Eu passei por tristezas em
minha vida. Apesar das dores físicas e sociais atrozes, eu não entrei em
depressão. Por quê? Eu não uso remédios de farmácia. Mas o que os medicamentos
têm a ver com depressão? Tudo.
Para vencer a endometriose,
mantenha-se longe dos remédios. Além de os hormônios sintéticos estarem
relacionados com o surgimento da endometriose e da sua transformação em câncer,
as drogas farmacêuticas interferem negativamente nas emoções e atrapalham sua
decisão de mudar o estilo de vida.
Uma importante pesquisa
publicada no The New York Times associa a depressão e até mesmo o suicídio a mais de 200 medicamentos comuns
vendidos em farmácia. Analgésico, relaxante muscular, remédios hormonais
(anticoncepcionais, para reposição hormonal...), antiácidos (bombas de
inibidores de prótons para refluxo), remédio para controlar a pressão,
convulsão, corticoide, medicamentos para doenças cardíacas e o próprio remédio
para depressão causam depressão.
“Foi surpreendente e
preocupante ver quantos medicamentos têm a depressão e o suicídio como um
efeito colateral, pois temos uma alta prevalência de depressão e suicídio no
país”, afirmou a farmacêutica Dima Mazen Qato, docente na Universidade de
Illinois, Chicago, que foi a principal autora da pesquisa. A pesquisa analisou 25 mil norte-americanos de 2005 a 2014. Essa pesquisa diz
respeito a eles, a mim e a você.
“Muitos podem se surpreender
ao saber que seus medicamentos, apesar de não terem nada a ver com humor ou
ansiedade ou qualquer outra condição normalmente associada à depressão, podem
aumentar o risco de apresentar sintomas depressivos e levar a um diagnóstico de
depressão”, afirmou Qato, no ScienceDaily.
Remédio é uma cultura. Vive-se
numa sociedade viciada em drogas lícitas com terríveis implicações nos
relacionamentos dentro e fora de casa. O mal do século – a depressão – está
ligado à indústria farmacêutica, com o consentimento de quase todos. Para se
ter uma ideia dos perigos dos remédios amplamente utilizados, uma única dose de
antidepressivo provoca mudanças dramáticas na arquitetura funcional do cérebro.
“Não estávamos esperando que [...] tivesse um efeito tão proeminente em curto
espaço de tempo ou que afetasse todo o cérebro”, disse Julia Sacher, do
Instituto Max Planck de Ciências do Cérebro e Cognição Humana.
Está gripado? Está com dores
musculares? Está triste? Tem endometriose? Basta uma consulta, uma receita e
uma solução mágica, vendida em pílulas. Parece uma sequência tão natural que o
natural de verdade deixou de existir. Existe uma opção? Sim, existe. Mas para
seguir por outro caminho é conscientização, esforço, vontade. Quem está
disponível? Quem deseja salvar sua própria mente?
Quando me casei, eu escondi a
“farmacinha” do meu marido e disse que havia jogado fora os remédios. Ele ficou
nervoso, mas para economizar decidiu não refazer sua caixa de remédios que o
afetava negativamente com apenas 24 anos. Não tinha antidepressivo ainda, mas
tinha remédio para tudo. Na primeira gripe que ele teve, eu lhe dei limão. Ele
sarou rapidamente. É muito simples ter uma vida plena. Mas quantos sabem disso?
Aprendemos, desde crianças, a depender da farmácia e a criar dependentes.
A situação se agrava com o uso
de mais medicamentos ao mesmo tempo, a chamada polifarmácia. “As pessoas não
estão apenas usando cada vez mais esses medicamentos, mas estão cada vez mais
usando-os simultaneamente. Porém, pouquíssimos remédios têm rótulos de
advertência. Então, até termos soluções públicas ou de sistema, cabe aos
pacientes e profissionais de saúde estarem cientes dos riscos”, disse Qato.
Cabe a você tomar uma decisão.
Você toma antibiótico? Uma importante pesquisa conduzida na Universidade de Tel Aviv, em Israel, constatou
que apenas um tratamento com qualquer tipo de antibiótico aumenta as chances de
depressão e ansiedade. As drogas de
farmácia transtornam a saúde de diferentes maneiras. Depois do uso do
antibiótico, a flora intestinal leva dois anos para se recompor (Veja aqui). Isso
é muito grave porque as bactérias benéficas do intestino, a microbiota, estão
relacionadas à imunidade e são consideradas um “segundo cérebro” devido a sua
importância para o corpo e a para a mente. Mexer com microbiota causa
alterações psiquiátricas por meio de vias neurológicas, imunológicas e
metabólicas. Eu não uso antibióticos.
