Sábado, 8 de maio de 2021
Você precisa de um dia da semana para descansar. Seu corpo
pede uma pausa, um dia inteiro para se reconectar e repor as energias, estar em
meio à natureza e se voltar inteiramente a Deus. Um dia de descanso. Para o
meio ambiente, um lockdown por semana seria, na visão de ambientalistas, um sopro
de esperança diante de tanta poluição e destruição sem precedentes.
Eu não sei se apenas um dia de pausa na semana pode mudar o
planeta, mas com certeza pode redimensionar sua saúde e transformar sua vida,
dando-lhe um novo significado. Vamos viver essa experiência? Se você aceitar
esse convite especial, vai descobrir o incrível valor de um dia exclusivo só
para você ser saudável e feliz. É uma vivência única!
Mas que dia é melhor
para descansar e ter saúde? Sábado ou domingo? Provavelmente, muitos dirão que
é o primeiro dia da semana, o domingo, porque trabalham no sábado, porque a
igreja abre aos domingos... Mas alguns responderão que o melhor dia de descanso
é o sétimo dia, o sábado. Por quê? Porque o sábado é o Dia do Senhor. Vamos ver
o que a Bíblia diz sobre o sábado?
A origem do sábado
A ideia de um dia de descanso não é nova. Remonta à história
da humanidade. Essa ideia está grafada no quarto mandamento, mas começa muito
antes dos Dez Mandamentos. A ideia de um dia de descanso surgiu com Deus, no
Éden, em um mundo perfeito, logo após Ele ter finalizado a Criação. O homem e a
mulher foram criados no sexto dia. No sétimo dia, ao finalizar sua belíssima
obra, Deus instituiu o sábado como dia de guarda. “Assim foram concluídos os
céus e a terra, e tudo o que neles há. No sétimo dia Deus já havia concluído a
obra que realizara, e nesse dia descansou. Abençoou Deus o sétimo dia e o
santificou, porque nele descansou de toda a obra que realizara na criação.” (Gênesis
2:1-3).
O sábado, portanto, é o dia do nascimento da Terra! O
aniversário do nosso planeta! Alguém já viu um filho olhar para os pais e
dizer: “mudei a data do meu nascimento, vou comemorar o dia que eu escolhi para
ser feliz”? Soa como um desprezo. Uma decisão que coloca em risco a memória
mais importante: o dia do nascimento é também o dia dos pais. Se Deus nos criou
e escolheu o sábado para que nos lembrássemos dEle, ao mudar esse dia sagrado
para um outro dia qualquer, mudamos também a autoridade que rege nossa vida.
Quem está regendo minha vida?
Se depois de você ler em Gênesis que Deus fez o sábado,
santificando-o, antes mesmo de a Terra cair em pecado, você ainda tem dúvidas
da santidade desse dia, vamos prosseguir estudando a Bíblia para saber por meio das Escrituras qual é, de fato, o dia de descanso, o dia sagrado.
O sábado no deserto
A vida, por vezes, é um deserto. Doença, desemprego,
abandono, dores emocionais, cansaço, dia a dia exaustivo são marcas do deserto
que vivemos. Mas não espere sair desse deserto para ouvir a voz de Deus. Ele
fala com você antes que surja a terra prometida. Ele faz nascer um lugar de
descanso, um oásis, em meio ao deserto. Que lugar é esse?
Quando o povo de Deus saiu do Egito após quatrocentos anos
de escravidão teve de enfrentar o deserto antes de chegar à terra que mana
leite e mel. E o que Deus fez por eles logo nos primeiros dias de uma viagem
que duraria mais de 40 anos? Antes mesmo de dar os Dez Mandamentos, Deus lhes
deu um pão e um dia; o maná e o sábado – alimentos do corpo e da alma.
O maná era um pão com gosto de mel que caía do céu todos os
dias sobre a terra, como um orvalho branco nutritivo. Deus avisara ao povo que
não guardasse o maná para o outro dia. Os que desobedeceram logo descobriram
que o maná guardado para o dia seguinte estragava rapidamente. Contudo, Deus
disse que o maná de sexta-feira deveria ser recolhido em dobro e guardado para
o sábado. Surpreendentemente, o pão doce continuava doce no sétimo dia, o
sábado do Senhor.
