendia, mas que ele não ousou esconder (Jó 3:11). São muitas as tristezas neste mundo, eu sei. Mas as drogas farmacêuticas suprimem a dor com um riso falso. É a casa da alegria, com seu banquete de pílulas anestesiantes e venenosas. “O coração dos sábios está na casa do luto, mas dos insensatos na casa da alegria”, diz Salomão (Eclesiastes 7: 4).

A droga embaralha o caminho e desvia o usuário da cura. Suprime a palavra, o pensamento, a razão. Sem a capacidade de pensar, sentindo tristeza e os efeitos do adoecimento, como falar com Deus e ouvi-lo? “Melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete, pois naquela se vê o fim de todas as pessoas; e que os vivos o tomem em consideração. Melhor é a mágoa do que o riso, porque com a tristeza do rosto se melhora o coração” (Eclesiastes 7: 2,3).

A droga cria uma falsa alegria, a sociedade eufórica de surdos conduz à morte de muita coisa importante em nossa vida, impede-nos de tomar consciência e fazer as mudanças necessárias, amortece a essência do ser humano – seu pensamento, seu livre-arbítrio, sua vontade de mudar e ser livre. A droga priva a mulher de uma vida plena e saudável. Liberte-se.




Leia meu texto: Eu venci a endometriose

Conheça meu blog Beith Lehem, sobre nutrição e plantas medicinais.

Conheça a história de Francielle e Samuel aqui: Um bebê da esperança.  




Depois de ver tanto dano causado pela ministração de drogas, não as posso usar, nem posso testificar em seu favor. Tenho de ser fiel à luz que me foi proporcionada pelo Senhor. O tratamento que ministrávamos quando se fundou a clínica, exigia trabalho sério para combater a doença. Não usávamos preparados de drogas; seguíamos métodos naturais. Essa obra foi abençoada por Deus. Foi um trabalho em que o instrumento humano pôde cooperar com Deus na salvação de vidas. Não deve ser introduzida no organismo humano coisa alguma que deixe atrás de si um efeito danoso. E seguir os esclarecimentos dados sobre este assunto, praticar o tratamento natural, e educar em rumos completamente diversos quanto ao tratamento dos doentes - esta foi a razão que me foi dada, pela qual devíamos fundar hospitais em várias localidades. Era-me penoso ver que muitos estudantes eram animados a ir para instruir-se no uso de drogas.

Mensagens Escolhidas. Ellen White.



 Devem, pois, os médicos continuar a recorrer às drogas, que deixam um mortífero mal no organismo, destruindo a vida que Cristo veio restaurar? Os remédios de Cristo limpam o organismo. Satanás, porém, tentou o homem a introduzir no organismo aquilo que enfraquece a máquina humana, obstruindo e destruindo as delicadas e formosas disposições de Deus. As drogas ministradas aos doentes não restauram, mas destroem. As drogas não curam nunca. Em vez disso, colocam no organismo sementes que trazem colheita muito amarga. ... Nosso Salvador é o restaurador da imagem moral de Deus no homem. Ele supriu, no mundo natural, remédios para os males humanos, para que Seus seguidores tenham vida, e a tenham com abundância.



quarta-feira, 8 de abril de 2020

Endometriose e cistite: tratamento natural





Morando no sítio, longe de assistência médica, eu precisei ter respostas rápidas para urgências em saúde. Esses anos foram de muito aprendizado. 

Certo dia, o vizinho de sítio, um senhor que estava com 78 anos, adoeceu. Consultas, exames, remédios: 700 reais. O comprimido não teve efeito, a doença não passou. Depois de tomar sete doses de antibiótico na veia, melhorou. Pouco tempo depois, a cistite voltou. Não é um poema, é uma dor.

Ele sabia das curas aqui em casa. Sabe que lemos os escritos de saúde de Ellen White e procuramos colocá-los em prática. Papai teve hemorroida brava e se curou com chá de casca de jatobá, evitando uma cirurgia inevitável. Meu filho teve um problema de saúde e se curou com babosa, água de alho, rubim (uma planta medicinal) e leite materno, evitando 20 dias de internação. Mamãe teve endometriose profunda e infertilidade e se curou com mudança de estilo de vida e remédio caseiro fitoterápico. Nasceu o menino! Há tanto para dizer. Obrigada, Senhor!