“As drogas ministradas aos
doentes não restauram, mas destroem. As drogas não curam nunca. Em vez disso,
colocam no organismo sementes que trazem colheita muito amarga. [...] Nosso
Salvador é o restaurador da imagem moral de Deus no homem. Ele supriu, no mundo
natural, remédios para os males humanos, para que Seus seguidores tenham vida,
e a tenham com abundância”, afirma Ellen White. Você acha que quando Ellen White está falando que não devemos usar drogas
farmacêuticas, ela está se referindo às terríveis drogas do passado? Não
apenas. Ela está falando das drogas da farmácia que fica na esquina ou dentro
de sua casa.
Não há como fugir das doenças
e das tristezas. Há, sim, como preveni-las por meio dos oito remédios apontados
por Ellen White: 1. Atividade física, 2: Ar puro; 3. Água pura; 4. Exposição ao
sol; 5. Alimentação saudável; 6. Temperança; 7. Cuidado com as emoções e 8.
Confiança em Deus. O adoecimento físico e mental é próprio de um mundo que
pecou. Contudo, quando a doença chega, não estamos sós. Há meios naturais de
cura. Cristo ouve nossa oração.
A dor deprime. “Por que não
morri ao nascer? Por que não expirei ao sair do ventre da minha mãe?”, clamou
Jó, inocentemente, em sua dor atroz que ninguém entendia, mas que ele não ousou
esconder (Jó 3:11). São muitas as tristezas neste mundo, eu sei. Mas as drogas
farmacêuticas suprimem a dor com um riso falso. É a casa da alegria, com seu
banquete de pílulas anestesiantes e venenosas. “O coração dos sábios está na
casa do luto, mas dos insensatos na casa da alegria”, diz Salomão (Eclesiastes
7: 4).
A droga embaralha o caminho e
desvia o usuário da cura. Suprime a palavra, o pensamento, a razão. Sem a
capacidade de pensar, sentindo tristeza e os efeitos do adoecimento, como falar
com Deus e ouvi-lo? “Melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há
banquete, pois naquela se vê o fim de todas as pessoas; e que os vivos o tomem
em consideração. Melhor é a mágoa do que o riso, porque com a tristeza do rosto
se melhora o coração” (Eclesiastes 7: 2,3).
A droga cria uma falsa
alegria, a sociedade eufórica de surdos conduz à morte de muita coisa
importante em nossa vida, impede-nos de tomar consciência e fazer as mudanças
necessárias, amortece a essência do ser humano – seu pensamento, seu
livre-arbítrio, sua vontade de mudar e ser livre. A droga priva a mulher de uma
vida plena e saudável. Liberte-se.
Leia meu texto: Eu venci a endometriose
Conheça meu blog Beith Lehem, sobre nutrição e plantas medicinais.
Conheça a história de Francielle e Samuel aqui: Um bebê da esperança.
Leia meu texto: Eu venci a endometriose
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Conheça a história de Francielle e Samuel aqui: Um bebê da esperança.
Depois de ver tanto dano causado
pela ministração de drogas, não as posso usar, nem posso testificar em seu
favor. Tenho de ser fiel à luz que me foi proporcionada pelo Senhor. O
tratamento que ministrávamos quando se fundou a clínica, exigia trabalho sério
para combater a doença. Não usávamos preparados de drogas; seguíamos métodos
naturais. Essa obra foi abençoada por Deus. Foi um trabalho em que o
instrumento humano pôde cooperar com Deus na salvação de vidas. Não deve ser
introduzida no organismo humano coisa alguma que deixe atrás de si um efeito
danoso. E seguir os esclarecimentos dados sobre este assunto, praticar o
tratamento natural, e educar em rumos completamente diversos quanto ao
tratamento dos doentes - esta foi a razão que me foi dada, pela qual devíamos
fundar hospitais em várias localidades. Era-me penoso ver que muitos estudantes
eram animados a ir para instruir-se no uso de drogas.
Mensagens Escolhidas. Ellen
White.
Obrigada pelas suas postagens.
ResponderExcluirQue lindo, Aline. Obrigada pelo seu carinho.
ExcluirOlá Henriane preciso de dicas super importantes suas,estou gravida de 5 meses e sofrendo com dores na pélvis e costas por causa de uma infecção urinaria estou tratando com antibióticos mas parece que não resolve.Me ajuda estou com medo de passar infecção pro meu bebê.
ResponderExcluirMe manda um e-mail para: endometrioma.blog@gmail.com
ExcluirCarinho, Henrianne.