Eu escrevi no meu blog Beith Lehem:
“[...] o maná guardado de sexta para sábado se mantinha perfeito. Aquele
delicioso bolo de mel se manteve apropriado ao consumo por mais de dois mil
sábados, durante 40 anos. O maná fala de sabores, nutrição e louvor. O sétimo
dia de Gênesis é o sagrado sábado do Senhor.”
Foi com um pão de mel, enviado do Céu, que Deus despertou a
memória de um povo para o dia do seu nascimento, o aniversário do mundo: o doce
sábado do Senhor.
Conforme a viagem prosseguia, novas informações surgiam. Chegou
o grande dia em que Deus chamou Moisés ao cume do monte e lhe deu duas tábuas
de pedras, escritas pelas Suas próprias mãos. É importante dizer que a única
lei bíblica escrita pelo próprio Deus são os Dez Mandamentos. Deus não ditou os
mandamentos para Moisés, Deus escreveu com Seu próprio dedo a Lei eterna na
pedra.
Naquela pedra, estava escrito o quarto mandamento: "Lembra-te
do dia de sábado, para santificá-lo. Trabalharás seis dias e neles farás todos
os teus trabalhos, mas o sétimo dia é o sábado dedicado ao Senhor teu Deus.
Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teus filhos ou filhas, nem teus
servos ou servas, nem teus animais, nem os estrangeiros que morarem em tuas
cidades. Pois em seis dias o Senhor fez os céus e a terra, o mar e tudo o que
neles existe, mas no sétimo dia descansou. Portanto, o Senhor abençoou o sétimo
dia e o santificou” (Êxodo 20:8-11).
Ao descer no monte com as pedras nas mãos, Moisés as quebrou
ao ver que o povo adorava um bezerro de ouro, um ídolo. Deus chamou Moisés
novamente, e novamente escreveu com Sua mão os Dez Mandamentos, dizendo-nos: se
a lei está quebrada em seu coração, permita que Eu a reescreva para você. Nessa
reescrita, uma ordem não será substituída por outra, um dia não tomará o lugar
de outro.
Deus escreveu “sábado, o sétimo dia” na primeira vez; Deus
escreveu “sábado, o sétimo dia” na segunda vez. Deus escreveu o sábado no
coração dos hebreus por 2.080 sábados (52 semanas multiplicadas por 40 anos), com pães de mel preservados aos
sábados que refaziam as forças em meio ao deserto abrasador. O sábado é um maná
que nutre e salva. Experimente-o. Tem gosto de pão do Céu. Esse pão sagrado lhe
dará saúde física e espiritual.
Jesus aboliu o sábado?
Quem trocou o sábado para o domingo?
Jesus guardou o sábado unindo a lei ao amor. Ele afirmou:
“Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim
para cumprir” (Mateus 5:17). Em nenhuma parte da Bíblia, do começo ao fim,
você vai encontrar a palavra “domingo”. Simplesmente, não existe.
A Bíblia menciona o “primeiro dia da semana”, mas nunca faz
qualquer alegação de que seja um dia santo. Em Atos 20:7, os discípulos se
reuniram com Paulo para comer antes que ele saísse de viagem, à noite. Não era um
culto religioso, mas uma reunião de despedida no sábado à noite (para os
judeus, o dia começa ao pôr-do-sol). Em 1 Coríntios 16:10, há referência a
guardar dinheiro em casa, não há qualquer serviço religioso mencionado nesse
verso. Em João 20:19, os discípulos estão reunidos e Jesus aparece. Não foi uma
reunião de adoração, pois os discípulos estavam escondidos, com medo. Aliás, se
Jesus tivesse mudado o dia de adoração, teria sido uma ocasião perfeita para realizar essa mudança, mas não houve mudança. Jesus não mudou o dia de adoração.