O vizinho pediu ajuda. Prescrição: suco de maçãs com cebola; suco de pepino com cebola; peras; água de alho, com gengibre e cúrcuma. Nada de açúcar ou café. E plantas medicinais: casca de jatobá, quebra-pedra, maria-preta, folha de sabra... Tudo que nasce nas terras daqui. Além disso, ingestão de muita água. Por volta de 70% das infecções urinárias são curadas apenas com o aumento de ingestão de água. Mulheres com endometriose costumam ter infecções urinárias. Esses são recursos valiosos para elas também. 

Acho que gente de sítio tem mais chance de ser paciente exemplar, já que o olhar está para além das paredes de cimento. Pelas cercas, vê-se o infinito.

Ele já havia deixado o álcool e o cigarro, diminuído o consumo de carne vermelha e abandonado a carne de porco, trocado antiácido por folhas de bálsamo, experimentado os poderes da babosa. Mas precisava de frutas.

Ele acreditou novamente. A medicina virou pomar. Em uma semana, os piores sintomas desapareceram. Em três semanas, estava completamente curado. Seguiu com o tratamento por quatro semanas com a ajuda de sua dedicada esposa. Eles tiveram fé, eles tiveram esforço. Curou-se de uma cistite aguda dolorosa, confiante em Deus, em oração.

Lembro-me que por volta dessa época o Pelé foi internado na França por causa de uma cistite. O Michel Temer também precisou ir para o hospital. Mas meu vizinho acaba de completar 80 anos. Já faz mais ou menos dois anos que se livrou da cistite. Quando ele sente que ela pode voltar, recorre às frutas e à fitoterapia e tudo se estabiliza. E com mais um feito notável: venceu a insônia. Mas essa história eu conto depois.

-- Eu leio a Bíblia todo dia – disse seu Toninho, com misto de emoção e alegria. A alegria é nossa! No ano que passou, estudamos a Bíblia com muitas pessoas. Colhemos dois convertidos.

Quem salva uma vida salva o mundo inteiro.

A fé brota em terrenos improváveis de lugares distantes. Nas mãos do Senhor, o Médico dos médicos, o Grande Agricultor, o sertão se transforma em mar. Um sítio é o oceano. Remédios brotam da terra, como cebolas e maçãs. A natureza testifica de Deus.







No método de cura do Salvador, havia lições para os Seus discípulos. Somente o poder do grande Médico podia exercer a cura, mas Cristo fazia uso de remédios simples e naturais. Ele ensinava que a doença é resultado da violação das leis de Deus, tanto as naturais quanto as espirituais. [...] Para os doentes, devemos usar os remédios que Deus tem providenciado na natureza, os quais apontam para o único que pode restaurar. Devemos ensiná-los a crer no grande Médico e a recorrer à Sua Força. 
Ellen G. WhiteO Libertador. p. 473.





quinta-feira, 2 de abril de 2020

Um bebê da esperança






Em meio a tantos desafios que a vida nos impõe neste momento de grande aflição que sobreveio ao mundo, recebi uma notícia emocionante. No dia 23 de março, nasceu Samuel, um bebê da esperança, um filho do milagre.

O pequeno Samuel é filho de Francielle, uma leitora deste blog. Francielle leu o blog, confiou em Deus e fez as mudanças em seu estilo de vida. A primeira mensagem que a Francielle me enviou foi em 18 de dezembro de 2018. Na época, ela escreveu:


Tenho descoberto tanta coisa com relação a endometriose e confesso que no início fiquei em pânico, chorei muito, fiquei deprimida, cheguei a me revoltar com Deus Descobri a endometriose na tentativa de engravidar. Hoje olhando pra trás vejo o quanto errei em me desesperar tanto. Achava que a cirurgia resolveria o meu problema e que por simplesmente não comer carne estaria livre da doença. Mas quanto engano. Hoje reconheço que tomei parte no agravamento de minha doença com meu estilo de vida. Sou conhecida da Jennifer e conversando com ela  há uns dois anos ou mais ela me falou do seu blog. Na época, dei uma rápida olhada e acabei me esquecendo dele. Tinha feito videolaparoscopia havia pouco tempo e estava em tratamento com zoladex, e depois com clomid e outras drogas na tentativa de engravidar (todas elas frustradas). Estava num ritmo de trabalho acelerado e estressante [...] No final do ano passado, em um momento de desespero, pedi socorro a Deus. Não poderia continuar como estava e as dores só piorando. Após falar com Deus, tomei a decisão de parar com os medicamentos e mudar algumas coisas na minha vida e alimentação [...] E passei a fazer coisas que me deixassem feliz tentando diminuir o estresse e em cinco meses senti uma diferença significativa. As dores diminuíram, mas não tinha feito nenhum exame pra saber como estava realmente. Então fiz e tive a certeza de que ela estava de volta, não em um grau tão intenso como antes da videolaparoscopia, mas estava de volta e só aumentaria se eu não fizesse nada. De la pra cá, comecei a me cuidar mais, mas ainda faltavam exercícios físicos, diminuição do estresse [...]. Nesse meio tempo, tomei a decisão de levar a sério os 8 remédios naturais dados por Deus. Então, começou mesmo minha luta por informações e conselhos sobre saúde. Após essa minha decisão, Deus fez um milagre em nossa vida [...].