Alguns dizem que o “sétimo
dia” é o domingo. Mas a Bíblia enfatiza que o “sétimo dia” é o sábado, basta
ler os Dez Mandamentos. Também não há sequer uma referência nas Escrituras de
que Jesus trocou o dia de guarda para o domingo. Jesus “descansou” no sábado e ressuscitou
no domingo, mas nunca disse nada sobre ter eleito um novo dia sagrado. Não há
qualquer referência bíblica sobre a troca do sábado por outro dia.
Na verdade, a mudança do sábado para o domingo foi feita
pelo homem e ocorreu no início da era cristã quando a igreja se uniu ao Império
Romano e passou a aceitar a adoração a divindades pagãs. Foi em 7 de março em
321 d. C que o imperador romano Constantino, ao supostamente se converter ao
cristianismo, trocou o sábado pelo domingo como dia de descanso, e instituiu o culto
ao “Deus sol”, uma divindade pagã que perpassa as culturas pagãs, como o deus Rá,
no Egito; Marduque, na Babilônia, entre outros.
Em vez do "deus pagão sol", devemos adorar o Sol da Justiça, Jesus, e obedecê-Lo. Acho interessante que o último livro do Antigo Testamento na Bíblia, Malaquias, termine enaltecendo os Dez Mandamentos ao mesmo tempo em que se refere a um tempo futuro quando João Batista nasceria a fim de preparar o caminho para Cristo. É um elo fortíssimo de ligação entre o Primeiro e o Segundo Testamento, mostrando a conexão direta entre a Lei antes e depois do ministério de Cristo. A Lei permanece. Malaquias nos exorta:
“Lembrai-vos da Lei de Moisés, meu servo, a qual lhe mandei
em Horebe para todo o Israel, a qual são os estatutos e juízos. Eis que eu vos
envio o profeta Elias, antes que venha o dia grande e terrível do Senhor [...]”
(Malaquias 4:4,5).
Outro fato que me chama muito a atenção sobre a permanência do
sábado como dia sagrado é quando Jesus diz, em Mateus 24, que deveríamos orar
para que nossa fuga não ocorresse no sábado, no tempo da perseguição. Veja, Jesus
disse: “Orem para que a fuga de vocês não aconteça no inverno nem no sábado” (Mateus
24:20). Nesse verso, é interessante notar que Jesus está falando de um tempo
após sua morte e ressurreição. E ao falar sobre esse futuro distante, Jesus reafirma
o sábado como um dia a ser guardado e reverenciado.
Jesus não guardava o sábado só porque era judeu, mas porque sua
vida era uma manifestação de amor a Deus (Veja aqui),
pois Ele mesmo disse: “Se vocês me amam, obedecerão aos meus mandamentos.” (João
14:15).
“Mas precisamos guardar a lei?”, muitos dizem. Ninguém nega
que precisamos guardar a lei (não matar, não adulterar, não roubar etc). Mas
quando se trata do sábado, muitos indagam se a lei não foi pregada na cruz. O
sábado foi pregado na cruz?
Em Colossenses 2:16, 17, ao dizer “ninguém vos julgue por
causa de luas novas ou sábados”, Paulo fala de “sábados” no plural, mencionando
especificamente as festividades judaicas que eram os feriados nacionais de Israel,
não o sétimo dia dos Dez Mandamentos. A lei cerimonial de Moisés – com esses
feriados sabáticos que podiam cair em qualquer dia da semana, como a Páscoa – é
temporária e está relacionada aos sacrifícios que simbolizavam o sacrifício único
de Cristo na cruz. Quando Jesus disse “está consumado”, ocorreu algo que
demonstra o fim dessas cerimônias. Uma mão poderosa e invisível rasgou o véu do
templo judaico de cima a baixo. Aquelas cerimônias e sua legislação ritual não
têm mais sentido. Cristo, o Cordeiro de Deus, já morreu por nós e exaltou a Lei
de Deus em sua vida. Portanto, precisamos fazer uma distinção entre a Lei moral
(Dez Mandamentos) e as leis cerimoniais.
Se os Dez Mandamentos ou o sábado não foi pregado na cruz,
anulado por Cristo, o que foi pregado na cruz? Foi o “escrito de dívida”
(Colossenses 2:14), nossos delitos, a condenação pelo pecado trazida pela lei,
não a lei. Quando Paulo diz que a lei foi pregada na cruz (Colossenses 2:14),
ele não está se referindo aos Dez Mandamentos, que é a lei moral, eterna. Jamais
ele diria que agora, depois da morte de Cristo na cruz, nós podemos matar ou
adulterar ou cobiçar. A graça nos salvou, mas não anulou a Lei.
Alguém diria que o mandamento
“não matarás” não vale mais? Mas por que queremos tirar “apenas” o mandamento
do sábado? Não poderíamos deixar “apenas” esse mandamento de lado? Quais as
consequências? A Bíblia diz: “Pois quem obedece a toda a Lei, mas tropeça em
apenas um ponto, torna-se culpado de quebrá-la inteiramente. Pois aquele que
disse: ‘Não adulterarás’, também disse: ‘Não matarás’. Se você não comete
adultério, mas comete assassinato, torna-se transgressor da Lei” (Tiago 2:10,11).
Se eu não guardo o mandamento do sábado me torno transgressora dessa mesma lei
mencionada por Tiago, a Lei de Deus, pois o sábado está incluso nos Dez
Mandamentos. Não há como deslocar um único mandamento segundo nossa vontade ou
autoridade humana, pois Deus não autorizou a mudança, basta ler a Bíblia de
capa a capa.
Jesus morreu na cruz em nosso lugar, mas também nos deixou
um exemplo de como viver. Está escrito: “Para isso vocês foram chamados, pois
também Cristo sofreu no lugar de vocês, deixando-lhes exemplo, para que sigam
os seus passos.” (1 Pedro 2:21).
Como Jesus guardou o
sábado?
A Bíblia não diz que Jesus guardou o domingo, mas diz muito
claramente que Jesus ia à igreja aos sábados, conforme seu costume: “Ele foi a
Nazaré, onde havia sido criado, e no dia de sábado entrou na sinagoga, como era
seu costume. E levantou-se para ler.” (Lucas 4:16). Veja também Marcos 6:2.
Há quem acredite que Jesus desautorizou a guarda do sábado
ao dizer que o sábado foi feito por causa do homem e não o homem foi feito por
causa do sábado (Lucas 6). O que Jesus fez foi nos ensinar a guardar o sábado,
pois o povo judeu havia transformado esse dia sagrado em um dia muito pesado de
inúmeras exigências ritualísticas que tornavam o sétimo dia em um dia de
tristeza em vez de um dia de alegria e comemorações, como deve ser o dia de
aniversário.
O sétimo dia é o sábado - palavra que surpreendentemente tem a mesma raiz em centenas de idiomas, como shabat em hebraico ou armênio, saturday, em inglês; sabet, em árabe ou sabato, em italiano. Esse fato extraordinário da linguística mundial não ocorre com o domingo, cujo nome sequer é citado na Bíblia.
O sábado é uma grande festa, estava ensinando Jesus. Nesse
dia de festa, é permitido sorrir, andar pela natureza, pregar a Palavra de
Deus, curar, ajudar os necessitados, descansar, apreciar as obras do Senhor,
amparar com palavras e atos os que estão sofrendo, estar entre amigos, ir à
igreja! O sábado é um dia de trabalho para Deus, não para nós. Ao trabalhar
para Deus, temos mais lucro do que podemos imaginar – alegria, satisfação em
ver a alegria de quem recebeu nosso amparo! O sábado é um delicioso pão doce, o
maná do Senhor.
O sábado em minha
vida
No texto “O sétimo dia da semana, ou da vida”, o psiquiatra Oliver Sacks rememora o sábado em sua história familiar e pessoal. O
sábado ou o shabat do quarto
mandamento (Êxodo 20) “era completamente diferente do resto da semana”. Sacks
fala que em sua infância o sábado era um dia especial, reservado para se estar
em família e na sinagoga.