Ao adotar hábitos saudáveis, Francielle venceu a endometriose. Ela buscou colocar em prática os oito remédios naturais, segundo orienta Ellen White. Além de mudar todo seu estilo de vida, ela também fez uso de recursos fitoterápicos, como o composto de babosa. Ao confiar sua vida inteiramente nas mãos de Deus, ela engravidou naturalmente do Samuel. Este é o e-mail que recebi no dia 28 de março de 2020, um sábado, dia do Senhor:


Feliz sábado. Passando por aqui pra apresentar pra você o nosso presentinho de Deus. Sou imensamente grata a Deus pela vida do meu pequeno Samuel, e pela oportunidade de conhecê-la. Sem dúvida, Deus colocou seu blog, sua história em meu caminho pra me fortalecer, pra me fazer lembrar de nossos princípios como cristãos, pra me ensinar a confiar mais em Deus, independentemente do resultado. Quero agradecer a você pelas orientações e carinho que fizeram toda a diferença em minha vida.  Samuel nasceu na segunda- feira, dia 23 de março [...]. Ele é super saudável e bonzinho.


A história de Francielle e Samuel é emocionante. Se você está, neste momento, enfrentando a dor de não ter um filho, as dores da endometriose, o medo diante dessa pandemia de coronavírus, não perca a esperança. Olhe para Cristo, olhe para o alto, fortaleça sua fé. Deus tem grandes planos para sua vida.

“Sou muito grata a Deus pelo presente e milagre que fez em nossas vidas. Somente a Ele toda glória honra e louvor. Pedi um filho a Deus pra que ele fosse uma bênção, um milagre por onde fosse, e Deus nos concedeu”, Francielle me disse.

Se é possível vencer uma doença tão complexa quanto a endometriose por meio de hábitos de vida saudáveis, é possível vencer este momento de aflição que o mundo todo está vivenciando.

Ainda é tempo. Mude sua alimentação, tire o açúcar do cardápio, coma frutas, legumes, hortaliças. Deixe o ar entrar em sua casa. Abra as janelas. A renovação do oxigênio em nosso corpo e dentro de casa é essencial para combater as doenças. Tome sol e deixe os raios solares entrarem em sua casa. Faça exercícios físicos. Ainda que você esteja dentro de casa sem poder sair, caminhe vigorosamente por uma hora, duas vezes ao dia, dentro de casa mesmo. Tome água. Hidrate-se. Deixe imediatamente o cigarro, a bebida alcoólica, a cafeína (isso inclui o chocolate, pois o cacau tem cafeína). Valorize o sono. Cultive a alegria de viver, mesmo em meio a tanto caos. Tudo isso é possível somente em Deus. “Tudo posso nAquele que me fortalece” (Filipenses 4:13). Leia o meu texto Eu venci a endometriose.

Foi assim que o Samuel nasceu. Foi fazendo essas mudanças que o João, meu filho, nasceu. Foi confiando em Deus, que nasceram lindos bebês, filhos de mães corajosas e sábias. Foi confiando nos remédios simples da natureza, providos por um Deus amoroso que se interessa por nós, que eu e a Francielle e centenas de mulheres que entraram neste blog um dia recuperaram a saúde. O pão nosso de cada dia é um remédio. O Pão é Jesus.

Eu não sei que planos Deus tem para sua vida. Talvez não seja ter um filho. Como disse a Francielle, precisamos confiar “independentemente do resultado”. Mas com toda a certeza, ao fazer as mudanças em sua vida, sua saúde será outra. Ao confiar em Deus, você poderá olhar para Seu convite de salvação, para um novo mundo, para a vida eterna, onde não haverá dor nem sofrimento. A vida eterna é a nossa esperança.

Obrigada, Francielle, por testemunhar do amor de Deus. Seu filho nasceu neste momento para nos dar a esperança que vem de Cristo.