“A observância do shabat
é muito bela e é impossível sem ser religioso. Não se trata sequer de melhorar
a sociedade – é uma questão de melhorar nossa própria qualidade de vida”, disse
Robert John, um matemático ganhador do Prêmio Nobel, cuja fala Sacks reproduz,
lembrando que John o visitou no hospital quando ele foi diagnosticado com
câncer no olho e lhe falou que se tivesse que viajar no sábado para receber o
Nobel teria recusado. “Seu compromisso com o shabat, com sua paz e distância absoluta das questões mundanas,
teria pesado mais até que um Prêmio Nobel”, concluiu Sacks em suas memórias
face à morte iminente.
Há um prêmio superior aos que ouvem a voz de Cristo
e ousam guardar Sua palavra ainda que familiares, amigos e o mundo inteiro sigam
em outra direção. Somos e seremos provados em nossa fé. Em breve, haverá uma
lei que instituirá mundialmente um outro dia para guardar e reverenciar. Ao som
da música envolvente, quem não se dobrará à estátua de poder, à semelhança do
que ocorreu em Babilônia (ver Daniel 3)?
O sábado é o selo de Deus.
Ellen G. White afirma que “o
sábado foi inserido no decálogo como o selo do Deus vivo, identificando o
Legislador, e tornando conhecido o Seu direito de governar. Era o sinal entre
Deus e Seu povo, um teste de sua obediência a Ele. Moisés foi ordenado a lhes
dizer da parte do Senhor: ‘Certamente, guardareis os Meus sábados; pois é sinal
entre Mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que Eu sou o Senhor, que
vos santifica’ [Êxodo 31:13]. E quando alguns do povo saíram no sábado a
recolher o maná, o Senhor indagou: ‘Até quando recusareis guardar os Meus
mandamentos e as Minhas leis?’ [Êxodo 16:28].” (Veja aqui).
À semelhança de nossos primeiros pais, dos hebreus, dos
discípulos e do próprio Cristo, eu considero o sábado um tempo sagrado de
renovação do corpo e da mente. “Se desviares o pé de profanar o sábado e de
cuidares dos teus próprios interesses no meu santo dia; se chamares o sábado
deleitoso e santo dia do Senhor, digno de honra, e o honrares não seguindo os
teus caminhos, não pretendendo fazer a tua própria vontade, [...] eu te farei
cavalgar sobre os altos da terra e te sustentarei com a herança de Jacó, teu
pai, porque a boca do Senhor o disse” (Isaías 58).
No sétimo dia da semana, eu descanso. Vou à igreja, ensino
lições bíblicas para meu filho, passeio pela natureza com meu marido,
encontro-me com pessoas que amam o sábado e com aqueles que desejam conhecer
mais sobre a santidade desse dia, atendo a pedidos de ajuda e amparo, seguindo
o exemplo do Senhor. O sábado está na minha família há quatro gerações. Mas
tenho aprendido mais sobre ele a cada semana.
A guarda do sábado tem a ver com a renovação da minha saúde
e com a superação da endometriose. Se uma noite de sono bem dormida tem tantos
benefícios, imagine as bênçãos de santificar e guardar um dia ao qual Deus
escolheu para se encontrar com cada um de seus filhos e filhas. O sábado é
saúde e promessa divina de felicidade. O sábado é um dia belo e feliz. Um
presente de Deus para a humanidade. Além de seus benefícios físicos e
emocionais, o sábado é o dia em que me encontro com Cristo, o autor de minha fé.
O sábado é o sinal de uma aliança eterna. Foi estabelecido
no mundo perfeito criado por Deus e será celebrado durante toda a eternidade. “‘De
uma lua nova a outra e de um sábado a outro, toda a humanidade virá e se
inclinará diante de mim’, diz o Senhor” (Isaías 66:23).
PS.: Escrevi também sobre a Bíblia e o consumo de carne deporco. Leia o artigo aqui.
Hoje, acrescentei um comentário sobre Paulo e os coríntios. Está no final do texto.